Coluna Bernadete Alves - dia 23/06/2018

Clube Internacional de Brasília promove encontro de saúde

A presidente do Clube Internacional, Iara Corrieri de Castro, recebeu as associadas no Buffet Renata La Porta, com palestra do renomado oncologista Fernando Maluf, chefe da Oncologia do Hospital Santa Lúcia e do mastologista Guilherme Dantas, seguida do tradicional chá das cinco.

O médico Fernando Maluf apresentou o que há de mais inovador no tratamento humanizado do tumor e falou da importância em combater a doença. Ele informou que segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer deve atingir cerca de 600 mil brasileiros até o fim deste ano.

O médico disse que tratar o câncer requer cuidado e atenção especial não só com a doença, mas também com o ser humano e seus familiares. “No momento em que se percebe que a saúde está fragilizada, é preciso se preparar para os impactos físicos e psicológicos do tratamento. Por isso é muito importante ter uma relação de confiança com toda a equipe envolvida e estar em um ambiente positivo, respeitoso e acolhedor”.

O mastologista Guilherme Dantas falou sobre a importância da humanização no tratamento do câncer de mama. Guilherme lembrou ainda que o melhor é a prevenção, com bons hábitos e conhecendo o próprio corpo.“A mulher precisa se conhecer, ficar atenta e realizar exames periódicos.

O Clube Internacional de Brasília foi fundado em 1973 por Maria Albaneze Koplowitz, dos Estados Unidos, e pela brasileira Ana Maria Sarcinelli Garcia, com a finalidade de promover a integração social da mulher da sociedade brasiliense, o intercâmbio cultural e o patrocínio de atividades assistenciais e culturais. O clube reune mulheres de diferentes nacionalidades para superar dificuldades linguísticas e culturais.

Criado em vários países no pós-guerra, oferece um extraordinário lugar de encontro para mulheres onde ideias e entusiasmo são fraternalmente compartilhados, fazendo renascer a esperança de construir um mundo mais próximo da paz, na medida em que crescem a amizade e compreensão.

Governo começa mutirão para combate ao crime organizado

A segurança no Brasil sempre foi responsabilidade dos estados, com participação residual da União e dos municípios de acordo com o Artigo 144 da Constituição de 1988. Cada estado define sua estratégia, sem o direcionamento de uma política nacional de segurança pública. Com o avanço do crime organizado país afora, o governo federal aposta no Sistema Único de Segurança Pública (Susp) para tentar reverter o clima de insegurança que atinge a população brasileira.

O novo modelo, que passa a vigorar a partir de 11 de julho, coloca a União no comando das ações de segurança, integra os esforços dos governos federal, distrital, estaduais e municipais, além de disponibilizar recursos para o combate à violência. Os resultados não serão imediatos e devem ser percebidos a partir de 2019. A base do sistema de segurança pública é a atuação conjunta, coordenada, sistêmica e integrada da União, dos estados, do Distrito Federal (DF) e dos municípios, em articulação com a sociedade.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann,disse que a partir da nova legislação, governadores e prefeitos só terão acesso aos recursos federais se aderirem ao Susp e acertarem metas de redução das taxas de criminalidade, de formação e qualificação de policiais, além de abastecerem o banco de dados nacional sobre segurança.

Jungmann acredita que a adesão ao Susp será impulsionada pelo financiamento das ações de combate à violência. "Quem não aderir não receberá nenhum tipo de recurso. Ou seja, a regra para poder receber é participar do Susp. Aliás, qualquer governante que resolver não aderir vai ter que dar uma explicação muito clara à sua população por que não está integrando esse mutirão que reúne todos e todas no combate ao crime organizado."

Além das ações do Susp, o governo federal criou a Câmara Interministerial de Prevenção Social e Segurança, que reúne os ministérios da área social para propor ações preventivas voltadas para as localidades com os maiores índices de criminalidade e os grupos mais vulneráveis, entre eles homens entre 15 e 24 anos – principais vítimas de mortes violentas no país. "Não vamos criar nenhum programa novo. Vamos aproveitar os bons programas que temos. É só focar as ações nesse grupo social e nesse território [apontados no Atlas da Violência 2018]", diz Jungmann.

Caberá ao Ministério da Segurança Pública a formação do conselho nacional e a elaboração do plano nacional, que servirão de parâmetro para os estados, o DF e os municípios. "Como nosso tempo é curtíssimo, nos importa muito deixar um legado. Esse legado está construído em forma de lei e vai prevalecer, não vai desaparecer", argumenta Jungmann.

Pesquisa recente do Ibope, encomendada pela Confederação Brasileira da Indústria, revela que a segurança pública, juntamente com desemprego, corrupção e saúde, está entre os principais problemas apontados pela população em 2016 e 2017. Retratos da Sociedade Brasileira, publicação da CNI, mostra ainda que, para os entrevistados, combater a violência, a criminalidade e as drogas deveria estar entre as prioridades dos governantes neste ano. Foram ouvidas 2 mil pessoas em dezembro passado, mas o estudo foi divulgado neste ano.

Márcia Witczak é Cidadã Honorária de Brasília

A comenda foi concedida pelo deputado distrital Cláudio Abrantes durante solenidade ocorrida no noite de ontem na Câmara Legislativa. A nova cidadã honorária de Brasília, Márcia Witczak, é apresentadora da Rede Globo de Brasília e promove a parte cultural da cidade há bastante tempo.

Márcia recebeu a homenagem ao lado do marido Luiz Alberto Horta, da filha Isadora Witczak, da mãe Elair Witczakda irmã Mariana Helena e do colega e amigo jornalista Antônio de Castro, âncora do DF, e o deputado Israel Batista.

 

A querida e competente apresentadora de televisão recebeu o carinho da dupla sertaneja Pedro Paulo & Matheus, o ator Rodrigo Cordon, Lorena Leando e o jornalista Thiago Malva, do site Finíssimo, dentre outros convidados.

 
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