Coluna Bernadete Alves - dia 04/08/2018

Barack Obama e Meghan Markle festejam a vida

O dia 4 de agosto é especial para os dois ilustres americanos. Barack Obama nasceu em 4 de agosto de 1961 e a atriz norte-americana Meghan Markle no dia 4 de agosto de 1981. Vinte anos é a diferença entre o ex-presidente dos EUA e a Duquesa de Sussex, casada com o príncipe Harry. Vida longa aos dois aniversariantes que conquistaram os americanos pela competência profissional e carisma.

O nome Barack significa "benção" ou "abençoado" em Swahili. E nesta data em que ex-presidente dos EUA completa 57 anos é importante lembrar um pouco da trajetória deste grande homem que foi considerado como o oitavo maior presidente dos EUA, após uma pesquisa de historiadores conduzida em 2018, pela Associação de Ciência Política Americana.

Obama estudou na Universidade de Columbia entre 1981 e 1983 e trabalhou como administrador comunitário depois de graduar-se. Ele matriculou-se na Escola de Advocacia de Harvard em 1988 e foi o primeiro afro-americano a ser presidente da revista Harvard Law Review. Durante seu tempo na faculdade, ele tentou aparecer em um calendário pin-up, mas foi rejeitado pelo comitê. Em 1996 chega ao Senado pelo estado de Illinois. Durante seu mandato, ele aprovou uma lei que tornou obrigatória a gravação de interrogatórios em vídeo em caso de crimes capitais - algo inédito para os EUA.

Sua atuação foi tão marcante que em 2004 foi eleito novamente para o senado dos EUA em Illinois. Na mesa de seu escritório no Senado, que pertenceu a Robert Kennedy, ele tinha uma escultura de madeira de uma mão segurando um ovo, uma representação queniana da fragilidade da vida.

O destino, no entanto, mostrou o quanto Obama era um lider forte e determinado. Em 4 de novembro de 2008 foi eleito presidente dos EUA com mais de 66 milhões de votos em 365 distritos eleitorais.

Ele foi nomeado "Personalidade do Ano" da revista Time em 17 de dezembro de 2008 e recebeu essa honra pela segunda vez em 2012. E para coroar sua trajetória como líder americano, ele recebeu o prêmio Nobel da Paz em 2009 por seus "esforços extraordinários para fortalecer a diplomacia internacional e coordenação entre povos".

Obama é pai de Malia, 17 anos e Sasha, que segundo Michelle, sua esposa, “As duas são confiantes, divertidas, trabalham duro e, o mais importante, são respeitosas e amáveis”. Obama conheceu Michelle Robinson enquanto trabalhava para um escritório de advocacia em Chicago. Em seu primeiro encontro, ele a levou para ver o filme “Faça a Coisa Certa" (1989). Depois de dois anos de namoro, eles casaram-se em 3 de outubro de 1992. Sua comida preferida é espaguete com camarão, feito por Michelle Obama.

Obama adora ouvir música e alguns de seus artistas favoritos incluem Miles Davis, Bob Dylan, Johann Sebastian Bach e Fugees. Os objetos da sorte de Obama são uma estátua de Madonna, uma moeda da sorte, uma pequena estatueta de Hanuman e um bracelete que pertencia a um soldado americano em missão no Iraque. O ex-presidente dos EUA disse uma vez que três homens que ele mais admira são Abraham Lincoln, Martin Luther King Jr. e Mahatma Gandhi.

Meghan Markle festeja seus 37 anos, neste sábado, seu primeiro aniversário como duquesa de Sussex . Além das comemorações organizas pelo príncipe Harry e por outros integrantes da família real britânica, a atriz deve ser surpreendida por muitos presentes enviados por fãs e admiradores.

Nos últimos meses a mulher de Harry tem se preocupado com sua apresentação visual. Desde seu casamento com o herdeiro do trono britânico, quando apostou em looks exclusivos e minimalistas, a ex-atriz e feminista desde os 11 anos, conta com a ajuda de conselheiros da realeza, da concunhada, Kate Middleton, e até mesmo do marido, a quem pede opiniões sobre as roupas, para não fazer feio nos eventos oficiais.Meghan Markle tem mesclado os estilos clássicos e formais opções mais descontraídas e pouco usadas por mulheres da monarquia.

O closet de Meghan Markle também tem espaço para itens não tão informais, mas menos clássicos do que as produções que as mulheres da realeza costumam usar. Para o jogo de tênis Wimbledon, em Londres, na Inglaterra, que foi acompanhada de Kate Middleton usando pantalona e camisa listrada nas cores azul e branca. Já no jogo de Polo que o marido participou recentemente, a duquesa apostou em um vestido rodado feito de jeans. Terninho também já foi uma aposta da ex-atriz norte americana.

O primeiro presente recebido por Meghan Markle como duquesa foi da ONG PETA. A organização escolheu presentear a mulher do príncipe Harry com uma bolsa da designer Alexandra K. no valor de 290 libras (cerca de 1 500 reais). O acessório combina com os valores defendidos por Meghan, que apoia causas ligadas aos direitos dos animais. A bolsa conta ainda com uma insígnia dourada, onde está escrito “esta bolsa é vegana e livre de crueldade animal”.

Os membros da família real estão sujeitos a inúmeras regras quando o assunto são lembranças: presentes enviados por pessoas que eles não conhecem não podem ser aceitos, por exemplo. Empresas também não podem presentear os membros da monarquia britânica. “Presentes oferecidos por empresas britânicas são prontamente recusados, com a exceção de souvenirs para marcar a presença da realeza em uma visita à sede da empresa, marcar um casamento ou real ou numa ocasião pessoal e especial“, diz o site da monarquia. Meghan Markle poderá receber de bom grado o presente da ONG PETA.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 03/08/2018

Claudia Raia assume teatro do Instituto Tomie Ohtake

O espaço teatral do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo passa a ser comandado pela atriz, dançarina e produtora Claudia Raia. "Estou muito feliz com essa oportunidade de começar o segundo ato da minha carreira. Foi um presente que caiu no meu colo dirigir este teatro. Ao longo da minha vida e da minha carreira, fiz grandes parceiros. Apoiadores da cultura me deram a oportunidade de dirigir este teatro", afirmou a atriz, conhecida por não abrir mão de intercalar trabalhos na TV com produções teatrais.

