Coluna Bernadete Alves - dia 19/12/2017

Praça e Parque Urbano Internacional da Paz será no SEN

O Setor de Embaixadas Norte (SEN) que abriga as embaixadas do Marrocos, Nigéria, Egito, Costa do Marfim, Tailândia, Siria, Bulgária, Senegal Romenia e Filipinas será ampliado e ganhará Praça e Parque Urbano Internacional da Paz. A assinatura do decreto que aprova o aprova o projeto urbanístico de parcelamento para a segunda etapa do setor foi assinado durante solenidade na sede da Organização das Nações Unidas, pelo governador Rodrigo Rollemberg, pelo coordenador-residente do Sistema Nações Unidas no Brasil, Niky Fabiancic, e a colaboradora do governo local Márcia Rollemberg, que não mediu esforços para tirar a proposta do papel.

A ideia é que a pedra fundamental da praça e do parque seja instalada em março de 2018, durante o 8º Fórum Mundial da Água, que reunirá representantes e chefes de Estado de diferentes países. O parcelamento para a segunda etapa do Setor de Embaixadas Norte, com área total de 593.395,96 m², criará novas unidades imobiliárias. Os terrenos criados pelo parcelamento serão doados oficialmente à União pela Agência de Desenvolvimento do DF. Cabe ao governo federal, via Secretaria do Patrimônio da União, dar destinação aos lotes. O projeto propõe 21 novos lotes, 18 deles de uso institucional/prestação de serviços, que serão destinados a embaixadas e outros órgãos e três com uso comercial de bens e serviços/prestação de serviços/institucional.

O governador Rodrigo Rollemberg destacou a vocação cosmopolita de Brasília. “Tenho convicção de que é uma conquista muito importante para Brasília, uma cidade com vocação cosmopolita. Vamos ampliar a integração dos povos de todo o mundo e suas culturas, com o objetivo da construção da paz”.

De acordo com o projeto, a Praça e Parque Urbano Internacional da Paz, será rodeado por uma ciclovia. Na área interna, haverá uma bacia de contenção para águas pluviais e um espaço dedicado a esculturas. “Queremos que se converta em museu, com obras de artistas de diversas regiões do planeta”, declarou Fabiancic. O objetivo é que o local seja criado com a cooperação das embaixadas. A proposta, que trata da acessibilidade, pontua a necessidade de plataformas elevadas nas entradas e saídas de veículos e nos bolsões de estacionamento, a fim de criar um nível contínuo das calçadas para facilitar a circulação de pedestres.

Marcelo Petrarca inaugura seu terceiro restaurante

A quadra comercial da QI 5 do Lago Sul volta a receber os apreciadores da boa comida. O chef Marcelo Petrarca, proprietário dos restaurantes Bloco C, da 211 Sul e Inverso no hotel Blue Tree Premium Jade, no Park Sul, inaugurou, no sábado dia 16, seu terceiro restaurante, com serviço para jantar. O cardápio traz as iguarias francesas e italianas e os tradicionais doces servidos no Bloco C.

O Lago Restaurante fica na SHIS QI 5, Conjunto 9, Bloco D. O projeto arquitetônico da casa é de Vanessa Rosset com decoração sóbria e moderna. As louças são de pedra-sabão e cerâmica e tem mesas para 20 lugares.uma adega para mais de 200 rótulos, dentre eles o espumante Petrarca, produzido pela Don Giovanni, em Bento Gonçalves. Um bar para apreciar os bartenders preparando os drinques, dedicado ao público jovem e descolado, música ambiente e um jardim de inverno com fonte par abrigar uma charutaria, com profissional especializado.

Mais informações pelo telefone 3553-9077.

Última sessão plenária do STF tem embate de Gilmar e Barroso

O Supremo Tribunal Federal retomou na manhã desta terça-feira, o julgamento sobre a extensão da imunidade presidencial e o desmembramento das investigações do "quadrilhão do PMDB da Câmara", denunciados junto com o presidente Michel Temer, pelo então procurador Geral da República Rodrigo Janot. Todos são acusados de formarem organização criminosa. Além dos políticos do PMDB, Eduardo Moura, Rodrigo Rocha Loures, Geddel Vieira Lima e Henrique Alves,foram denunciados por esse mesmo crime os executivos da J&F Joesley Batista e Ricardo Saud, e o líder do governo no Congresso, deputado André Moura, do PSC de SE.

Na última sessão plenária de 2017,durante julgamento dos pedidos de políticos do PMDB, acusados junto com o presidente Michel Temer, para não serem processados na vara de primeira instância conduzida pelo juiz Sérgio Moro, o ministro Gilmar Mendes passou a apontar erros da Corte em outras decisões. Gilmar atacou diretamente o ex-procurador-geral Rodrigo Janot, a quem acusou de irresponsabilidade nas investigações contra a corrupção. Gilmar disse, inclusive, que grande parte das apurações era baseada em armações.

O ministro Luis Roberto Barroso interveio de imediato, negando haver uma “investigação irresponsável” na Lava Jato. “Eu gostaria de dizer que eu ouvi o áudio ‘Tem que manter isso aí viu’. Eu quero dizer que eu vi a fita, eu vi a mala de dinheiro, eu vi a corridinha na televisão. Eu li o depoimento de Youssef, eu li o depoimento de Funaro. Portanto nós vivemos uma tragédia brasileira, a tragédia da corrupção que se espalhou de alto a baixo sem cerimônia”, afirmou.

“Eu não acho que há investigação irresponsável, acho que há um país que se perdeu pelo caminho, naturalizou as coisas erradas e nós temos o dever de enfrentar isso e de fazer um novo país, de ensinar as novas gerações que vale ser honesto, sem punitivismo, sem vingadores mascarados. Mas também sem achar que ricos criminosos têm imunidade”, completou o ministro Barroso.

A presidente do STF, Cármen Lúcia pediu a palavra para afirmar que o STF não aceita a corrupção. “Acho que o STF, por nenhum de nós, não partilha de nenhum tipo de atitude ou de conivência ou nem de longe de querer que o Brasil seja um país de corrupção. E toda corrupção tem que ser punida porque é crime. E quando nos chega tem que ser investigada, apurada e punida nos termos da lei”, afirmou.

No final da sessão de hoje os ministros acordaram em remeter toda ação para a 10ª Vara Federal de Brasília, comandada pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, evitando que parte dela fosse analisada pelo juiz Sérgio Moro, de Curitiba, atendendo em parte ao pedido das defesas dos acusados, os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Alves (PMDB-RN), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e o ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

 
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