Gilbert Di Angellis


Gilbert Di Angellis

 

 
Sem crise! Intercâmbio continua em alta e leva jovens de Brasília a cursar medicina na Rússia

Gabriel Garcia e Giovanna Milhomens preparam as malas para estudar em uma das melhores universidades do país europeu e não sabem se querem voltar para o Brasil

Kursk

A crise que se instalou pelo país tem sido um estímulo a mais para alguns jovens brasileiros. Estudantes universitários aproveitam a maré baixa para arrumar as malas e tentar uma oportunidade de estudo em diversos destinos, entre os quais a Rússia. O país europeu é um dos melhores no ranking de ensino de medicina e cerca de 80% dos alunos da Universidade Médica Estatal de Kursk passam de primeira no Revalida. É buscando concretizar o sonho de se tornar doutor que dois brasilienses embarcam com destino a região em agosto.

Gabriel Garcia e Giovanna Milhomens seguem para a Universidade Médica Estatal de Kursk, uma das melhores do país, única no ensino totalmente em inglês. Ambos foram aprovados no processo seletivo realizado pela Aliança Russa, representante oficial das universidades russas no Brasil, e que consiste na checagem de documentos e entrevistas. Caso o aluno não tenha conhecimento da língua inglesa, na qual o curso é lecionado, é preciso passar pela faculdade preparatória.

Gabriel Garcia, de 20 anos, vai deixar a família em Brasília para ingressar em seu primeiro curso universitário. O jovem sempre quis fazer medicina para ajudar as pessoas e a indicação de um amigo foi decisiva para optar pelo ensino na Europa. “Ele me disse que a faculdade é muito melhor que no Brasil e que valeria muito mais a pena estudar lá. O custo-benefício também foi um fator muito importante para a minha escolha”, conta.

O brasiliense, que já morou no exterior, está empolgado com a vida universitária e espera que seja um dos melhores cursos que possa frequentar. “A faculdade é excelente e reconhecida como uma das melhores. É uma oportunidade que não posso dispensar”. Já Giovanna Milhomens diz que se interessa pela medicina desde a infância. A escolha pelo curso na Rússia se deu após conversar com uma colega que já está estudando no país. “Eu nunca tinha considerado, mas vi que faculdade em Brasília está muito difícil e, como não tenho problema com distância, achei que a Rússia seria uma ótima opção”, afirma.

A jovem teve apoio dos pais desde o início e acredita que será um curso puxado, porém excelente. “Eu acho que vai ser bom para o amadurecimento emocional, uma experiência de vida totalmente diferente”, conta.

Os dois estudantes estão se preparando para ficar longe de casa por seis anos e ainda não sabem se voltam para atuar no Brasil. “Não sei ainda, mas posso achar que é melhor ficar lá”, diz Giovanna. Para Gabriel, a dúvida sobre o futuro também é grade, mas ele deve retornar após o curso. “É provável que eu volte, mas não sei o que farei depois da graduação”, afirma.

 

Baixo custo

Mesmo com a conversão do dólar, cursar medicina na Rússia ainda é um ótimo investimento. Isso porque o governo russo subsidia os alunos estrangeiros que vão para o país estudar, o que diminui consideravelmente o custo do curso. O semestre lá sai por US$ 3100, incluindo hospedagem e seguro médico. Valor muito inferior ao cobrado no Brasil.

 

Estudo reconhecido

A Aliança Russa é representante oficial das principais universidades russas no Brasil desde 2005. Seu trabalho consiste na seleção dos candidatos, no processo de orientação da faculdade, no recolhimento da documentação necessária para permanência legal do estudante na Rússia, na obtenção da vaga, inscrição na universidade e na assessoria durante a viagem até a chegada ao seu local de destino.

Ao voltar para o Brasil, o estudante submete o diploma adquirido ao processo de reconhecimento em uma universidade brasileira, um procedimento padrão para qualquer brasileiro que faça graduação em centros de ensino estrangeiros. No processo de Revalida, 80% dos alunos da Universidade Médica Estatal de Kursk passam de primeira. Desde 2010, o chamado Diploma Único de Estudos Superiores da Europa, do qual a Rússia faz parte, passou a valer conforme o Tratado de Bolonha. Seu objetivo é facilitar a mobilidade dos estudantes e profissionais do ensino superior da Europa.

 

Mais informações: www.aliancarussa.com.br

 

 
Alerta para segurança de dados: pesquisa mostra que 58% de usuários de serviços em nuvem compartilham credenciais de acesso a informações

BSA

A computação em nuvem é uma realidade pujante.  A tecnologia proporciona mais eficiência ao armazenamento de dados e melhora a produtividade e a capacidade competitiva das empresas, que conseguem pagar exatamente pelo software que precisam usar. Mas engana-se quem imagina que informações em Cloud não precisam de gestão. Segundo a Pesquisa Global sobre Software, concluída este ano pela BSA| Software Alliance, organização global que defende o setor de softwares contra a pirataria, realizada em 32 mercados, entre eles o Brasil, 58% dos usuários da tecnologia Cloud compartilham credenciais que garantem acesso aos serviços de software comercial em nuvem. E mais de um, em cada dez, revelou que compartilha as informações com pessoas fora do ambiente de trabalho. Dentro deste grupo, 72% indicaram que já fizeram isso mais de uma vez.

O estudo mostra que parte do problema do compartilhamento de credenciais relaciona-se à falta de orientação e à ausência de politicas formais nas empresas para o uso do serviço em Cloud: 42% dos participantes do estudo revelaram que as empresas onde trabalham não possuem tais regras. “A nuvem precisa de gestão corporativa, ou seja, políticas para a aprovação de fornecedores de serviços em nuvem e que definam seu uso de forma segura. Compartilhar senhas e logins fragiliza a segurança da informação”, diz Antônio Eduardo Mendes da Silva (“Pitanga”), Country Manager da BSA para o Brasil.  