“Escolhi sete atividades, que terão como curadores profissionais criativos e especializados em suas áreas”, conta Claudia, cujo convite foi recebido com entusiasmo pelos 14 artistas. O time é formado por Ana Botafogo e Rodrigo Pederneiras (dança), Rubens Ewald Filho e Ingrid Guimarães (audiovisual), Adriana Calcanhotto e Rogério Flausino (música), Débora Falabella e José Possi Neto (teatro), Felipe Andreoli e Fernanda Gentil (esporte), Thalita Rebouças e Fernanda Souza (cultura jovem), e Carlos Bertolazzi e Mariella Lazaretti (gastronomia).

“Todos me dão sugestões, buscam dados inéditos, promovem a junção do novo com o legado”, conta a nova diretora-geral Claudia Raia. O teatro receberá, a partir do dia 9, a continuação da temporada de Chaplin, o Musical. “Assim, por conta desse trabalho, vamos exibir curtas de Chaplin para melhor conhecimento de seu trabalho. Também a quinta-feira será dedicada para palestras sobre criação, desde coreografia até diversos tipos de canto. Orquestras, como a de Paraisópolis, serão convidadas a se apresentar.

O teatro que já se chamou GEO e, mais recentemente, Cetip abre as portas para a diversidade, com uma programação que vai ocupar também as salas de ensaio e o saguão para que os espectadores, enquanto aguardam a entrada na grande sala de espetáculo, acompanhem a performance de artistas ainda desconhecidos. “Não se trata apenas de um teatro, mas de um espaço cultural”, diz Raia.

Haverá ainda de curso de música para bebês até formas de capacitação de eventos corporativos usando técnicas teatrais. “Vamos arrebatar as pessoas pelo lúdico”, diz Claudia, que já elabora a programação até o fim do ano.

Fernanda Souza vai dividir a curadoria de cultura jovem com Thalita Rebouças. "A internet é um campo muito grande. Eu e a Thalita vamos fazer o trabalho de garimpar e trazer isso para a Claudia. Uso o palco da internet para me comunicar. Queremos usar nossa comunicação como isca. Quero que eles [púbico jovem] se aproximem da cultura do teatro e para que isso vire um hábito."

Fernanda Gentil enalteceu o novo campo de atuação e disse que dá para unir esporte com cultura. "Encaro este desafio como algo bem diferente que já fiz na minha carreira. Minha ideia é lugar o esporte -- acredito muito nos valores do esporte, entre eles, a honenstidade, a lealdade, o espírito de grupo, igualdade, inclusão, o fairplay e vários outros -- com a cultura.

A atriz Ingrid Guimarães está animada com a curadoria e falou sobre a importância de incentivar os brasileiros a ver filmes nacionais. "O cinema blockbuster traz o brasileiro de volta ao cinema, para se apaixonar pelo cinema. Muitos cineastas autorais maravilhosos não são vistos neste país. Queremos uni-los. Quero que as pessoas tenham acesso aos dois tipos de cinema", disse.

Templo Budista de Brasília realiza 45ª Quermesse

A tradicional quermesse do Templo Shin Budista Terra Pura, da 315/316 Sul, chega a 45ª edição com muitas novidades neste mês de agosto. O Templo que é Patrimônio Histórico do Distrito Federal, promove a cultura oriental, com comidas típicas, música, dança e artes, todos os sábados e domingos, das 17h às 22h, com meia-entrada a R$ 5.

O evento que começa amanhã, dia 04, tem como tema "comunidade presente", o festival busca aproximar mais os moradores de Brasília e frequentadores do templo porque a Quermesse não faz distinção de crença, cultura ou idade. Durante a Quermesse, o templo estará aberto ao público com visita guiada. O monge e a Monja Cris E-gen conduzem meditações contemplativas de 30 minutos, sempre às 18h, após as 10 badaladas do sino.

A organização da Quermesse conta com cerca de 150 voluntários, sendo que 30 deles confeccionaram flores e lanternas de papel, além de um lustre com mais de 600 tsurus, exposto no restaurante da festa. A gastronomia é o ponto alto da festa. Além do tradicional yakissoba, o público vai conferir co mais de 10 variedades de pratos orientais, além de cinco opções exclusivas no espaço gourmet, incluindo pratos veganos e vegetarianos.Também vão participar da Quermesse diversos food trucks da cidade como: Geleia Burger, Crepe Voyage e Churros do Tio.

Outra novidade é a presença de embaixadas convidadas com stands próprios, uma a cada fim de semana: Filipinas, Sri Lanka, Malásia, Myanmar e a Índia. As representações diplomáticas vão se revezar para expor artesanato, comidas típicas e informações sobre os países aos visitantes. Durante a Quermesse não serão distribuídos copos e nem canudos de plástico. Quem não quiser tomar as bebidas nas próprias embalagens poderá comprar um copo estilizado por R$ 6.

Também haverá apresentações de artes marciais, tai chi chuan, taikô e de danças folclóricas, além de oficinas gratuitas de origami, ikebanas e outros enfeites de festa. Nos estandes, como é tradicional na festa, serão vendidas joias em prata, ecojoias, tatuagem de hena, artigos geek e guloseimas importadas.

O monge Kyotoshi Sato vai aproveitar a Quermesse para lançar a campanha pela inclusão do título de patrimônio cultural ao já existente de patrimônio histórico do Distrito Federal ao Templo.“Festa é cultura? Religião é cultura? Política é cultura? Embora Dom Bosco fosse católico, gostaria que o Templo cumprisse a profecia dele”, afirmou o religioso, referindo-se à predição de 1883, que dizia: “Aparecerá aqui a Grande Civilização, a Terra Prometida, onde correrá leite e mel. Será uma riqueza inconcebível. E essas coisas acontecerão na terceira geração”, disse o monge Sato.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 02/08/2018

Governo de Brasília e ONU promovem Semana de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

Acontece em Brasília a 5ª Semana de Enfrentamento ao Tráfego Humano, ação de conscientização da população e a capacitação de agentes públicos para identificarem os sinais desse crime. A ação é uma parceria com o Executivo local, Secretaria Nacional de Justiça e o Escritório da ONU sobre Drogas e Crimes. Até sábado dia 04 as instituições realizam atividades de conscientização para alertar as pessoas sobre este tipo de crime, formas de abordagem dos aliciadores e meios de denunciar atividades ilícitas.

O tráfico humano, também chamado de tráfico de pessoas, é uma das atividades ilegais que mais se expandiu no século XXI. Segundo relatório da Organização Internacional de Migrações (OIM), os pontos aeroportuários, marítimos ou terrestres são os mais utilizados pelos traficantes. Nos últimos dez anos quase 80% das viagens realizadas por vítimas de tráfico internacional foram pelos pontos fronteiriços oficiais. Segundo a OIM, as mulheres são o maior alvo do tráfico representando 84% dos casos, frente aos 73% dos homens.

