Coluna Bernadete Alves - dia 25/06/2018

O batizado de Maria Leão Abi-Ackel May Valadares

As famílias Leão, Bittar, Abi-Ackel, May e Valadares reuniram amigos no Dia de São João, na Mansão Flamboyant, para celebrar o batizado de Maria Leão Abi-Ackel May Valadares, de seis meses, primeira filha da estilista Nath Abi-Ackel e do advogado Pedro Henrique Valadares.

Os convidados, vestidos de branco, foram recebidos em um bosque lindamente decorado pela empresária Valéria Leão, avó de Maria e pela bisavó Moema Leão, proprietária da mansão no Park Way, com flores em tecido, chapéus e bandeirinhas.

O almoço típico mineiro e em clima de festa junina foi muito apreciado assim como os doces e bolo de Maria Amélia.

Dentre os convidados Isadora Campos e Jorge Paulo Palhares; Eliane Martins e Marcos Chaien; Cláudia e César Canhedo; Lucia Bittar e Badalou Homsi; Cláudia Bittar e Luiz Henrique Elbel; Claudia Valadares e Guto Valadares, Moema e Celso Martins.

O sacramento de batismo foi na Catedral Metropolitana de Brasília, com o diácono Francisco Polleto, na tarde de sábado onde a pequena Maria teve como padrinhos os tios Luiza Bittar e João Marcelo Valadares e a tia Isabella Bittar como madrinha de consagração.

Aliou Cissé, de capitão a treinador de seleção da Copa

O treinador do Senegal, Aliou Cissé, é o único negro a comandar uma seleção nesta Copa e também o que tem o pior salário dentre os demais. Ele ganha 200.000 euros anuais (cerca de 870.000 reais). Ontem, contra o Japão, Cissé se transformou no segundo treinador africano a chegar às oitavas de final de uma Copa do Mundo. Aliou destacou a relevância da vitória de Senegal: "Representamos o continente".

Aos 42 anos o ex-jogador procura comandar a equipe do Senegal no mesmo nível que alcançou em 2002 quando era o capitão e comandado por Bruno Metsu, jogador da França, chamado de "leão branco" que se aposentou nos anos 80.Na segunda vez que o Senegal vai para a vitrine do futebol mundial, o ex-meio-campista, Cissé, faz história em 2018 como o mais jovem treinador.

"Sou o único treinador negro da Copa, mas a verdade é que estes debates me incomodam. O futebol é um esporte universal e a cor da pele pouco importa. Só espero que se somem mais companheiros no futuro e possam dar o passo que dei porque já vemos muitos jogadores africanos nos melhores campeonatos”, explicou Cissé. Ele está há três anos à frente do Senegal, depois de substituir o mítico ex-meio-campista francês Alain Giresse.

"Acho que estou muito preparado taticamente e procuro entender que por trás de um jogador há sempre uma pessoa. Somos africanos, queremos viver bem juntos, sentir o prazer de desfrutar de tudo o que fazemos. Essa é nossa história e nossa cultura”, declara o treinador.

Na Copa da Rússia, Cissé tem na sua equipe três ex-companheiros daquela epopeia de 2002, Tony Silva, Lamine Diatta e Omar Daf. Torcedores da seleção do Senegal apoiaram a equipe durante os 90 minutos e fizeram a festa nas arquibancadas.

Aqui no Brasil os senegaleses se reuniram na praia de Copacabana no Rio de Janeiro para comemorar a participação na Copa do Mundo da Rússia.

 
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