“Um programa de gestão de ativos software (SAM) eficiente pode não somente definir as métricas para a compra de softwares em nuvem, de maneira segura, como também monitorar as provisões de licenciamento e o número de usuários que acessam o serviço”, completa Pitanga. Além de reduzir e prevenir ameaças digitais, o estudo da BSA mostrou que a implementação de um programa SAM pode gerar economias da ordem de 25%, por meio da eliminação de ineficiências, como a hospedagem de softwares desnecessários.

 

Sobre a BSA | The Software Alliance

A BSA | The Software Alliance (www.bsa.org) é a maior defensora do setor global de software perante governos e no mercado internacional. Seus membros incluem algumas das empresas mais inovadoras do mundo, que criam soluções de software que impulsionam a economia e aumentam a qualidade da vida moderna. Com sede em Washington, DC, e operações em mais de 60 países, a BSA é pioneira em programas de conformidade que promovem o uso legal de software e defende políticas públicas que incentivem a inovação em tecnologia e impulsionem o crescimento da economia digital.

 

 
Conflito de gerações: o peso de decisões ultrapassadas nas empresas do futuro

Por Marcos Morita

Qual a relação entre a saída do Reino Unido da União Europeia, também conhecida pelo acrônimo “Brexit”, e o conflito entre gerações nas empresas brasileiras, onde convivem pós baby-boomers, millennials e até alguns centennials, também conhecidos como gerações X, Y e Z? Temas aparentemente desconexos, podem sim interligar-se e provocar situações análogas e de alto custo emocional, como veremos a seguir.

Creio que poucos brasileiros tenham tido a chance de explorar os países membros do Reino Unido: Escócia, País de Gales, Irlanda do Norte ou mesmo o interior pobre da Inglaterra. Para a grande maioria, Londres e seus táxis pretos, palácios e símbolos, como o Big Ben, a monarquia e os Beatles, são a cara deste país moderno, rico e contemporâneo, o que fez soar estranho a decisão tomada em referendo.

Analisando os números da votação em detalhes, percebe-se uma acentuada e profunda divisão entre a capital Londres e algumas cidades pobres do interior da Inglaterra. Assim como um abismo entre as gerações, com os mais jovens votando maciçamente pela permanência no bloco, enquanto os mais idosos, por sua saída.

Talvez valha uma volta aos livros para relembrar a ex-primeira Ministra Margaret Thatcher que, com mão de ferro, governou a Inglaterra no início dos anos 80. Amada pelos capitalistas da City Londrina e odiada pelos trabalhadores, em especial os carvoeiros, foi a responsável pelo desmonte do Welfare State, ou Estado de Bem Estar, uma série de políticas criadas no final da segunda guerra, através das quais o governo provia assistência e programas sociais nos campos da saúde, educação e complementação de renda. Desempregados, empobrecidos e desassistidos, os agora cinquentões e sessentões deram o troco, uma vez que não aproveitaram os benefícios de pertencer à União Europeia.

Considerando as diferenças, tomo a liberdade de fazer um paralelo com a situação do Brasil nos anos 80, através da música “Ideologia”, de Cazuza. Em seu refrão ele entoava: “meus heróis morreram de overdose, meus inimigos estão no poder. Ideologia, eu quero uma para viver”. A música era cantada pelos outrora rebeldes da geração X, os quais curtiram Janis Joplin e Elis Regina, e saíram às ruas para lutar pelas Diretas Já. Estes, hoje, ocupam cargos de liderança nas empresas.

É natural que com o tempo acabemos nos tornando mais conservadores. Sociedade, família, filhos e ascensão profissional criam uma blindagem e um ar de respeito. O problema está nos excessos, quando deixamos de escutar e adotamos nossas convicções como verdades absolutas, tomando decisões com base em preconceitos e modelos antigos, alijando e impondo-as aos colaboradores com pensamentos mais inovadores e alinhados com o mundo atual. Pare e reflita se não tem adotado algumas vezes, como líder, este tipo de postura.

Lembre-se de que já foi um centennial dos anos 80, curtiu Paralamas, Ultraje e Titãs e vestia-se de calça laranja com blusa verde-limão. Seja mais aberto as opiniões das novas gerações, até porque dentro em breve você provavelmente estará do outro lado, como consultor aposentado de um millennial em cargo de liderança. Saiba que, no final, o peso de sua decisão retrógrada recairá nos ombros da nova geração, os quais não tinham tempo de casa ou posição hierárquica para fazer valer sua voz, mas que assim como os jovens que disseram não ao Brexit, serão obrigados a conviver com o peso de uma decisão ruim.

 

Sobre Marcos Morita

www.marcosmorita.com.br

Marcos Morita é um executivo de negócios sênior da área comercial, com ênfase em canais de distribuição, com mais de 18 anos experiência de mercado. Possui expertise para ministrar palestras sobre abertura, desenvolvimento e gerenciamento de canais de distribuição, criação de politicas comerciais, planejamento estratégico, desenvolvimento de políticas de marketing, formação e gestão de equipes. Sua palestra, As 4 Chaves do Pensamento Estratégico, vista por centenas de executivos, aborda de maneira lúdica e participativa, temas como definição de metas, inovação, gerenciamento do tempo e motivação.

 

 
Em livro, especialista apresenta soluções práticas para gestão, vendas e motivação

 

O consultor e especialista em vendas, Erik Penna, lança mais um livro sobre o assunto com o intuito de melhorar o desempenho de pequenos negócios. Dividido em três partes, Gestão, Vendas e Motivação, o livro intitulado “21 Soluções para Potencializar seu Negócio” possui uma coletânea de textos didáticos do autor, com soluções para problemas existentes, ideias e modos de colocá-las em prática.

A ideia do livro foi despontada em Erik Penna diante de sua visão sobre o Brasil. “Ao falar de empreendedorismo, gestão, micro e pequenas empresas logo penso em nosso país, que tem garra, pessoas que trabalham incansavelmente e veia empreendedora”, justifica o consultor de vendas. Para isso, a nova publicação de Penna conta com textos fáceis de entender e com exemplos práticos, como, por exemplo, “7 ações para maximizar os negócios em tempos de crise”, “Como formar e monitorar uma equipe campeã” ou “Como encantar praticando um atendimento mágico”.