Há tráfico de pessoas quando a vítima é retirada de seu ambiente, de sua cidade e até de seu país e fica com a mobilidade reduzida, sem liberdade de sair da situação de exploração sexual ou laboral ou do confinamento para remoção de órgãos ou tecidos. A mobilidade reduzida caracteriza-se por ameaças à pessoa ou aos familiares ou pela retenção de seus documentos, entre outras formas de violência que mantenham a vítima junto ao traficante ou à rede criminosa. Os aliciadores são, na maioria das vezes, pessoas que fazem parte do círculo de amizades da vítima ou de membros da família. São pessoas com que as vítimas têm laços afetivos.

“Muitas vezes as vítimas não se enxergam como vítimas desse crime ou têm medo de denunciar por sofrer represália porque os aliciadores conhecem as famílias. A principal dificuldade hoje é ter dados mais concretos deste crime”, afirmou Marina Bernardes de Almeida, coordenadora de Política de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Ministério da Justiça.

A analista do Programa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Fernanda Fuentes diz que as maiores vítimas desse tipo de crime são as populações vulneráveis que geralmente têm menos informações e buscam melhoria da qualidade de vida. Fernanda ainda destacou que mulheres e crianças são as principais vítimas dessa prática. Relatório das Nações Unidas confirma o dado ao apontar que 71% das pessoas traficadas são meninas e mulheres. “O tráfico de pessoas é enfrentado em rede, tanto pelo governo quanto pela sociedade civil. Dependendo de onde ocorre, há objetivos diferentes prevalecendo. Em algumas regiões, é o trabalho escravo. Em outras, a exploração sexual. Por isso é importante a participação de organizações da sociedade civil que podem ajudar a enfrentar o crime dentro do contexto local”, afirmou Fernanda Fuentes, analista de programa do UNODC, durante a cerimônia de abertura da semana, na rodoviária interestadual do Distrito Federal.

O Distrito Federal é um dos destinos preferidos de aliciadores do tráfico humano doméstico.Annie Carvalho, especialista em assistência social do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (NETP) da Secretaria de Justiça do DF, falou que Brasília ainda é vista como promessa de grande oferta de trabalho. “Tem muitas pessoas que vêm com a promessa de emprego aparentemente promissora, mas chega aqui e sofre exploração da mão de obra ou exploração sexual. Essas são as principais modalidades que a gente vem atendendo”, disse a especialista.

Pessoas não são mercadoria. Tráfico humano é escravidão, é violência, é crime. É dever de todo cidadão denunciar. Disque: 100 ou Ligue: 180

 
Coluna Bernadete Alves - dia 01/08/2018

Felipe Massa participa da cerimônia de 20 Anos do CTB

O governo federal realizou cerimônia da Década de Ações para Segurança no Trânsito e os 20 anos do Código de Trânsito Brasileiro, junto com o piloto Felipe Massa, embaixador da FIA e da ONU para a redução de acidentes e mortes no trânsito e Jean Todt, presidente da Federação Internacional de Automobilismo. Participaram também do evento o ministro das Cidades, Alexandre Baldy e o ministro da Casa Civil Elizeu Padilha.

O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking da Organização Mundial de Saúde de mortes no trânsito. A Organização Pan-Americana de Saúde da OMS, concentra as ações globais em torno do combate aos acidentes e melhoria da segurança no trânsito. Essas iniciativas configuram a Década de Ações para Segurança no Trânsito, que vai começou em 2011 e vai até 2020. No Brasil o projeto Vida no Trânsito compõe esse rol de ações, e se volta sobretudo para o combate à ingestão de bebidas alcoólicas e alta velocidade nas estradas. Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer, assinou Termo de Consulta para adesão a acordos internacionais com a ONU, na tentativa de reduzir a mortalidade no trânsito. O documento será enviado ao Congresso Nacional.

O governo federal, por meio do Ministério das Cidades, pretende agrupar, em uma única base de dados, informações de diferentes órgãos municipais, estaduais e federais sobre a segurança nas estradas brasileiras. Dessa forma, poderá ser elaborado um diagnóstico mais preciso sobre a situação atual e, posteriormente, haver condições para definir políticas públicas mais eficientes a fim de reduzir, pela metade, em um prazo de 10 anos, as cerca de 40 mil mortes que a cada ano ocorrem no país.

O presidente Michel Temer disse que com os dados o governo vai definir o orçamento para criar políticas públicas direcionadas a atacar as causas. “Nosso objetivo é reduzir, pelo menos pela metade, nos próximos oito a dez anos, os acidentes com vítimas fatais em nossas ruas e cidades. Estamos tendo metas claras, estado a estado, para o planejamento de ações e programas com esse objetivo”, declarou Temer, recomendando que a população deve “obedecer a lei e, em especial, o Código de Trânsito”.

“As viagens que fiz, por ser piloto de Fórmula 1, me possibilitaram conhecer muitas realidades também no que se refere a trânsito. Pequenas ideias podem melhorar muito essa situação [acidentes e mortes no trânsito]”, disse Massa. “Até mesmo informar sobre as regras importantes a serem seguidas, como a do uso do cinto de segurança tanto nos bancos da frente como nos de trás; ou sobre os riscos de se dirigir usando celular ou após beber”, declarou Felipe Massa.

As políticas públicas direcionadas aos estados e ao Distrito Federal deverão reproduzir as adotadas pelo programa Road Safety, criado pela Federação Internacional de Automobilismo em parceria com a ONU. O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, disse que a cada ano, os acidentes de trânsito causam prejuízos de R$ 50 bilhões à sociedade. “Não dá para definir ainda qual será nosso orçamento porque isso depende da participação de cada estado. Mas queremos incitar empresas a participar [dessa iniciativa]. Todas as parcerias serão bem-vindas”, disse o ministro.

Baldy informou que nove estados e o Distrito Federal já se encontram em “estágio avançado” com relação à coleta de informações que facilitam a identificação das principais causas dos acidentes, por meio de seus departamentos de Trânsito. Posteriormente, já com os dados dos demais estados em mãos, pretende-se definir e implantar uma metodologia de coleta, tratamento e divulgação dos dados, bem como das metodologias de desdobramento e comunicação das metas, que preveem uma redução de 50% das mortes no trânsito no prazo de 10 anos.

