Coluna Bernadete Alves - dia 16/05/2018

Maurício de Souza lança revista em quadrinhos dedicada a militares

Foi lançado hoje em Brasília pelo Ministério da Defesa e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, o Almanaque “A Turma da Mônica e a Indústria de Defesa”, com a presença do cartunista Maurício de Sousa e do Ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna. A revista em quadrinhos será disponibilizada em escolas e ações sociais das Forças Armadas.

A ideia é divulgar a importância para o Brasil de uma indústria da defesa forte, que movimenta mais de R$ 200 bilhões por ano, segundo estudo da Fundação Instituto de Pesquisas econômicas.

Maurício de Sousa cedeu o uso da imagem e os direitos de uso dos personagens infantis para serem utilizados pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que é ligada ao Ministério da Defesa.

A Turma da Mônica é uma série de histórias em quadrinhos criada pelo cartunista e empresário Maurício de Sousa. Em março, a Turma da Mônica também anunciou que terá novos filmes nas telas de cinema em breve. Turma da Mônica - Laço, será lançado em julho, enquanto Turma da Mônica Jovem: O filme ainda não tem previsão de estreia.

Governo e Estados firmam pacto contra violência homofóbica

Ministério dos Direitos Humanos publicou ontem no Diário Oficial da União portaria que institui o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência LGBTfóbica (violência contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis). O documento tem como proposta promover e articular ações que combatam à violência, priorizando o respeito à dignidade e diversidade humana.

A coordenação do pacto será realizada pela Secretaria Nacional de Cidadania do Ministério dos Direitos Humanos. Já a adesão de entes federados será feita por meio de suas respectivas secretarias ligadas à promoção e defesa de direitos humanos, mediante preenchimento de termo de adesão. Já aderiram ao pacto 10 estados e o Distrito Federal, entre eles, Goiás, Ceará, Pará, Rondônia, e Mato Grosso do Sul.

O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) no mundo. Para mudar essa realidade, movimentos sociais reivindicam há anos políticas públicas contra a violência a essa população.

Nesta quarta-feira, antevéspera do Dia Internacional de Combate à Homofobia, aconteceu o lançamento oficial do pacto, em meio a uma série de assembleias, seminários, plenárias e painéis que marcam a semana de luta contra a LGBTfobia. A data foi escolhida em 1990, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a palavra homossexualismo da Classificação Estatística Internacional (CID). A decisão reconheceu que a homossexualidade não pode ser considerada doença, por se tratar de traço da personalidade do indivíduo.

Engels Augusto Muniz, secretário-executivo do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), explicou que, dada a gravidade da situação, o governo entende que o foco de atuação deve ser o enfrentamento da violência contra a população LGBT, o que levou a um acordo com os estados para a realização de políticas públicas. “É inaceitável, em um país como o Brasil, com uma construção democrática, ainda vivenciarmos taxas tão elevadas de violações contra a população LGBT”, disse Muniz. Na semana de luta contra LGBTfobia o Ministério dos Direitos Humanos é iluminado com as cores do movimento.

O Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos, em 2017, recebeu 1.720 denúncias de violações contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Desse total, 70,8% foram por discriminação. Na sequência, aparecem violências psicológicas e físicas, com 53,3% e 31,8%, respectivamente. Ludmila Santiago, integrante da Associação do Núcleo de Apoio e Valorização à Vida de Travestis, Transexuais e Transgêneros do Distrito Federal e Entorno, lamentou o crescimento da violência. “Nossos direitos nunca são lembrados ou só são lembrados em momentos muito específicos e pontuais. Já as violências são constantes e acontecem diariamente na vida dessas pessoas”, disse Ludmila.

A presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Keila Simpson, destacou a necessidade de se pensar a questão orçamentária.O secretário-executivo do Ministério dos Direitos Humanos disse que, gradativamente, o governo vem trabalhando para ampliar recursos, mesmo em um cenário de restrição orçamentária. Ele citou o recebimento de R$ 1,7 milhão para políticas voltadas à população LGBT, no último ano, por meio de emendas parlamentares. “Como agentes do Estado, entendemos a importância de firmar estrutura e disponibilidades orçamentárias”, destacou.

Curtas

Senado aprova criação do SUSP. O Sistema Único de Segurança será gerido pelo Ministério Extraordinário de Segurança Pública e abrangerá governo federal, estaduais e municipais. Os Estados e Municípios que deixarem de atualizar o sistema não poderão receber recursos do Fundo Penitenciário Nacional. O ministro Raul Jungmann comemorou a aprovação. “Um passo importante para o combate ao crime e a violência em nível nacional. Doravante, teremos uma segurança, policias e inteligência mais integradas, reunindo todos, União, Estados e Municípios”.

SBT teve um lucro contábil de R$ 38,6 milhões em 2017, após demitir cerca de 200 profissionais. É o que aponta balanço publicado na última semana no Diário Oficial do Estado de São Paulo, divulgado pelo colunista Daniel Castro, do Notícias da TV. De acordo com análise feito por Daniel Castro, sem as demissões, a emissora teria sofrido um prejuízo substancial.

Grêmio, Palmeiras e Flamengo são os clubes mais bem geridos do país, segundo o economista Samy Dana. A conclusão aconteceu depois de analisar as finanças e gestões dos clubes brasileiros. Nos números analisados pela BDO Consultoria, Internacional, Fluminense e Vasco aparecem como os piores. A informação foi dada hoje no Seleção SporTV.

 
RocketTheme Joomla Templates