Adotar novas soluções para conquistar resultados novos e potencializar o que já existe dentro dos negócios. Esses são os objetivos da obra que se direciona ao pequeno empreendedor, que está sempre atento às oportunidades. “Mesmo em meio à crise, o brasileiro sempre busca se renovar para uma vida melhor: produtos novos surgem a cada dia e o Brasil não para de girar”, diz Penna.

Por meio de sua experiência acumulada em anos no universo das vendas, Erik Penna trata do assunto de maneira leve, sem esquecer que neste processo estão envolvidas pessoas que trabalham e lutam por uma vida melhor. “Quero transmitir com alegria e bom humor que é possível trabalhar com vendas sempre motivado e ensinar os outros a ter esperança”, completa Penna. O especialista consegue, com inteligência, crença e amor pelo que faz como atingir pessoas e encantá-las.

De forma leve, alegre e cativante, Erik Penna nos ensina, ainda, como a família e o trabalho podem e devem caminhar juntos. O livro traz ferramentas para ter sucesso nos negócios, como empreender com conhecimento, liderar com inspiração e transformar pessoas e resultados. Por fim, Erik Penna divide mais do que ideias neste novo livro: são experiências destrinchadas, vividas por ele, que trabalha com conhecimento e paixão, para que o leitor absorva e coloque também em prática em sua vida e trabalho.

 

Ficha técnica:

Livro: 21 Soluções para Potencializar seu Negócio

Autor: Erik Penna

Editora: Santuário

Formato: 14 x 20,5 cm

ISBN: 978-85-920497-0-6

Número de páginas: 135

Valor: R$ 30,00 + frete

Onde comprar: no site www.erikpenna.com.br

 

 
Brasil, um país de oportunidades!

Cada problema a ser resolvido é uma oportunidade para aqueles que se desafiam a solucioná-lo

Legenda: Foi através do lixo que o artista Vik Muniz fez um dos seus mais importantes trabalhos. E você, o que pode fazer com o que está a sua volta? 

Em meio às diversas crises que estampam as capas dos meios de comunicação, tais como a política, a econômica e a ética, o Brasil segue sendo um país com condições favoráveis ao empreendedorismo.

A priori, tal premissa pode parecer absurda. Mas garanto que não é! O empreendedor é aquele que inova e soluciona problemas dos mais variados. Dessa forma, revoluciona processos, produtos e serviços de modo a lucrar com essa atividade. 

Quanto mais acentuada for a insatisfação das pessoas e empresas com estes campos, certamente maior será a possibilidade de ganhar dinheiro oferecendo um novo jeito de se fazer as coisas. 

Nesse sentido, o Brasil, por sua histórica ineficiência, típica de país de terceiro mundo, serve de bandeja os empreendedores de plantão. Problema por aqui é o que não falta. Diante desse cenário, resta a cada um escolher se chora ou vende lenço.

Educação ruim gera demanda por conteúdo educativo de qualidade; hospitais sucateados aumentam o interesse em planos de saúde; transporte coletivo insuficiente reforça o desejo de adquirir carro ou moto (muitas vezes através de financiamento). Estes são alguns exemplos clássicos de como muitos negócios se formar e se perpetuam através das necessidades sociais. 

O paulista Vik Muniz transformou lixo em arte com a contribuição de catadores de lixo de um dos maiores aterros sanitários do mundo. Esse trabalho obteve repercussão internacional e rendeu frutos ao artista e aos catadores que se envolveram com o projeto. É um belo exemplo de como mentes criativas enxergam oportunidade até mesmo nos lugares mais inusitados.

Essa curta abordagem não é de cunho nacionalista. Visa apenas lembrar o leitor que as chances de sucesso nos negócios é sempre alta em regiões onde os produtos, serviços e circunstâncias sociais geram insatisfação nas pessoas. Assim, portas e janelas são abertas para aqueles que desejam ter sucesso através do empreendedorismo.

Dito isso, fica a seguinte reflexão para o leitor: o que você pode fazer que solucione o problema de alguém e essa pessoa esteja disposta a lhe pagar por isso?

 

 
Bicos recebe investimento de R$ 2 milhões e amplia categorias

Plataforma de contratação de prestadores de serviço chegará a mil cidades brasileiras este ano 

Em tempos de crise, aumenta a busca por renda extra para driblar o desemprego ou não atrasar as contas. Um sinal disso é o crescimento no número de cadastrados na plataforma Bicos (www.bicos.com.br), que faz a ponte entre prestadores de serviço e contratantes, e ultrapassou 40 mil usuários. O site se tornou referência no segmento e já recebeu investimento de R$ 2 milhões, com destaque para o aporte do Fundo SP Partners.

Se a indicação de profissionais antes era boca a boca, com o portal se torna mais fácil e confiável contratar prestadores para serviços domésticos, de transporte, cuidados pessoais, aulas e para eventos, pois ele oferece a chance de comparar preços e saber o histórico de cada cadastrado, sem sair de casa.

De olho em novas demandas, foram criadas dez novas categorias, nas áreas de cuidados pessoais e casa. Agora, poderão se cadastrar também quem trabalha como esteticista, maquiador, além de serralheiro, carpinteiro, vidraceiro, tapeceiro e serviços de lavanderia e ar condicionado. Já a categoria eventos abre espaço para decoração e entretenimento. Dança passa a integrar o rol de aulas particulares. Confira abaixo o top 10 de profissionais que mais buscam bicos na plataforma:

 

Ranking de profissionais que mais buscam bicos

1º) Acadêmicos (professores de línguas, reforço escolar e informática)

2º) Garçons/Barman

3º) Técnico de Informática

4º) Pets (hospedagem, adestrador, passeador, cuidador, taxi dog)

5º) Motoristas

6º) Diaristas

7º) Serviços Gerais (vidraceiro, piscineiro, dedetização, instalação de antenas, etc.)

8º) Eletricistas

9º) Alimentos e Bebidas (carrinhos de comidas, como churros, pipoca, sorvete, etc.)