A solenidade de assinatura de acordo com Instituto Tellus para implementar o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans),ocorreu no Ministério das Cidades. Estiveram presentes ao evento o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, o diretor presidente do Instituto Tellus, Germano Guimarães, o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt, o embaixador da FIA para Segurança Viária e ex-piloto da Fórmula 1, Felipe Massa e o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

No evento de lançamento do projeto o presidente da FIA, Jean Todt, enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para Segurança Viária, classificou de “pandemia terrível” as mortes no trânsito. “São 1,8 milhão de mortes a cada ano. Esta é uma ótima oportunidade para fazermos programas mais fortes, de forma a evitar essas tragédias”. Para Todt, investimentos em infraestrutura e educação são fundamentais: “Capacetes, cintos de segurança, direção sóbria, deixar o celular de lado enquanto dirigimos, são atitudes e dispositivos que nos ajudam a sobreviver. Respeitando essas pequenas coisas, podemos reduzir drasticamente o número de vítimas", reiterou o presidente da FIA.

"É com muita alegria que assinamos esse acordo de cooperação. Queremos entender e produzir um diagnóstico detalhado, para poder conseguir tomar ações multidisciplinares, envolvendo outros órgãos, inclusive, para tornar essa agenda uma efetiva política pública", declarou o diretor presidente do Instituto Tellus Germano Guimarães. O piloto Felipe Massa enfatizou que o início do projeto pode ser primordial para salvar mais vidas no trânsito. " Sabemos que há muito a ser feito para diminuir as mortes que acontecem no Brasil. Agradeço por esse momento, que pode ser um marco para tornarmos as vias brasileiras mais seguras.” O diretor de Relações Institucionais da Ambev, Disraelli Galvão, disse que o projeto deixará um legado que será o pontapé inicial para transformarmos essa realidade no Brasil”.

O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, apresentou dados que mostram que, a cada hora, morrem 137 pessoas no trânsito mundial. “É como se, a cada dia, caísse um avião. Até 2020, 1,9 milhões de pessoas devem ir a óbito por conta de acidentes. São números que podem ser comparados a uma guerra. Precisamos lutar contra esses dados. Essa parceria nos dará uma direção decisiva.” O ministro também chamou a atenção para o aumento do número de mortes de motociclistas que, segundo ele, quadruplicou nos últimos 17 anos.

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, destacou a parceria como um reforço a um trabalho mais efetivo no combate aos acidentes no trânsito. "São tragédias que, às vezes não percebemos, pelo fato de serem muito pulverizadas, mas mostram a grandiosidade do perigo de uma direção insegura”. Nesse primeiro estágio, o Instituto Tellus, em parceria com a Consultoria Falconi e apoio da Cervejaria Ambev, irá coletar informações e estatísticas de segurança viária junto aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) nos nove estados e no Distrito Federal, criando, assim, um diagnóstico inicial da segurança viária no Brasil, identificando as principais causas dos acidentes para, então, definir as frentes da atuação. A próxima etapa do plano de trabalho do Pnatrans irá contemplar os demais 16 estados.

O piloto brasileiro Felipe Massa, embaixador da FIA para assuntos de segurança viária, visitou a Escola Vivencial de Trânsito, conhecida como Transitolândia e conversou com as crianças. “É importante que sigamos as regras de trânsito. Cada um fazendo um pouco podemos ajudar a salvar muitas vidas”, disse Massa. “Todas as regras vêm de quando você é criança. Se a gente conseguir ensinar as crianças da maneira certa, sem dúvida as crianças ajudarão os pais a seguirem as regras também”, completou Felipe Massa.

Para o presidente da Federação Internacional de Automobilismo, Jean Todt. iniciativas como esta, visando a educação das famílias para o trânsito, são ideais para reverter o quadro negativo que atinge não só o trânsito brasileiro. “Infelizmente a situação em todo o mundo é ruim, motivo pelo qual há muitos mortos e feridos no trânsito”, disse Jean Todt. “A segurança nas ruas não é responsabilidade apenas do governo. É de todos. Por isso precisamos também da ajuda da mídia”, completou Todt.

O ministro Baldy também elogiou a iniciativa do governo de Brasília.“Uma bela iniciativa para conscientizar e educar todas as crianças, deixando-as conscientes sobre como devemos nos comportar enquanto usuários do trânsito brasileiro”. Alexandre Baldy gostou tanto do que viu que quer a implementação de transitolândias em outras unidades federativas, por meio dos departamentos estaduais de trânsito.

A Transitolândia é uma iniciativa do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) com o intuito de conscientizar as crianças sobre a importância de seguir fielmente as regras do trânsito. Por meio da Escola Vivencial de Trânsito, o DER tem instruído as crianças a fiscalizar os pais, cobrando deles obediência total a essas regras que, quando não seguidas, contribuem para aumentar o número de mortos e feridos no trânsito brasileiro. A Transitolândia está formando cidadãos conscientes das relações de trânsito. A Escola Vivencial de Trânsito está localizada no Parque Rodoviário do DER/DF, e funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 12h e das 15h às 17h. Escolas interessadas devem entrar em contato com a Transitolândia, presencialmente ou pelo telefone, (61) 3111-5792 ou 3111-5795, para agendar a visita, que tem duração média de 03 horas. No dia da visita: o DER disponibiliza à escola visitante transporte gratuito (com capacidade para até 80 passageiros). Além da educação para o trânsito, são abordados temas como meio ambiente, coleta seletiva de lixo e as boas atitudes de um cidadão. Um trabalho primordial do DER do Distrito Federal.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 31/07/2018

Brasília de luto: morre Ari Cunha, o pioneiro da notícia

É com pesar que registro o falecimento do jornalista Ari Cunha, colunista e vice-presidente institucional do Correio Braziliense, ocorrido nesta madrugada de terça-feira, aos 91 anos. Segundo a jornalista Circe, seu pai faleceu em casa após sofrer falência múltipla de órgãos devido à idade e às condições de saúde dele. O velório está previsto para a manhã desta quarta-feira (1°/8) e o sepultamento, para às 17h, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Do casamento com a professora de enfermagem Maria de Lourdes Lopes Cunha, o jornalista teve quatro filhos: Ari, Eliana, Raimundo e Circe.

Pioneiro da notícia, Ari Cunha, passou a fazer parte dos Diários Associados em 1959 e se mudou para Brasília para estabelecer na nova capital o Correio Braziliense e a TV Brasília. Acompanhou a rotina e lutou por uma capital melhor por 58 anos na coluna Visto, Lido e Ouvido, primeiramente no jornal impresso e depois em um blog na internet. É provavelmente, a coluna mais longeva da imprensa brasileira. Ao longo dos anos, o instrumento serviu para defender, provocar e inspirar moradores e governantes da capital brasileira.

