Coluna Bernadete Alves - dia 29/09/2017

Nathália Abi-Ackel ganha chá de bebê em Brasília

A advogada Valéria Bittar abriu as portas de sua residência no Lago Sul em comemoração à amiga Nathália Abi-Ackel, que está à espera de sua primogênita. Valéria é sobrinha da mãe de Nathália, Valéria Leão Bittar.

Valéria brindou com Nathália a força de uma amizade.“Nós somos amigas desde os 6 anos, crescemos juntas como primas. É a minha melhor amiga, moramos juntas em Paris. É minha alegria celebrar com ela mais esse momento da minha vida”, disse Nathália sobre a anfitriã.

Nathália é filha da conceituada empresária Valéria Leão Bittar, referência em decoração de festas na capital do país e neta da responsável pela CasaCor Brasília, Moema Leão. A designer de Joias Nathália Abi-Ackel é casada com o advogado Pedro Henrique Valadares e está na doce espera de Maria que chega em novembro. O casal reside em Belo Horizonte.

Valéria estava adiante com a chegada da primeira neta Maria assim como a avó Cláudia May Valadares e as bisavós Moema Leão e Therezinha May. Alegria compartilhada pelas amigas da futura mamãe.

A força da maternidade é maior que as leis da natureza.Um filho é a página mais linda que o destino escreve na vida de uma mulher. Nathália tem uma mãe protetora, guardiã e com certeza será assim com Maria.

ITC Brasil revela que 49% dos fumantes querem se libertar da dependência

Pesquisa realizada pelo Projeto Internacional de Avaliação das Políticas de Controle do Tabaco (Projeto ITC Brasil) que englobam informações relativas a 24 países, indica que 49% dos fumantes brasileiros estão altamente motivados para deixar o cigarro e apoiam novas ações governamentais de combate ao tabagismo.

Entre os principais motivos apontados pelos fumantes para deixar o hábito estão a preocupação com a própria saúde, com os danos que possam vir a causar em outras pessoas pelo tabagismo passivo e com a possibilidade de dar mau exemplo a crianças. Os resultados dessa pesquisa que mede o impacto psicossocial e comportamental de políticas para o controle do tabaco,foram divulgados hoje durante o Congresso Instituto Nacional do Câncer (Inca) 80 anos, realizado no Hotel Othon Palace, no Rio de Janeiro.

A diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho, disse que os dados significam um “pedido de socorro” por parte dos fumantes do país, que querem deixar o vício mas não conseguem. “Os números mostram com muita clareza o que significa a dependência física e psíquica de uma droga. O fumante tem a consciência de que o tabaco é danoso à sua saúde e à de sua família, mas não consegue se libertar da dependência”.Para Ana Cristina, os números constituem sim em um pedido de socorro por parte dos que querem deixar o vício.

A sugestão do Inca é dificultar o início do hábito de fumar porque a pesquisa revela que 90% dos fumantes adquirem o hábito na infância e juventude por influência das pessoas nesta fase da vida. Daí a importância de uma política educativa junto as escolas e familiares. No entendimento de Ana Cristina, “é necessário primeiro desmistificar, tirar o glamour do hábito pelo tabaco". Esse trabalho passa por medidas relacionadas à indústria tabagista, como a padronização das embalagens e a questão dos aditivos que adicionam sabores aos cigarros. No entanto, ações desse tipo envolvem a formulação de legislação específica.“Já existem muitos projetos que contemplam algumas dessas medidas, mas o lobby no Congresso Nacional é muito forte por conta de parlamentares ligados diretamente à indústria tabagista. E os projetos estão lá parados e são de difícil aprovação. Mas é um desafio que precisa ser encardo porque o custo para o país é muito alto”, argumenta a diretora do INCA.

O INCA faz parte da história da saúde pública no Brasil, destacando-se como instituição de referência para a comunidade médica e de profissionais de saúde e para a sociedade em geral quando o assunto é câncer. Ao longo do caminho muitas vitórias foram conquistadas, como por exemplo ter a única pós-graduação em Oncologia no Brasil com grau de excelência na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); ser a primeira instituição pública do país a incluir a robótica em seus procedimentos cirúrgicos; protagonizar as ações do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, que resultaram em redução no número de fumantes no país.

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva completa 80 anos de história em 2017. Desde a sua criação, o Instituto dedica-se a controlar o câncer no país, e tem como marca registrada a superação dos desafios inerentes às próprias particularidades da doença. O Congresso discute hoje e amanhã os desafios e perspectivas para o controle do câncer no Século XXI.

 
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