10º) Personal Organizer

 

Fonte: Bicos (www.bicos.com.br)

 

 
Ibmec/DF tem um novo diretor executivo

Jaime Yamassaki Bastos assume o comando da unidade

O Ibmec/DF tem um novo diretor executivo. Jaime Yamassaki Bastos assumiu o cargo no fim do mês de abril. Doutor e Mestre em Ciência da Informação pela UFMG, Jaime atuava no Ibmec em Minas Gerais desde 2006, como responsável pela área de educação executiva.

A chegada do executivo à unidade no Distrito Federal é cercada por boas expectativas. Dentre os principais planos, está a consolidação da presença da instituição na capital federal. “Vamos ampliar nosso portfólio de cursos de MBA e pós-graduação, além de ofertar cursos de graduação com a qualidade acadêmica que sempre caracterizou o Ibmec”, revela ele, que ainda completa com outra novidade para o público do Distrito Federal: “Teremos uma nova sede em Brasília, um novo campus, moderno e especialmente preparado para proporcionar as melhores condições aos nossos alunos. O momento do Ibmec é de crescimento. Há muitas oportunidades em Brasília, temos um bom trabalho a ser feito”, diz ele.

 

 
Quais as complicações da cirurgia de catarata?

Confira, a seguir, a entrevista com Virgílio Centurion sobre os riscos e as complicações da cirurgia de catarata:

 

01) Quais são as complicações pós-operatórias mais comuns decorrentes da cirurgia de catarata?

Dr. Virgílio Centurion - Uma das complicações da cirurgia de catarata mais comuns é uma opacificação da cápsula posterior também chamada de OCP. Embora algumas pessoas denominem a OCP de "catarata secundária", ela realmente não é uma catarata. Uma vez que uma catarata é removida, ela não volta. Durante a cirurgia de catarata, o cirurgião irá remover a lente natural turva do olho (a catarata) e substituí-la por uma lente intraocular (LIO). Grande parte da membrana transparente fina que circunda a lente natural (chamada de cápsula da lente) é deixada intacta durante a cirurgia e a LIO é implantada dentro dela. Quando a catarata é removida, o cirurgião faz todos os esforços para manter a integridade da cápsula do cristalino, e, normalmente, a visão do paciente, após a cirurgia de catarata, é muito clara. No entanto, em cerca de 20% dos pacientes, a parte posterior da cápsula torna-se turva algum tempo após a recuperação da cirurgia de catarata ou mesmo meses mais tarde, causando OCP. A opacificação da cápsula posterior da lente ocorre porque as células epiteliais remanescentes, após a cirurgia de catarata, cresceram na cápsula. Em alguns casos, se progride de forma significativa, a visão pode ser pior do que era antes da cirurgia de catarata.

 

02) E como é tratada a opacificação da cápsula posterior?

Dr. Virgílio Centurion – O laser YAG pode tratar a opacidade da cápsula posterior de maneira segura, eficaz e indolor. O procedimento leva apenas alguns minutos e é totalmente indolor; nem desconforto ocorre no pós-operatório. Na sequência de uma capsulotomia YAG, o paciente pode retomar suas atividades normais imediatamente. Ele pode relatar moscas volantes depois do procedimento, mas elas provavelmente vão desaparecer dentro de algumas semanas. Uma vez que o laser YAG remove a zona central da cápsula posterior turva, por trás da lente intraocular, a condição não pode voltar. Assim, o tratamento a laser é necessário para eliminar definitivamente a perda de visão causada pela opacificação da cápsula posterior, após a cirurgia de catarata.

 

03) Outro exemplo de complicação da cirurgia de catarata são as lentes intraoculares mal posicionadas ou deslocadas. Por que isso ocorre?

Dr. Virgílio Centurion – Se a lente intraocular se deslocar, a acuidade visual do paciente pode diminuir substancialmente. Mas como uma lente intraocular pode se deslocar ou ficar mal posicionada? Na maioria das cirurgias de catarata, a lente intraocular é colocada no interior do "saco capsular", que contém a lente natural turva ou a catarata do olho. Os oftalmologistas fazem todas as tentativas para manter a integridade do saco capsular de modo que a lente intraocular possa ser posicionada corretamente no seu interior. Mas o saco capsular é extremamente fino - aproximadamente a espessura de uma única célula vermelha do sangue - e, por vezes, pode romper-se ou quebrar-se. Além disso, o próprio saco capsular pode se deslocar devido à fraqueza ou quebra das fibras que o seguram no lugar, resultando em uma condição conhecida como diálise zonular. Esta condição coloca o implante ocular em risco de mau posicionamento ou de luxação do implante. Mesmo sem complicações subjacentes, as lentes intraoculares ainda podem se deslocar, especialmente se um dos "braços" elásticos que prendem a lente no lugar está posicionado incorretamente dentro do saco capsular ou se torna mal posicionado mais tarde. Quando um implante de lente intraocular é mal posicionado ou deslocado, o cirurgião de catarata pode reposicioná-lo num segundo procedimento. Em alguns casos, o implante deve ser costurado no lugar ou outro tipo de lente deve ser implantada. Se o deslocamento da lente intraocular ocorre após uma cirurgia de catarata recente, o reposicionamento da lente deve ser feito em breve. Isto porque os implantes começam a "cicatriz", no lugar, cerca de três meses depois da implantação original e pode tornar-se muito mais difíceis removê-los, se decorrido muito tempo. Se o paciente teve um implante intraocular mal posicionado ou deslocado, suas chances de um bom resultado na sequência de um segundo procedimento são boas, se o cirurgião agir prontamente. Um estudo recente da Clínica Mayo com dados de mais de 14.000 cirurgias de catarata, realizadas entre janeiro de 1980 e maio de 2009, revelou que o risco de deslocamento de uma IOL, após uma cirurgia de catarata é muito baixo: após 10 anos da cirurgia, o risco cumulativo foi de 0,1%; aos 20 anos, foi de 0,7%; e aos 25 anos, foi de 1,7%.

 

04) Outras potenciais complicações da cirurgia de catarata variam de inflamação ocular à perda da visão. O risco de perda de visão grave é muito raro e pode ocorrer como resultado de uma infecção ou hemorragia no interior do olho. Há como prevenir esses problemas?