O presidente da República, Michel Temer, lamentou em nota o falecimento do fundador do Correio Braziliense.“Com tristeza recebi a notícia do falecimento do jornalista Ari Cunha, diretor do Correio Braziliense, um dos pioneiros de Brasília e cuja vida se confunde com a história de nossa capital. Brasília encontrou um veículo de imprensa impregnado da ousadia de JK no Correio Brazilienze que contou, em sua brilhante existência, com o espírito desbravador e criativo do repórter Ari Cunha”, registra o texto assinado por Temer.

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, decretou luto oficial de três dias pela morte do jornalista. Em nota, disse que Brasília perdeu uma de suas maiores expressões. “Jornalista, pioneiro, Ari Cunha confunde-se com a história de Brasília. Chegou aqui cedo e construiu-se como profissional e ser humano com a própria construção da cidade. Ainda menino, aprendi, com a leitura diária de sua coluna por meu pai, que a política é o caminho para ajudarmos as pessoas”, comentou Rollemberg.

O senador Eunício Oliveira, presidente do Congresso Nacional, também divulgou nota sobre a morte do pioneiro Ari Cunha. “Com pesar, recebemos a confirmação do falecimento do jornalista, colunista e vice-presidente institucional do Correio Braziliense, Ari Cunha, aos 91 anos. Cearense, Ari Cunha começou a carreira aos 16 anos na Gazeta de Notícias de Fortaleza. Peço que Deus conforte os corações de todos os familiares e amigos neste momento de grande dor. Deixo minhas sinceras condolências”.

Paulo César Marques, diretor do Correio Braziliense diz que Ari Cunha foi um profissional de garra, determinado, com muito talento. "Vai fazer falta para nós. Como pessoa, ele foi extraordinário, um contador de 'causos', bem-humorado, de bem com a vida. Certamente a família vai sentir muito, e nós sentiremos a ausência do bom companheiro, apaixonado por Brasília, pelo Correio, que tanto nos inspirou."

A jornalista Ana Dubeux, diretora de Redação do Correio, em julho do ano passado quando Ari completou 90,fez uma homenagem ao amigo colunista em um artigo que recebeu o título "Ao mestre Ari, com carinho". A jornalista relembrou características marcantes de Ari, como a risada, o conhecimento sobre Brasília, o amor pelo Nordeste e o jeito como ele tocou um jornal que nasceu com a cidade. "Tudo isso eu tive a sorte de absorver nas longas, produtivas e divertidas conversas. Discutimos também, até sobre machismo, às vezes de forma acalorada, o que só melhorou nossa convivência. Nosso repertório particular soa como trilha sonora de uma amizade leal e cheia de ensinamentos. Levarei sempre comigo", declarou hoje.

José de Arimathéa Gomes Cunha nasceu em 22 de julho de 1927 em Mondubim, no Ceará. Aos 16 anos, ele começou a carreira na Gazeta de Notícias, de Fortaleza, como revisor. Ainda no Nordeste, passou pelo jornal "Estado" e depois a bordo de um navio, deixou a Região Nordeste em 1948 em direção ao Rio de Janeiro, onde começou carreira no Bureau Interestadual de Imprensa e no International News Service.

Por muito tempo, escreveu a crônica política para vários jornais representados pelo escritório. Trabalhou com Carlos Lacerda, Joel Silveira, Heráclito Sales, Paula Job, Prudente de Moraes Neto, Etiene Arregui Filho, Irineu Sousa e outros destacados jornalistas da época. Em julho de 1959, passou a fazer parte dos Diários Associados, ajudado pelo amigo Paulo Cabral e contratado por Edilson Cid Varela, gerente do periódico O Jornal. A Ari Cunha foi confiada a reforma da Folha de Goiaz, em Goiânia, onde permaneceu até setembro. Em Brasília veio com a missão de estabelecer na nova capital o primeiro jornal, o Correio Braziliense, e a primeira televisão, a TV Brasília. Missão cumprida com muita determinação, competência e ousadia.

Em 1961, presidiu a Comissão de Incentivo à Iniciativa Privada, ligada diretamente ao gabinete do então prefeito de Brasília, Paulo de Tarso Santos, ao tempo de Jânio Quadros na Presidência da República. Em 1981, Ari Cunha foi eleito condômino dos Diários Associados. Além da vida intensa na imprensa, ele investiu na vida pública. Entre 1986 e 1987, atuou como vice e presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), durante o governo de José Aparecido de Oliveira. Em 1990, assumiu o cargo de vice-presidente dos Diários Associados, cargo que ocupava até hoje.

Conheci Ari Cunha em 1986. Ele era um superprofissional que inspirava muitos da imprensa. Era um homem de visão respeitado e admirado na cidade. Como jornalista, teve papel ímpar na defesa da liberdade de expressão. O amor pelo trabalho, o respeito aos colegas, a ética, a dedicação à família, aos amigos e Brasília, eram suas marcas. A imprensa perde o pioneiro da notícia e a família um dedicado pai e amoroso avô.

Minha solidariedade aos familiares neste momento de dor e aos profissionais dos Diários Associados meu respeito.

Filho acelera envelhecimento das células da mãe, diz estudo

Estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostra que a cada filho gerado as células das mães sofrem uma aceleração do envelhecimento equivalente a até dois anos de vida. De acordo com os especialistas isso acontece devido a horas sem dormir, rotina pesada, cansaço físico e mental.

“A vida das mulheres muda bastante após elas ganharem um bebê, e algumas chegam até a dizer que passaram a "envelhecer mais rápido" quando se tornarem mães”, diz Calen Ryan. Isso tem explica científica.

Durante o trabalho, os especialistas analisaram especificamente trechos de DNA nas extremidades dos cromossomos, chamados telômeros. À medida que as células se copiam, cada geração de cromossomos diminui e perde uma parte desse código. "O comprimento dos telômeros e a idade epigenética são marcadores celulares que predizem a mortalidade de forma independente", diz Calen Ryan, principal autor do estudo. "Ambos pareciam 'mais velhos' em mulheres que tiveram mais gestações em suas histórias reprodutivas."

Os telômeros protegem os cromossomos, que contêm o DNA. A função do telômero é proteger os cromossomos de possíveis danos e, à medida que as células se dividem, eles vão ficando cada vez mais curtos. Medir o tamanho destes telômeros é uma forma de avaliar o envelhecimento celular.

