Coluna Bernadete Alves - dia 13/11/2017

Dia Mundial da Gentileza propõe mais amor e generosidade

A ideia de criar um dia dedicado aos atos de gentileza surgiu em 1996, numa conferência em Tóquio. O grupo Movimento das Pequenas Gentilezas do Japão reuniu diversos grupos de diferentes países que propagavam a gentileza em suas nações e apresentou a proposta. Em 2000, foi oficializado o Movimento Mundial pela Gentileza, a corrente do bem.

Gentileza gera gentileza, que se multiplica em atitudes positivas, se alimenta de um sorriso e pode germinar em todo canto do planeta. Ou então se traduz em palavras, ganha a força do pensamento e conduz a uma vida melhor em sociedade. No dicionário significa “caráter gentil ou qualidade”. Um ato que vai além do significado, pois a gentileza contagia e faz vermos além de nós mesmos. O Dia Mundial da Gentileza foi criado visando espalhar essa alegria e generosidade pelo mundo. Vamos fazer da gentileza um hábito.

Diante de todas as tristezas que assistimos, de tantas intolerâncias é preciso mesmo pedir e contribuir para um mundo melhor. Não vamos deixar esta arte nobre escondida dentro de nós. Vamos sorrir mais para as pessoas, aprender a ouvir, respeitar opiniões diferentes, afinal as pessoas são diferentes e carregam cargas diferentes. Em algumas circunstâncias é preciso passar por cima da dor, do orgulho e responder gentilmente até para quem nos machucou. As coisas só mudam quando a gente muda.

O amor é o princípio universal em todas as religiões. E é a gentileza que leva o amor a um nível mais terno e acessível, com o qual a maioria se sente à vontade. Fazer o bem aos outros é reconhecer que todos à nossa volta são iguais a nós. Fica mais feliz quem recebe, e quem pratica a gentileza também. Gentileza, frugalidade e humildade, são atitudes que agradam a todo mundo. Os gentis podem ser corajosos, os frugais podem ser liberais e os humildes podem ser condutores de homens.

Itália está fora da Copa do Mundo 2018

A Azzurra, tetracampeã mundial, fica fora da Copa do Mundo pela primeira vez desde 1958 depois de perder o jogo de ida da repescagem nas eliminatórias europeias por 1 a 0 e empatar no jogo de hoje. Com o resultado a Suécia volta a disputar o Mundial após 12 anos. Alegria para uns e tristeza para os italianos, principalmente Gianluigi Buffon, goleiro da Itália, que perde a oportunidade de superar os recordes do goleiro mexicano Antonio Carbajal e do zagueiro-meia alemão Lothar Matthäus, que têm cinco Mundiais disputados no currículo. Buffon jogou as Copas de 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014 e chegaria à sua sexta Copa em 2018. Após a eliminação, Buffon, aos 39 anos, confirmou se retirar da seleção para abri espaço aos mais novos. A eliminação da Itália quebra uma sequência de 14 participações seguidas na Copa.

O recorde ainda pertence ao Brasil, que terá jogado todas as 20 edições. A Alemanha é a segunda na lista, com 16 aparições desde que ficou fora em 1950. A Suécia volta a disputar o Mundial após doze anos. Essa será a 12ª participação da equipe, vice-campeã em 1958. A última participação foi na Alemanha, em 2006, com uma eliminação nas oitavas de final, para os donos da casa.

 
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