Dr. Virgílio Centurion – Sim. Para prevenir qualquer processo infeccioso em uma cirurgia de catarata algumas medidas devem ser levadas em conta antes da cirurgia, durante e depois da mesma. Como primeira medida o centro cirúrgico deve estar em perfeitas condições de higiene. Se for um centro cirúrgico geral que foi previamente usado, é importante arrumar e limpar antes de entrar. Antes de começar a cirurgia é muito importante fazer uma avaliação cuidadosa do olho, principalmente da conjuntiva e as pálpebras. É muito importante o afastamento dos cílios e as pálpebras do campo cirúrgico por meio de fita adesiva. Os microorganismos responsáveis de endoftalmite (infecção intraocular) geralmente colonizam os cílios e as pálpebras. Durante a cirurgia há vários fatores que predispõem. O tempo cirúrgico deverá ser o menor possível sem sacrificar a segurança. O desenho da incisão é o outro fator. Deverá ser feita de tal forma que não apresente filtrações posteriores. A orientação do paciente em relação à higiene pessoal, como utilizar colírios, não se expor a situações de risco são fundamentais. A utilização de antibióticos de última geração antes, durante e depois da cirurgia por pelo menos duas semanas fazem parte do protocolo básico utilizado globalmente; assim como a utilização de material descartável (uso único) para cada cirurgia. Algumas complicações da cirurgia de catarata ocorrem algum tempo depois. Por exemplo, um descolamento da retina pode ocorrer meses ou anos após um procedimento de catarata perfeitamente bem-sucedido e na imensa maioria dos casos não tem relação com a cirurgia da catarata. A maioria dos pacientes com descolamento de retina tem um bom resultado se recebem tratamento oftalmológico quando os primeiros sintomas começam e o tratamento é feito imediatamente. No entanto, uma pequena percentagem terá a visão substancialmente e permanentemente reduzida. O paciente precisa informar ao cirurgião sobre moscas volantes, flashes de luz e perda de visão súbita, pois estes sintomas podem indicar um descolamento de retina.

 

05) Há ainda outras potenciais complicações da cirurgia de catarata?

Dr. Virgílio Centurion – Podemos mencionar inchaço da córnea ou da retina, aumento da pressão no olho (hipertensão ocular), pálpebra caída (ptose). Essas complicações normalmente podem ser tratadas com medicamentos, acompanhamento oftalmológico.

 

O Dr. Virgilio Centurion é médico oftalmologista e Diretor do IMO (Instituto de Moléstias Oculares). Para mais informações, acesse: www.imo.com.br 

 

 
Em qual rede social empreender em 2016?

Por Adriano Tadeu Barbosa (*)

No Brasil, temos a cultura, de qual não compartilho, de que a vida só começa mesmo depois do Carnaval. Mas ele já se foi e deixou muitas energias boas para que nosso 2016 seja repleto de oportunidades, principalmente quando tratamos de redes sociais. Os últimos dados que temos de acesso dão conta de que elas só crescem no país. A Pesquisa Brasileira de Mídia 2015 (PBM), divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, diz que quase metade dos brasileiros usa a internet regularmente.

Os conectados dizem utilizar as redes sociais para se informar, para se divertir, para passar o tempo livre e para estudar. Segundo a pesquisa, as pessoas costumam estar mais conectadas nos mesmos horários, independente do dia: das 10h às 11h e das 20h às 21h.

32% dos usuários não realizam nenhuma outra tarefa enquanto estão conectados, como comer, conversar ou assistir à televisão. A conexão por aparelhos móveis já atinge a incrível casa dos 66%. Depois do Orkut, que foi a porta de entrada desta nova forma de se conectar, podemos concluir que investimos nas redes sociais para nossos negócios ou continuaremos fora de um grande mercado. Mas no meio de tantas opções, qual rede social empreender em 2016?

Este com certeza será o ano dos vídeos, porque, relativamente, a leitura na evolução da humanidade é recente. Estamos programados para prestar atenção e entender as coisas que se movem e, adicionando som, aumenta o efeito. Cerca de 90% da informação captada por nossos cérebros é visual e nós processamos imagens 60 mil vezes mais rápido do que podemos processar textos.

Por isso, o Facebook, a rede social usada por 83% dos internautas brasileiro, se adaptou aos vídeos e até oferece imagens em movimento em sua foto de perfil e um servidor próprio para os envios. Mas não é dele que quero falar. Preste atenção no WhatsApp, com 58% de internautas; no Youtube, com 17%; e no Instagram, com 12%. Todas envolvem os vídeos, e provavelmente você já pensou em utilizá-las em seus negócios ou para seu marketing pessoal.

Além das que já conhecemos, o Linkedin será a rede social com maior crescimento aos que investem em suas carreiras, negócios e marketing pessoal; e o Periscope, em ascensão por envolver os vídeos ao vivo, é uma ótima forma de integrar o branding das empresas e negócios com seus públicos, fidelizando, interagindo, vivendo a realidade e momentos.

Outra rede superimportante e com visibilidade, principalmente, entre os jovens tem um fantasma amarelo como ícone. O Snapchat veio devagar, mas agora para ficar e crescer cada vez mais. Veja que existem oportunidades, principalmente as que interagem você, sua marca e seu público. Investir em interação é a chave para 2016.  É claro que gostamos de qualidade, design, mas é sempre melhor feito do que perfeito. Pense assim e construa sua autoridade, novos negócios, marketing pessoal e posicionamento.

 

(*) Adriano Tadeu Barbosa é supervisor do curso de Empreendedorismo do Centro Europeu (www.centroeuropeu.com.br), de Curitiba (PR), e fundador da Ponto Pessoal, primeira agência brasileira especializada em Comunicação e Marketing para pessoas

 

 
Esquizofrenia de imagem: quem é a sua empresa nas redes sociais?