Não é só a gestação que acelera o envelhecimento. O estresse vivido na infância, as dificuldades familiares e a depressão também foram relacionados ao encurtamento dos telômeros, marcador biológico do envelhecimento.

Pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica, em Vancouver, no Canadá, constataram que a redução dos telômeros depois dos 50 anos aumentava 11% por cada experiência traumática vivida na infância. Para chegar a este resultado a equipe da pesquisa, liderada por Eli Puterman, comparou o comprimento dos telômeros das glândulas salivares de 4.598 homens e mulheres de mais de 50 anos nos Estados Unidos, que responderam entre 1992 e 2008 a perguntas sobre as experiências traumáticas vividas ao longo de suas vidas.

Um estudo de cientistas holandeses e americanos, publicado na revista especializada Molecular Psychiatry, sugere que a depressão pode acelerar o processo de envelhecimento das células. Josine Verhoeven, do Centro Médico da Universidade VU, na Holanda, junto com colegas americanos, recrutou 2.407 pessoas para participarem do estudo. Mais de um terço tinha depressão, outro terço tinha tido a doença no passado e os demais eram saudáveis.

Com base em amostras de sangue, os pesquisadores analisaram o comprimento telômeros. Pessoas deprimidas tinham estas estruturas muito menores. Esta diferença era notada mesmo depois que diferenças de estilo de vida, tais como o consumo excessivo de álcool e o tabagismo, foram levados em conta.

Verhoeven e os outros cientistas especulam que os telômeros mais curtos podem ser uma consequência da reação do corpo à angústia causada pela depressão. "Esse estudo em larga escala fornece provas convincentes de que a depressão está associada a muitos anos de envelhecimento biológico, especialmente entre aqueles que sofrem com os sintomas mais graves e crônicos", afirmaram os cientistas. Ainda não está claro se esse processo de envelhecimento pode ou não ser revertido.

Vários estudos científicos comprovam que não só a depressão como também sentimentos e emoções negativas aceleram o envelhecimento e facilitam a instalação de doenças, inclusive um simples resfriado. Outros estudos garantem que a tristeza profunda da depressão pode até mesmo afetar o nosso DNA.

Depressão não é tristeza passageira. É uma doença que precisa de tratamento. Considerada o ‘mal do século’ pela Organização Mundial de Saúde, a depressão ainda é um desafio para médicos e pacientes. Aumentar a autoestima é mais do que uma questão de bem-estar. A baixa autoestima pode impactar negativamente todos os aspectos da vida, desde relacionamentos até capacidade de produzir.

A alegria é o antídoto contra estes problemas. Sorrir é um remédio sem efeitos colaterais.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 30/07/2018

Adriana Samartini festeja a vida cantando com amigos

A música é a linguagem da emoção. Faz bem a saúde do coração, para o corpo como um todo e para a alma. Estudos comprovam e médicos e terapeutas asseguram que a música tem o poder de mudar o estado de humor e pode ajudar até na concentração e na memória. A música se insere em nossas vidas desde o útero e nos acompanha em todos os momentos, seja para acalmar, seja para celebrar. E foi em clima de alegria e bem-estar que a maravilhosa cantora brasiliense, Adriana Samartini, festejou sua vida com vários cantores de Brasília e do Brasil.

A boate Shed Western Bar, no Setor de Clubes Sul, foi palco de um lindo show para comemorar o aniversário da cantora Adriana Samartini. Ela celebrou a vida ao lado dos pais Paulo Coelho e Rita Samartinie e das irmãs Mariana e Eliza e de muitos amigos e fãs. O aniversário era de Adriana mas quem ganhou o presente foram os convidados que curtiram e se divertiram com os mais variados ritmos.

Wilian & Marlon, Banda do Primeiro Beijo, Dhi Ribeiro, o vocalista Xéu, do Bloco Santo Pecado, Gabriel Correa, o vocalista Marcelo Sena do Coisa Nossa, Fábio Cavanha da Banda Salve, Thiago Nascimento, Thales Junior, Juninho Show,Surf Sessions, MC Bockaum, dentre outros cantores famosos.

A Shed Western Bar ficou completamente lotada de fãs e amigos da querida cantora Adriana Samartini. Estiveram lá o apresentador da TV Globo, Fred Ferreira, o advogado Igor Tokarski, ex-secretário do Meio Ambiente, com a namorada Bruna Gomes, a blogueira top Ju Rodrigues, o arquiteto Arnaldo Pinho, os jornalistas Hendy Miranda e Walter do site Estiloso, a jornalista Jalili Elias, Ana Carolina Alarcão, Francisco Jacinto, Michelli Lacerda, Bruno Oliveira e Patricia Nunes.

A empresária Karina Curi, Kenia Cais, Denise Aliceral, Rômulo Abreu, Eduardo Castro, Neusinha Pereira, Gabriela Borges, Fernanda Ikawa, Bruno Fioravanti, Juliana Cunha, Marcelo Palazzo, dentre tantos convidados que curtiram muito o show de Gabriel Correa e Dhi Ribeiro, do The Voice Brasil.

Com doze anos de carreira e totalmente ligada à música, Adriana Samartini, é uma das principais cantoras de Brasília e seu reconhecimento ultrapassa as barreiras da Capital. “Amo aniversário e na minha família valorizamos muito as datas comemorativas, pelo simples fato de estarmos juntos. Para mim nada é mais prazeroso do que reunir pessoas queridas e celebrar a vida”, declarou a rainha brasiliense do axé.

A versatilidade e a comunicação de Adriana com o público são marca registrada e o número de fãs não para de crescer. Não só pela bela voz como pela simpatia e simplicidade.Seu repertório é muito diversificado desde os sucessos atuais do sertanejo e forró estilizado, passando pela energia infinita dos tambores e da percussão do axé da Bahia, que sempre a acompanhou.

O Auê da Samartini, no Empório Santo Antônio, no Shopping Pier 21, toda quinta-feira, faz parte da agenda dos apaixonados pela boa música. Lembro da entrevista que fiz para o Brasília na TV, em agosto de 2013, quando ela iniciou este belo projeto. Adriana toca as pessoas com sua musicalidade e com seu carisma.

A música tem encantos para serenar os corações mais aflitos. Substitui palavras e com ela o próprio silêncio tem ritmo.Obrigada Adriana por alegrar o nosso coração e por valorizar a amizade. Neste Dia Internacional da Amizade, data para se propagar a cultura da Paz e a não violência minha homenagem à você que celebra todos os dias a amizade entre as pessoas.

