Coluna Bernadete Alves - dia 29/06/2018

Heraldo Pereira é paraninfo de novos advogados do DF

A OAB-DF entregou carteiras a 68 novos advogados e advogadas. A solenidade aconteceu no auditório da seccional, no final da Asa Norte e contou com as presenças de ilustres convidados, dentre eles o jornalista Heraldo Pereira, que também é advogado, e a viúva de Maurício Corrêa, ex-presidente da OAB-DF, Alda Corrêa.

Ao dar boas vindas aos mais novos colegas, o presidente da OAB-DF, Juliano Costa Couto, lembrou que o advogado é indispensável à administração da Justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei. O presidente falou que é necessário os advogados e as advogadas estarem cientes de seus deveres e prerrogativas legais para exercerem de maneira digna a profissão. A carreira está diretamente ligada ao sentimento de querer ajudar o próximo.

Costa Couto, expôs aos novos advogados que a advocacia necessita de modernização mantendo, entretanto, a tradição. “O advogado deve ter impetuosidade e coragem para mudar, para inovar. Não é possível conseguir o sucesso estando sentado em uma cadeira. O sucesso só vem com o primeiro passo. O que para muitos é comum, nós, advogados, precisamos fazer diferente”, declarou o presidente.

Em nome dos novos advogados,o orador Edvaldo de Souza relatou que a advocacia se equipara a independência da sociedade. “Hoje nos comprometemos com a defesa intransigente da liberdade. Liberdade, que é um dos bens mais preciosos, mais desejados pelo ser humano, não sem razão, já se lutou, e ainda se luta, para que ela seja preservada.”

O jornalista e advogado Heraldo Pereira destacou a importância da família na vida dos jovens. “Vocês foram mais importantes do que os livros, do que os professores. Sem vocês esses jovens não estariam aqui. A coisa mais importante dessa conquista foi a solidariedade de vocês”.

O paraninfo fez questão de falar junto ao público e percorrendo todo o auditório. Heraldo Pereira falou a respeito da responsabilidade assumida por eles a partir do recebimento do número da OAB. “Vocês é que estão fazendo o Brasil. O Brasil somos todos nós brasileiros e a advocacia faz grande parte do movimento. Sejam responsáveis com essa carteira”, alertou.

Participaram da cerimônia de entrega das novas carteiras, o secretário-geral adjunto, Cleber Lopes; o conselheiro federal, Manuel Dantas; o ouvidor da OAB/DF, Paulo Alexandre; o secretário-geral da CAADF, Maxmillian Patriota; os conselheiros Seccionais: Alessandra Camarano, Erich Endrillo, Ewan Teles, João Paulo Amaral, Silvestre Rodrigues; o presidente da Subseção de Ceilândia, Edmilson Francisco; o presidente da Subseção de Samambaia, Jose Antonio; o secretário-geral da Subseção de Ceilândia, Newton Rubens e o conselheiro da Subseção de Taguatinga, Paulo Jozimo.

Também estiveram na sede OAB-DF o secretário-geral do Conselho Jovem, Emmanuel Sales; a secretária-geral adjunta da Comissão de Ciências Criminais, Ludmilla Vieira; a vice-presidente do Conselho Jovem, Marcela Furst; o membro da Comissão de Ciências Criminais, Emanuel Farias; a vice-presidente do Conselho Jovem, Marcela Furst; o membro da Comissão de Ciências Criminais, Emanuel Farias; o ex-presidente da Subseção do Gama, José Adilson; o ex-presidente do Tribunal de Ética e Disciplina, Max Telesca; a conselheira da Subseção de Taguatinga, Helena Moreira; e a membro da Associação Brasileira de Advogados Criminalistas do Goiás, Amanda Alves.

Parabéns aos novos integrantes da OAB seccional do Distrito Federal. Portar a carteira da Ordem representa o início de uma nova caminhada na vida profissional. Um verdadeiro operador do direito deve aprender que a profissão requer dedicação, amor, coragem para não esmorecer diante aos obstáculos, não colocar em risco a probidade e o nome da instituição OAB.

Há 60 Anos o Brasil levantava a Taça da Copa

No dia 29 de junho de 1958, um domingo em Estocolmo o futebol brasileiro conquistava o mundo pela primeira vez. O Brasil venceu a Suécia, dona da casa, por 5 a 2, de virada, na final da Copa do Mundo.

Pelé iniciou um gol eternizado na história das Copas do Mundo: matou a bola no peito dentro da área da Suécia. Ela pingou uma vez no chão antes do craque chapelar o zagueiro Gustavsson e concluir no canto do goleiro Svensson.

A partida mostrou que a taça Jules Rimet, que premiava o melhor selecionado do planeta, merecia outro país como dono depois de uruguaios, italianos e alemães. A primeira das cinco conquista teve a participação de Vicente Feola (treinador), Djalma Santos, Zito, Bellini, Nilton Santos, Orlando e Gilmar. Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo.

Bellini, o capitão, foi o encarregado de receber o troféu de campeão. Incomodada por não conseguir as melhores fotos no meio da comemoração, a imprensa pediu para que o zagueiro levantasse a Jules Rimet acima da cabeça, em um gesto nunca antes feito pelos vencedores. E foi assim que, com numeração confusa, uniforme improvisado e um craque de 17 anos, o Brasil ergueu, literalmente, sua primeira taça da Copa do Mundo.

Sessenta anos depois o Brasil disputa mais uma Copa do Mundo. Vamos torcer para que os craques comandados por Tite consigam avançar e fazer história mais uma vez.

 
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