Coluna Bernadete Alves - dia 01/10/2017

Os desafios do Brasil com o envelhecimento populacional

O Dia Internacional do Idoso, comemorado hoje por iniciativa da Organização das Nações Unidas em 1991, tem por meta proteger e cuidar a população mais idosa, sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e chamar a atenção para os desafios que envolvem os mais velhos. Envelhecer com dignidade e qualidade de vida é algo desejado pela sociedade mundial para todas as nações.

No Brasil são mais de 26,3 milhões de idosos, segundo a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O número representa 13% da população e a expectativa é que esse percentual aumente chegando a 34%, em 2060. De acordo com o IBGEos brasileiros que nasceram em 2015 viverão, em média, 75,5 anos, De 1940 a 2015, essa expectativa aumentou 30 anos e esta mudança é percebida com a convivência entre diferentes gerações.

Com o aumento da expectativa de vida para 75 anos os desafios do Brasil de promover a valorização das pessoas mais velhas e garantir políticas para que elas envelheçam com qualidade é grande. É preciso um amplo programa educacional para que toda a população tenha noções básicas sobre o processo de envelhecimento e mais informações para os idosos acerca dos seus próprios direitos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística até 2060, a população com 80 anos ou mais deve somar 19 milhões de pessoas.

O Estatuto do Idoso, Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003, foi instituído para a reflexão sobre a situação do idoso na sociedade, em questões ligadas à saúde, convívio familiar, abandono, sexualidade, mobilidade e aposentadoria. Os governantes precisam seguir o que determina o Estatuto do Idoso e aumentar a oferta de políticas públicas que garantam que a população idosa envelheça de forma ativa e com acolhimento. Diante de mudanças nas configurações sociais, muitos idosos passaram a ficar sem companhia em casa e sem receber os cuidados necessários, conversar ou contar com o apoio da família na rotina cotidiana.

A família de hoje é unicelular. É muitas vezes formada só por mães e filhos. Os adultos da casa, em geral, trabalham. A ausência faz com que o idoso da família fique sozinho. Resultado: depressão, doenças graves e degenerativas e à dependência física. É preciso olhar essa população mais velha como uma população que passou por toda essa mudança tecnológica, e muitos acabaram não tendo acesso a ela. Por isso acabam tendo dificuldade grande de adquirir esses novos conhecimentos, seja por dificuldades de visão e de comunicação e por isso precisam de mais tempo para desenvolver determinadas atividades.

Segundo o Sistema Único de Assistência Social, existe no Brasil, 1.669 instituições de acolhimento de idosos, conhecidas popularmente como asilos.Além deles existem também os centros de convivência, e os chamados centros-dia, que em geral recebem pessoas que precisam receber algum tipo de atendimento terapêutico. Estas opções, no entanto, são restritas em grandes centros urbanos, mas podem ser saídas para a situação vivenciada por muitos idosos que não têm companhia e também para os membros de famílias que precisam ou desejam trabalhar fora de casa, mas têm responsabilidades com os mais velhos.

Para que o idoso receba atendimento humanizado, com olhar gerontológico e de qualidade é necessário a qualificação profissional de quem trabalha com essa população. O envelhecimento da população está gerando o aumento das oportunidades de trabalho para cuidadores, profissões do futuro. As instituições de ensino deveriam apostar nesta profissão promissora. Outro fator importante que merece atenção é o atendimento médico.O modelo de atenção à saúde atual, baseado na busca da cura de doenças agudas, precisa evoluir porque cresce o número de idosos que convivem com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, doenças respiratórias, dentre outras.

A pessoa idosa tem um papel importante em todas as sociedades. O mundo está pronto para os jovens, porque existiram outros jovens que hoje estão em outra fase da vida, a velhice. Os idosos não são uma categoria à parte, todos nós envelhecemos dia após dia. É inevitável o curso da vida. Eles são detentores de sabedoria, líderes, produtivos, pais, avós, cuidadores, voluntários e aposentados. Aos mais jovens cabe saber que devem oferecer carinho e atenção aos mais velhos para que se realizem plenamente em seus direitos, consigam viver com segurança, saúde e dignidade até que a chama da vida se apague.

Respeito não tem idade!

Abacaxi desintoxica o organismo

Maus hábitos do estilo da vida moderna sobrecarregam o organismo e se estas toxinas não forem eliminadas podem afetar todo o sistema do corpo. Para desintoxicar o organismo, os nutricionistas sugerem comer abacaxi, uma fruta tropical deliciosa e famosa no mundo. Além de saboroso, o abacaxi tem uma série de propriedades diuréticas e purificantes, importantes para manter o organismo funcionando corretamente, que estimulam a perda de peso.

Graças ao seu alto teor em vitaminas, minerais, cálcio manganês, potássio, ferro, fibras solúveis e insolúveis, bromelina e água, o abacaxi tem a capacidade de estimular o funcionamento dos órgãos purificantes, a fim de que eles melhorem seu trabalho e eliminem os resíduos nocivos ao corpo. A fruta é, também, uma alternativa interessante para eliminar os líquidos retidos no corpo e reduzir a inflamação abdominal.

Esta fruta contém igualmente uma enzima digestiva, chamada bromalina, que permite uma digestão adaptada, uma boa absorção dos nutrientes e uma melhora no funcionamento intestinal. Isso acontece porque o abacaxi estimula os movimentos peustálticos e a liberação de sucos gástricos que ajudam a dissolver melhor os alimentos. As propriedades do abacaxi são excelentes para purificar o fígado, os rins e o pâncreas.

Viveiro da Novacap ganha Praça Francisco Ozanan

O governo de Brasília inaugurou uma praça no Viveiro da Novacap em homenagem a Francisco Ozanan, servidor que chefiou por 30 anos o Departamento de Parques e Jardins da Companhia. O “jardineiro de Brasília” era engenheiro agrônomo e morreu de infarto em maio de 2016, aos 72 anos.

Para eternizar o apaixonado pela natureza que deixou como legado uma cidade humanizada e com mais qualidade de vida, o governador Rodrigo Rollemberg plantou uma sucupira e dona Maria Socorro Correia, viúva de Ozanan plantou um ipê amarelo.

“É com muita alegria que recebo esta homenagem ao meu marido, que tanto fez por Brasília e que amava esta cidade”, agradeceu Maria Socorro. O governador disse que Brasília está toda florida graças a dedicação de Ozanan. “A alma dele está presente nos flamboyants vermelhos, nos ipês brancos, amarelos e roxos espalhados pela cidade. Brasília é toda arborizada graças à dedicação e à liderança do Ozanan”, declarou Rollemberg.

A área de convivência destinada aos funcionários e estudantes tem pergolado, bancos, copa, vestiários e banheiros com acessibilidade, além de espaço cobertos com mesas e jardim. Tem ainda placas fotovoltaicas que permitem o aquecimento da água dos chuveiros dos vestiários. “Juntamos uma necessidade nossa de fazer um espaço para os funcionários e receber os alunos e a homenagem a uma pessoa de grande importância na história da Novacap e de Brasília”, declarou Júlio Menegotto, diretor-presidente das Novacap.

 
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