“A amizade, assim como o amor, é dada de graça e semeada ao vento”, como bem dizia o poeta Carlos Drummont de Andrade. E também na poética ‘Canção da América’, de Milton Nascimento e Fernando Brant. Portanto, vamos estar sempre entre amigos e propagar a amizade e o respeito.

Vida longa e abençoada para você talentosa Adriana Samartini. Sucesso e prosperidade sempre!

 
Coluna Bernadete Alves - dia 29/07/2018

Novak Djokovic e Angelique Kerber brilharam em Baile dos campeões em Londres

O tetracampeão do Grand Slam britânico, Novak Djokovic, que superou o africano Kevin Anderson por 3 sets a 0, e a alemã Angelique Kerber, que venceu a norte-americana Serena Williams, por 2 sets a 0, celebraram juntos os respectivos títulos no jantar dedicado aos campeões, na noite do domingo 15 de julho.

Depois de mostrarem bom tênis e levarem a melhor em Wimbledon, os vencedores do torneio, o sérvio Novak Djokovic e a alemã Angelique brilharam também longe da grama londrina.

“Eu gostaria de propor uma dança com a música chamada “Lady in red” [em português, “dama de vermelho”], parece apropriado”, brincou o sérvio referindo-se ao vestido de Kerber. Ela, quando perguntada sobre como gostaria de comemorar o título quando voltasse para casa, respondeu: “Bem, antes de mais nada, quero dizer, sim. Eu dançaria com você”, e sorriu. O resultado foi uma dança bem humorada entre os dois tenistas.

Novak Djokovic confirmou seu favoritismo após a épica vitória contra Rafael Nadal na semifinal e conquistou o tetracampeonato do torneio de Wimbledon, o mais tradicional do tênis. Djokovic, precisou de 2h18min para vencer na quadra central o gigante Kevin Anderson, de 2,03m, oitavo do mundo, por 3 sets a 0 com parciais de 6/2 6/2 7/6 (7/3) . Foi o sétimo jogo entre eles e a sexta vitória de Novak e a segunda final de Major de Anderson e o segundo vice - perdeu no último US Open para Rafael Nadal.

O sérvio, Novak Djokovic ,que passou por cirurgia em fevereiro no cotovelo e teve um 2017 e início de 2018 com derrotas e queda no ranking, volta a sorrir levantando um Grand Slam após Roland Garros em 2016. Ele fatura seu 13º troféu em 22 finais. São seis Australian Open, quatro Wimbledon, um Roland Garros e dois US Open.

Djokovic voltará ao top 10 com o 10º lugar pela primeira vez desde outubro e Anderson será o quinto do mundo, seu melhor desempenho. Com o título do GranD Slam conquistado em Wimbledon, Novak continua sendo o quarto tenista masculino com mais taças em Major.

O embaixador da Lacoste comemorou muito por ter seu filho na plateia. “Eu senti algo novo aqui, pela primeira vez na vida tinha alguém gritando ‘papai, papai’ por mim, foi muito emocionante”. O tetracampeão de 31 anos agradeceu a esposa, ao seu time e todos que o apoiaram nos últimos dois anos. “Eu devo muitos agradecimentos. Foram tempos difíceis, passei por uma cirurgia, vivi pela primeira vez uma lesão severa como essa e presenciei lutar muito para estar aqui. Precisei acreditar muito em mim, tive dúvidas de que conseguiria retornar a esse nível, mas estou aqui, na primeira final de Slam em dois anos e não consigo imaginar um lugar melhor para fazer um retorno. Um lugar sagrado para o tênis.

Novak Djokovic, em entrevista ao site ATP, durante o jantar dos campeões de Wimbledon, falou que Wimbledon sempre foi um torneio muito especial para ele. “Eu não poderia estar em um lugar melhor, para ser honesto, estar no pico do mundo e fazer esse retorno. Sonhei em vencê-lo quando tinha sete anos. Eu sempre fiz troféus de Wimbledon improvisados”, confessou o tetracampeão do Grand Slam britânico ao lado de Angelique Kerber, a nova campeã feminina do Grand Slam de Wimbledon. Djokovic retorna as quadras na temporada norte-americana, que tem inicio dia 27 de agosto com o US Open.

A tenista alemã de 30 anos também tem muito a comemorar. Angelique Kerber venceu a norte-americana Serena Williams por 2 sets a 0, duplo 6/3, conquistando pela primeira vez o título do torneio na carreira. Com o troféu no All England Club, de Londres, na Inglaterra Angelique entrou para o grupo de campeãs do Grand Slam de Wimbledon e se tornou a número 4 do ranking mundial da WTA.

Em 2017 o seu desempenho foi aquém do esperado e agora em 2018 ela mostra poder de recuperação. “Sofri muito em 2017. Aprendi a dizer não para algumas coisas e a ter tempo para mim mesma.A experiência de todas as coisas boas e más que vivi nos últimos dois anos me permitiram gerir muito melhor tudo. Creio que sem a crise que tive em 2017 não estaria aqui a falar como campeã de Wimbledon”, declarou a número quatro do mundo em entrevista ao site Sports360.

A alemã foi finalista em Melbourne, disputou as quartas de final em Roland Garros e conquistou agora o inédito título do Grand Slam britânico.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 28/07/2018

Sorrir é um remédio sem efeitos colaterais

Bom humor e otimismo vacinam nosso corpo contra todo tipo de doença. Quem sorri estimula o cérebro a liberar endorfina e serotonina, substâncias responsáveis pela sensação de prazer, felicidade, leveza e bem-estar, além de ativarem o sistema imunológico.

Essa imunização ajuda a prevenir, principalmente, doenças ocasionadas por elevado grau de estresse. Segundo especialistas o funcionamento do corpo melhora e várias dores diminuem visivelmente e não é só nas pessoas como também em animais.

Assim como na vida da gente, pequenas coisas costumam nos deixar felizes e sorridentes. Isso também acontece no mundo animal e nossos bichinhos de estimação são a maior prova disso, afinal, eles também gostam de sorrir à toa.

O sorriso combate a depressão e o estresse, diminui a pressão arterial, melhora a digestão, desintoxica o organismo, espanta a dor e até deixa a pele mais bonita. Além disso, quando a pessoa ou o animal estiverem felizes, a atração é espontânea e a convivência será muito favorecida.