Por Janaína Almeida (*)

Muitas empresas já reconhecem a importância de marcar presença nas redes sociais. Contudo, a falta de um posicionamento claro e aliado aos valores da marca pode gerar uma verdadeira esquizofrenia social. Isso acontece quando em diferentes redes, ou mesmo em uma só, a empresa não encontra uma linha de comunicação adequada ao seu público, fazendo com que cada postagem tenha uma linguagem e um tom diferente. Para evitar que isso aconteça, antes de adotar uma estratégia, é necessário fazer as seguintes reflexões:

 

Qual a personalidade da sua empresa?

Principalmente para as marcas B2B, estar bem posicionado nas mídias sociais oferece à empresa uma oportunidade de ter um rosto, algo bem difícil de alcançar através dos canais tradicionais de marketing, tais como e-mail e publicidade. Por mais que seja óbvio, é preciso lembrar que as redes são sociais, o que significa que, para sua empresa se destacar, ela deve ter personalidade e amizade com o seu público.

Para que essa “humanização” aconteça, a marca deve incorporar valores, crenças, gostos e convicções. As pessoas gostam de se relacionar com quem se identificam e, com toda certeza, você quer que elas admirem a sua marca. Então, vale à pena investir um tempo na construção dessa personalidade. Veja algumas questões bastante úteis de serem respondidas durante esse processo:

 •    Se sua marca fosse uma pessoa, quem ela seria? Qual seria sua personalidade?

 •    Qual seria a relação dessa pessoa com o seu consumidor?

 •    Quais adjetivos não definem sua marca? Que características negativas nunca poderão ser associadas à sua empresa?

 •    Existem empresas com personalidade parecida com a sua? O que você mais gosta nelas?

 •    O que você deseja que seus clientes pensem sobre sua empresa?

 •    Qual é a vibe da sua marca? O que você quer transmitir aos seus seguidores e fãs?

Ao responder essas perguntas você já terá a base para construir sua personalidade na web. Também é interessante observar se essas características estão alinhadas à mensagem passada pela identidade visual da sua empresa, já apresentada em seu site, por exemplo. A personalidade criada para sua marca deve ser coerente e harmônica com o conteúdo e a estratégia de seu negócio.

 

Qual linguagem será usada nas suas conversas nas redes sociais?

Esse é outro ponto que merece atenção. Não é possível você conversar, ao mesmo tempo, com um grupo de executivos e uma roda de skatistas. Antes de sair falando de qualquer jeito, é importante que você descubra quem é o seu público-alvo e como ele conversa e interage com as outras pessoas. Isso pode revelar muito sobre qual linguagem você deve utilizar, permitindo também uma conversa agradável com termos que serão facilmente entendidos. Procure sempre ser autêntico e escrever em segunda pessoa, como se fosse uma conversa de um a um, entendendo seu interlocutor e o que ele espera de você. Descubra quais são seus gostos, gere identificação, veja como sua empresa pode acrescentar na discussão e use isso a seu favor.

 

Como evitar a esquizofrenia social?

Por mais que pareça complicado, a fórmula para ser bem sucedido nas redes sociais é simples: seja coerente. Assim que conseguir traçar qual a sua personalidade e começar a transmiti-la, evite mudar de foco o tempo todo. Quando você quiser acrescentar uma nova causa à sua identidade, apenas some, não substitua.

Desenvolver seu tom de voz nas redes sociais irá te ajudar a conhecer mais sobre sua própria empresa e seus clientes. Mantenha uma postura transparente e honesta, lembrando-se sempre que você está interagindo com pessoas reais, dotadas de valores e crenças. Assim, será possível estabelecer uma conexão com sua audiência, criando clientes fiéis que acreditam em você e no que tem a oferecer.

Para finalizar, minha última dica é: inspire-se nas marcas que você admira, bons exemplos podem te ajudar (e muito!) a fazer a diferença nessa realidade virtual, cada vez mais real.

 

(*) Janaína Almeida é jornalista na InformaMídia Comunicação e colaboradora do Blog da PME (www.informamidia.com.br/blog).

 

 
Conta de luz: a bandeira rosa, a laranja e a verde-musgo

Diogo Mac Cord de Faria (*)

Apertem os cintos: a loucura voltou ao setor elétrico. Após uma redução de 20% em 2013 e de um aumento de mais de 100% em vários estados entre 2014 e 2015, as bandeiras tarifárias passaram a ser notícia nos jornais da noite.  Todo fim de mês é a mesma coisa: a ANEEL informa à mídia se, no mês seguinte, a bandeira será verde, amarela ou vermelha – em alusão aos sinais de trânsito tão conhecidos por todos.

Esta metodologia começou no ano passado (após ter sido estrategicamente adiada por causa das eleições presidenciais), e estava começando a ser compreendida pelo cidadão. Fácil: bandeira vermelha, pare! Há algo de errado (os reservatórios estão vazios!) e precisamos economizar energia elétrica. Bandeira amarela, estamos mais ou menos; e bandeira verde, podemos consumir normalmente. Como infelizmente é muito difícil que esta consciência seja despertada por pura civilidade, cada bandeira tem um preço: nas cores vermelha e amarela, há uma penalidade (maior ou menor), em forma de sobrepreço da energia. Já na verde não há sobrepreço, e o consumidor paga o valor regular em sua conta mensal.

Para que esta lógica faça sentido, é preciso que estes valores sejam conhecidos por todos, e que esta penalidade esteja internalizada em cada residência brasileira. A esposa pegaria no pé do marido que deixasse as luzes ligadas da sala, e o troco viria na hora que ela fosse secar o cabelo. Por quê? Porque ambos saberiam que o valor do kilowatt-hora aumentaria em “X” reais. No entanto, desde que este mecanismo foi criado, há apenas 1 ano, o valor da bandeira vermelha já foi de R$5,50 (para cada 100 kWh), passou para R$4,50 em agosto passado e, agora, inventaram uma bandeira “rosa” (acabando com a lógica de tão fácil compreensão dos sinais de trânsito!) valendo R$3,50. A bandeira amarela passou de R$2,50 para R$1,50. É muito complicado explicar à maior parte da população que ela precisa economizar, e que caso contrário ela pagará mais pelo consumo, se ela não souber quanto será este sobrepreço.

