Coluna Bernadete Alves - dia 16/06/2018

Advogado Igor Tokarski celebra a vida com agito no Parque da Cidade

O brasiliense Igor Tokarski festejou mais um ano de vida ao lado de centenas de amigos no feriado do dia 31 de maio, do meio-dia até a madrugada, no Parque da Cidade, no bosque do Funn Festival. O convite de aniversário era a entrada para o bosque do Funn Festival.

O aniversariante recebeu os convidados vestido de amarelo, a cor da alegria, otimismo e luz. Uma cor inspiradora para festejar mais um ano de vida com prosperidade e felicidade.

Ao som de Eduardo & Mônica, considerado o melhor bloco de carnaval e com as inúmeras opções na gastronomia, centenas e centenas de amigos passaram por lá para abraçar o defensor do desenvolvimento sustentável do Distrito Federal.

Depois veio a banda Sambô, com pocket show especial para o aniversariante. Igor é muito querido e respeitado na cidade. Em todos os cargos públicos que assumiu deixou sua marca de competência, seriedade com a coisa pública e dedicação.

Ao cair da noite Igor colocou uma camisa de manga comprida na cor azul. O azul simboliza a água, o líquido mais precioso que temos, e sua preservação é uma luta constante do ex-secretário do Meio Ambiente.

Durante toda a comemoração da vida, Igor recebeu o carinho dos integrantes da Secretaria do Meio Ambiente, onde foi um exemplar gestor público, de empresários, inúmeros políticos, artistas, jornalistas, amigos e familiares.

Tokarski também foi administrador do Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste e Octogonal. Durante sua gestão ele implantou o projeto Nosso Quadrado, com o objetivo de estimular a participação da comunidade nas ações de governo e na preservação dos espaços públicos e da natureza. Aos que desistem diante ao primeiro obstáculo Igor diz: “Nem todas as tempestades vêm para atrapalhar, algumas vêm para limpar os caminhos”.

Como subsecretário adjunto de Relações Institucionais e Sociais da Casa Civil do Governo do Distrito Federal, mostrou-se um exímio negociador. A receita de Igor é a filosofia persa: “Eleve as suas palavras e não a sua voz, porque é a chuva que faz crescer as plantas e não o trovão”.

Além da natureza, Igor Tokaski é fã da boa música. Ao lado dos pais Donizete Tokarski e Maria Elin e da namorada Bruna Gomes, curtiu o som dos cantores George Henrique e Rodrigo e agradeceu a todos pelo carinho e apoio.

Sou admiradora do trabalho desenvolvido pelo advogado Igor Tokasrki em prol do desenvolvimento sustentável do Distrito Federal. Em todas as funções exercidas demonstrou ser uma pessoa prudente e honesta consigo mesmo. Cumpre suas obrigações sem esperar aplausos e com a gentileza de seu coração. São nas atitudes que conhecemos as pessoas. Desejo ao Igor longa vida com saúde e prosperidade!

CNJ proíbe proselitismo político de juízes nas redes sociais

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) proibiu magistrados de fazer ataques pessoais a candidatos, lideranças políticas ou partidos “com a finalidade de descredenciá-los perante a opinião pública, em razão de ideias ou ideologias de que discorde” nas redes sociais. A decisão assinada pelo corregedor do CNJ e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio Noronha, provocou reação de entidades da magistratura.

A decisão do CNJ acontece depois de o órgão receber representações contra magistrados sobre manifestações em redes sociais. Esse foi o caso que envolveu a desembargadora Marília Castro Neves. Em março, após o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), no Rio, ela postou no Facebook notícia falsa que vinculava a vítima ao crime organizado. Antes, publicara comentários contra uma professora com síndrome de Down.“Isso vem crescendo muito na magistratura. Esse tipo de comportamento está começando a se exagerar. Você não deve confiar num juiz que está escrevendo bobagem em rede social. Juiz tem de ter credibilidade”, declara o ministro Noronha.

Condenaram o provimento do corregedor: a Associação dos Magistrados Brasileiros, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, a Associação dos Juízes para Democracia e a União Nacional dos Juízes Federais . Além de apontar censura aos magistrados, as associações consideram que o texto do CNJ pode permitir perseguições políticas a juízes. A Associação dos Juízes Federais do Brasil disse que vai pedir mais esclarecimentos.

O ministro Humberto Martins, do STJ, diz que a norma reproduz o que a Lei Orgânica da Magistratura (Loman) já dispõe. “Não há inovação na ordem jurídica.” O conselheiro Henrique Ávila, do CNJ, concorda e acredita que o texto só detalha e reproduz, na linguagem e “no estágio tecnológico atuais”, o que já está previsto na Constituição e na Loman. “Não haverá qualquer dificuldade de aplicação, pois a esmagadora maioria dos magistrados observa seus deveres sem necessidade de lembretes, mas o provimento foi necessário porque aqui e ali se tem visto abusos em manifestações públicas e até políticas de magistrados.”

O ministro Marco Aurélio Mello do STF, disse que a medida pode ser interpretada como censura.“Não é uma crítica direta ao Conselho, mas, na minha visão, o controle nesse caso é sempre posterior, senão ressoa como censura prévia”, disse o ministro, referindo-se às normas para o uso de redes sociais por juízes e desembargadores. “(É) Inconcebível, com os ares democráticos da Carta de 1988, se ter uma espécie de censura dirigida ao ‘Estado juiz’ (Judiciário) por um órgão administrativo.” Ele disse que a Lei Orgânica da Magistratura Nacional já orienta juízes sobre posicionamentos públicos. Na visão do ministro, cabe ao CNJ o controle administrativo posterior das condutas e manifestações dos magistrados que sejam supostamente irregulares.

O ex-ministro do STF,Carlos Mário Velloso, disse que o lugar de fala dos juízes é nos autos. “O certo é que o juiz fale nos autos e não publicamente a respeito de casos que estão sendo julgados. Isso cabe aos políticos”.

O magistrado não é um cidadão igual ao outros. E, portanto, não pode ser visto como porta-voz de grupos ideológicos nas redes sociais.

 
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