Com frequência nos deparamos com fotos de animais sorrindo como estas da Getty Imagens. Um espetáculo que merece ser divulgado.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 27/07/2018

O bravo Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Um dos mais importantes teatros do Brasil e da América do Sul, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, presença imponente na Cinelândia, no Centro do Rio, tem 109 anos de história e encanta pela beleza e tradição. Um marco da arte carioca. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro é uma casa que recebe diversas obras musicais e teatrais e é uma grande atração turística.

O espaço já foi palco dos maiores artistas nacionais e internacionais da dança e da música, e virou parte da história cultural da cidade e do país. O Theatro Municipal foi inaugurado pelo então presidente da República Nilo Peçanha e pelo prefeito Francisco Marcelino de Sousa Aguiar no dia 14 de julho de 1909.

O bravo Theatro Municipal do Rio de Janeiro passou por quatro grandes reformas. Em 1934, foi ampliada a capacidade da sala de 1.739 para 2.205 lugares; em 1975, foram obras de restauração e modernização, além da criação da Central Técnica de Produção. Em 1996, iniciou-se a construção do edifício anexo com salas de ensaios. E a reforma iniciada em 2008 e concluída em 2010 restaurou e modernizou instalações. A reinauguração ocorreu em 27 de maio de 2010, com a presença do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva do ministro da Cultura, Juca Ferreira, do governador estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, entre outras autoridades. O teatro conta hoje com 2.252 lugares.

Entre crises financeiras, paralisações, cancelamentos de espetáculos e problemas administrativos, a casa de espetáculos conseguiu retomar o trabalho em março de 2018 com Ana Botafogo e Cecília Kerche, dois importantes nomes do ballet brasileiro.

Apesar da proibição de fazer concursos para a orquestra, corpo de baile e coro, impostos pelo acordo de recuperação econômica do estado assinado entre os governos do Rio e federal, o presidente da instituição, Fernando Bicudo, diz que os salários estão em dia, e os pedidos de recursos já foram enviados ao Governo do Estado. “Desde o ‘Concerto da Ressurreição’, no dia 31 de março, o teatro está ficando sempre lotado", declarou Fernando. O TMRJ é administrado pela Secretaria de Estado de Cultura. Para o segundo semestre, serão apresentados também o balé “Copélia”, em agosto com o corpo de baile, e “Lago dos Cisnes”, em dezembro, que foi cancelado no ano passado por causa da crise.

A atividade teatral era muito intensa na cidade do Rio de Janeiro durante a segunda metade do século XIX. Os teatros, de São Pedro e o Lírico, eram criticados pelas acanhadas instalações, tanto pelo público, quanto pelas companhias que neles atuavam. Foi então que o prefeito Pereira Passos resolveu promover uma grande modernização do centro da cidade, que estivesse à altura da então capital do país, abrindo-se, a partir de 1903, a Avenida Central (hoje avenida Rio Branco) moldada à imagem dos boulevards parisienses e ladeada por magníficos exemplares de arquitetura eclética.

Ocorreu então um concurso para a construção de um novo teatro e o projeto vencedor foi o de Francisco de Oliveira Passos (filho do então prefeito Francisco Pereira Passos), que contou com a colaboração do francês Albert Guilbert, com um desenho inspirado na Ópera de Paris, de Charles Garnier.

O prédio foi decorado por Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli, importantes pintores e escultores da época. E artesãos europeus assinaram os vitrais e mosaicos. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi construido em tempo recorde, quatro anos e meio, graças ao revezamento de 280 operários em dois turnos de trabalho. Foi inaugurado no dia 14 de julho de 1909 pelo então presidente da República, Nilo Peçanha, e pelo prefeito da cidade Francisco Marcelino de Sousa Aguiar.

Eliseu Visconti é o artista com maior presença na ornamentação do teatro, sendo de sua autoria todas as pinturas da sala de espetáculos: o majestoso pano de boca (maior tela já pintada no Brasil), teto sobre a plateia (plafond) e friso sobre o palco (proscênio). Também as pinturas do “foyer” do teatro (teto e painéis laterais), consideradas como obra prima da pintura decorativista no Brasil.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 26/07/2018

Panelas da Casa promove 'Comidas de Vó' nos restaurantes da cidade

Começa hoje a 7ª edição do festival Panelas da Casa de Brasília, evento gastronômico genuinamente brasiliense que tem como proposta valorizar a gastronomia e a produção local, oferecendo menus completos criados especialmente para a ocasião, com entrada, prato principal e sobremesa, a um preço bem convidativo. Nesta edição o evento será inspirado nas comidas de vó onde cada um dos chefes elabora pratos de acordo com memórias afetivas e tradições de suas famílias.

Rodrigo Quintiliano, proprietário da C’est La Vie, diz que as melhores lembranças sempre estão ligadas a alguma receita e a alguém importante. “Muito do que cozinhamos hoje está ligado à essa memória afetiva, desde nossa avó, que vai passando seus conhecimentos para as outras gerações”, declara Quintiliano.

Neste ano o festival vai até o dia 12 de agosto e traz como novidade a opção de degustar apenas o prato principal por R$ 34,90 ou o menu completo, com entrada, prato e sobremesa por R$ 49,90. E mais: os clientes que passarem por todos os restaurantes vão participar do sorteio virtual para concorrer ao Show de Roberto Carlos com acompanhante.

Participam desta 7ª edição 15 restaurantes: Beirute (107 Norte), Belini Café (114 Sul), Belini Pães & Gastronomia (113 Sul), Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável (113 Sul), Café Savana (116 Norte), Cantucci Bistrô (403 Norte), Carpe Diem (104 Sul, Brasília Shopping, Terraço Shopping e CasaPark), C’est La Vie (408 Sul), Dom Francisco (402 Sul, Asbac, Pátio Brasil e ParkShopping) ,Dona Lenha (413 Norte, 202 Sul, Deck Brasil e Terraço Shopping), El Passo (110 Norte, 404 Sul e Terraço Shopping), Genghis Kan (214 Norte), Nossa Cozinha Bistrô (402 Norte), Marietta (Casa Park) e Veloce (Deck Brasil).

Panelas da Casa foi criado pelo restauranter Andrei Prates (Cantucci Bistrô, 403 Norte) e pelos chefs Mateus Takano (Genghis Kan 214 Norte) e Alexandre Albanese (Nossa Cozinha Bistrô – 402 Norte),com o objetivo de trocar ideias e experiências, unir os chefs, cozinheiros e restaurateurs e desafiá-los na elaboração de novos pratos com ingredientes locais.Mais informações pelo https://www.facebook.com/panelasdacasa/ ou pelo Instagram @panelasdacasa Fotos Telmo Ximenes.

 
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