É como dizer que estacionar em local proibido pode render ao infrator uma multa verde, amarela, vermelha, cor-de-rosa, laranja, verde-musgo, violeta ou azul-turquesa, dependendo do humor do guarda. Parece que a ANEEL ainda não aprendeu que pior do que uma regra ruim é uma regra que muda a toda hora: uma regra ruim, com o tempo, acaba sendo compreendida e as pessoas de adaptam a ela. Agora, uma regra “camaleão”, que cada dia tem uma cor, um preço e uma forma de aplicação, só confunde em vez de ajudar. Com este sinal quebrado, é de se esperar muitos acidentes neste cruzamento.

 

(*) Diogo Mac Cord de Faria é engenheiro mecânico, doutorando pela Politécnica/USP e especialista em infraestrutura pela universidade de Harvard. É sócio de regulação econômica de serviços públicos da consultoria LMDM e coordenador do MBA do Setor Elétrico do ISAE/FGV, de Curitiba (PR).

 

 
Seis dicas para cuidar do seu pet no verão

Por Gabriela Muniz (*)

Durante a estação mais quente do ano, muitos pets se sentem incomodados pelas altas temperaturas. Por isso, devemos tomar alguns cuidados especiais para manter a saúde desses animais em dia. Preparei seis dicas simples que irão garantir o bem estar do seu pet nesse verão:

1) Hidratação é essencial – por mais que pareça óbvio, sempre vale a pena lembrar. Nessa estação é comum os animais, principalmente os mais peludos, ficarem bem desidratados. Para garantir que isso não aconteça, uma ideia interessante é facilitar esse contato espalhando várias vasilhas de água pela casa, assim ele poderá se hidratar sem fazer muito esforço. O ideal é manter a água sempre fresca e limpa, mas se você ficar fora por muito tempo faça a troca ao menos duas vezes por dia e mantenha os potes na sombra. Se você ainda quiser dar um mimo ao seu animal, pode variar com uma água de coco bem geladinha!

2) Evite passeios nos horários mais quentes – outro cuidado importante é evitar passear com seu animal entre 10h e 17h. Mesmo fora desse período, dê preferência aos locais com árvores, sombra, piso frio ou grama. Se não for possível, verifique se a temperatura do asfalto está suportável. Para saber, faça o teste colocando sua mão no chão por 20 segundos. As patas dos pets são muito sensíveis e poderão esquentar rapidamente caso a superfície esteja quente e, em casos mais graves, esse contato pode gerar queimaduras. Lembre-se também de levar uma garrafinha com água fresca e verificar se o animal está salivando muito, se isso acontecer procure resfria-lo com água nas patinhas e na boca. Faça o mesmo se ele se deitar no chão e não quiser prosseguir com a caminhada, também é recomendado aguardar pelo menos quinze minutos para retornar o passeio para casa.

3) Use filtro solar – assim como nós, os animais também precisam se proteger contra o câncer de pele, por isso devem usar filtro solar. Existem diversas marcas específicas para uso animal no mercado ou você pode mandar manipular a fórmula. A recomendação é aplicar nas partes menos cobertas por pelos, como pontas da orelha, barriga e nariz, principalmente em animais de pelo curto, pelagem branca ou de mucosas claras. Também vale lembrar que, em hipótese nenhuma, você deve ser usar o filtro solar destinado a humanos, pois esse pode causar intoxicações se for lambido pelo pet.

4) Se ele comer menos, não se desespere – durante o verão é normal os animais diminuírem seu ritmo de alimentação. Não se preocupe com isso, o máximo que você pode fazer é oferecer várias porções ao dia do alimento para ver se ele se anima um pouco mais em comer.

5) Banho e tosa pra ontem – assim como ninguém gosta de vestir casaco no verão, para os bichinhos também é um sofrimento passar pela estação coberto de pelos. Então, providencie uma tosa, ao menos a higiênica, para seu pet agora mesmo. Além de contribuir para a higiene, o hábito irá refrescar os animais. Banhos também são indicados uma vez por semana. A recomendação é lavá-los com água em temperatura ambiente e xampu especial para pets, neutro e hipoalergênico.

6) Fique atento aos sinais de doenças – micoses, piolhos, sarnas e parasitas de pele são mais comuns no verão. Para evitar que o animal contraia alguma dessas enfermidades, recomenda-se evitar levar o cão ou o gato a locais muito frequentados por outros animais e aplicar remédios antipulgas e anticarrapatos a cada 21 dias.

Enfim, todas essas dicas são bem simples de seguir e irão proporcionar um grande alívio ao seu animal. Então, não perca mais tempo, comece a coloca-las em prática agora mesmo!

 

(*) Gabriela Muniz é formada em Medicina Veterinária pela Universidade Santo Amaro (UNISA) e proprietária da Clínica Veterinária Cuidar.

 

 
O ano de 2015 marca a consolidação da Way Beer

No ano em que completou 5 anos, a cervejaria paranaense foi eleita a melhor do Brasil e entrou no seleto mercado norte-americano

  

Curitiba, dezembro de 2015 – No ano de 2010, nascia na cidade de Pinhais (PR), na Região Metropolitana de Curitiba, a cervejaria Way Beer. Apostando na inovação e na excelência, a empresa conquistou um público fiel em todo o país e participou dos principais eventos cervejeiros do mundo. Agora, em 2015, ano em que completou 5 anos de história, a Way Beer tem muitos motivos para comemorar.

Ainda no primeiro semestre do ano, o Rate Beer (www.ratebeer.com), um dos sites cervejeiros mais respeitados e influentes do mundo, divulgou o seu tradicional ranking anual com as melhores cervejas, cervejarias e novas cervejarias do planeta. No Brasil, o grande destaque ficou para a Way Beer, eleita pela publicação americana como a melhor do país no ano de 2014. O site baseia seus rankings em análises feitas por cervejeiros em mais de 50 países.

Para Alejandro Winocur, sócio-proprietário da cervejaria, o prêmio do Rate Beer certificou um trabalho sério e que visa, principalmente, a difusão da cerveja de qualidade no mercado brasileiro, focado na inovação em suas criações, sempre buscando novas inspirações e estilos. Atualmente, aWay Beer tem mais de uma dezena de rótulos especiais espalhados por todo o país. “O público cervejeiro é cada vez mais atento às cervejas de qualidade e que se sobressaem no mercado. Desta maneira, buscamos sempre inovar trazendo produtos que surpreendam e que valorizem a cultura cervejeira. Ser considerada pelo Rate Beer como a principal cervejaria do Brasil nos deixou extremamente orgulhosos e com a certeza as escolhas ao longo da nossa história foram acertadas”, conta o empresário.

Ainda no embalo do Rate Beer, no mês de maio a Way Beer foi convidada, pelo terceiro ano consecutivo, para representar o Brasil no principal festival de cervejas especiais da Europa: o Copenhagen Beer Celebration (CBC), realizado anualmente na Dinamarca. O evento é organizado pela Mikkeller, uma das grandes referências internacionais em cervejas artesanais, e reúne as principais cervejarias do mundo. Durante o CBC 2015, que teve todos os ingressos esgotados em apenas 15 minutos de venda, a cervejaria paranaense, única representante da América Latina no evento, apresentou oito cervejas exclusivas, criadas especialmente para o festival. 

 

Na terra do Tio Sam

No último mês de outubro, a cervejaria começou a distribuir seus produtos nos Estados Unidos. O projeto de exportação faz parte dos planos da cervejaria há um bom tempo, e foi consolidado após a Way Beer desenvolver cervejas especiais com foco no mercado internacional. “Nos últimos dois anos, passamos a pensar em um projeto de exportação consistente. Começamos a desenvolver uma linha de produtos com potencial para atingir o mercado norte-americano, pois estamos tratando de um público cervejeiro mais maduro. Ou seja, não poderíamos trabalhar com estilos de cervejas que podem ser facilmente encontrados nos Estados Unidos, e foi aí que começamos a investir em linhas especiais para exportação”, detalha Alejandro.

Em um primeiro momento, a cervejaria paranaense colocou no mercado norte-americano sete rótulos, disponibilizados em Chopp e garrafas. “A linha Sour Me Not, por exemplo, é bem peculiar e aposta em ingredientes com a cara do Brasil, como o Caju e a Graviola. Além disso, todas as cervejas que serão exportadas têm um conceito diferenciado, que traz um pouco de toda a experiência e inovação da Way, como é o caso da nossa clássica Amburana Lager, maturada em Amburana Cearensis, uma madeira genuinamente nacional”, explica o cervejeiro e sócio-proprietário da Way Beer, Alessandro Oliveira.

Com a exportação para os Estados Unidos, o faturamento da cervejaria deve crescer mais de 15%. Em 2016, a Way Beer pretende enviar quase que um container por mês para dos Estados Unidos. “Após nos firmarmos em solo norte-americano, onde queremos estar presentes nos principais bares e restaurantes, vamos seguir esse modelo que está dando certo para abrirmos novos mercados em outras partes do planeta, como no Reino Unido, na Suécia e em países asiáticos”, completa Alessandro.

Para conhecer um pouco mais sobre a história da Way Beer, agenda de eventos e principais rótulos, acesse o site www.waybeer.com.br.

 

 
Luís Roberto Barroso: pensamento do dia

 

 
Viaje seguro nas férias

Obrigatório em alguns países, o seguro viagem é item fundamental para auxiliar você em situações de emergência

São Paulo, dezembro de 2015 – Mais de 6 milhões de passageiros embarcaram nos aeroportos do Brasil para diferentes destinos, no ano passado, de acordo com a Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo). Os destinos internacionais responderam por 31,6% deste número, mais de 1.8 milhão de pessoas.

Na hora de planejar uma viagem, diversas etapas são importantes como, por exemplo, escolher o destino, pesquisar a melhor época do ano para cada região, ver passagens, hotel, definir a programação, comprar a moeda local em casas de câmbio, entre outras.

O que algumas pessoas não sabem ou, muitas vezes, não lembram, é que o seguro viagem também é um item de fundamental importância, sendo até obrigatório em alguns países e regiões, como em boa parte da Europa, através do Tratado de Schengen. Entretanto, mesmo nos países em que não é obrigatório, o seguro viagem é um cuidado importante para o viajante que quer se proteger de custos inesperados, especialmente diante de um acidente ou emergência como uma doença repentina, já que os custos lá fora são altos.

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do Brasil e líder em vendas de seguros on-line, oferece um seguro viagem com diversas coberturas, entre elas, assistência médica, rastreio e indenização diante do extravio de bagagem, acompanhamento de menores, assistência odontológica, remoção inter hospitalar e repatriamento de corpo, entre outros itens.

Apesar de ser mais usado em destinos internacionais, o produto também tem abrangência nacional, com coberturas que se adequam e podem auxiliar os viajantes em diversas situações. De acordo com o sócio-diretor da Minuto Seguros, Manes Erlichman Neto, “é fundamental que o segurado conheça todas as possibilidades de cobertura para contratar uma apólice de acordo com a necessidade de cada viagem. Além disso, o custo de um seguro pode variar dependendo, principalmente, do destino, da idade dos contratantes e da quantidade de dias que a viagem irá durar”. Outra medida importante é fazer uma simulação. Veja abaixo alguns exemplos de seguro viagem considerando diferentes situações:

 

Sobre a Minuto Seguros 

A Minuto Seguros é uma corretora de seguros que possui um site de interface simples, com navegação segura e rápida, além de uma organizada estrutura de equipe de atendimento com consultores especializados e preparados para oferecer suporte por telefone, e-mail ou chat. Com a Minuto Seguros, você experimenta a verdadeira união da praticidade virtual com o comprometimento e o respeito do atendimento real. Essa combinação oferece aos clientes uma experiência completa, visando contemplar exatamente aquilo que cada um está buscando. São mais de 15 seguradoras disponíveis, incluindo os principais players do mercado. Além do Seguro Auto oferecido no site, destacam-se também o Seguro Residencial, o Seguro Viagem, o Seguro para Eletrônicos, o Seguro para Pequenas e Médias Empresas e outras soluções para empresas. Acesse: www.minutoseguros.com.br.

 

 
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