Coluna Bernadete Alves - dia 27/09/2017

Dia Nacional de Doação de Órgãos – Um Sim para Vida

O principal objetivo desta data é conscientizar a população sobre a importância de ser doador de órgãos, com o intuito de ajudar a milhares de pessoas que lutam por uma oportunidade de salvarem as suas vidas.

O que mais pesa na decisão de doar órgãos, segundo médicos e especialistas que atuam na rede de transplantes, é a falta de informação. Por isso a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) organiza anualmente a Campanha Nacional de Doação de Órgãos, com ações informativas e eventos sociais em todas as capitais brasileiras.

O “Brasil Verde”reforça o debate sobre a importância da doação de órgãos. Segundo a legislação brasileira (lei nº 10.211, de 23 de março de 2001), a retirada dos órgãos e tecidos para doação só pode ser feita após autorização dos membros da família. Para a doação, o doador deve ter sofrido de morte encefálica, pois somente assim os seus principais órgãos vitais permanecerão aptos para serem transplantados para outra pessoa.

Pessoas vivas também podem ser doadoras de órgãos, mas apenas aqueles que são considerados “duplos”, ou seja, que não prejudicarão as aptidões vitais do doador após o transplante. Um dos rins ou pulmões, parte do fígado, do pâncreas e da medula óssea são exemplos de órgãos que podem ser doados por pessoas ainda em vida.

A data de 27 de Setembro representa esperança para 351 pacientes na lista de espera no DF. A fila aumentou em torno de 45% do ano passado para 2017, com 111 pessoas a mais. Quatro morreram neste ano antes de conseguir um transplante. Doar órgãos é vida!

E os brasileiros sabem disso. O número de doadores de órgãos no Brasil bateu recorde no primeiro semestre de 2017, em comparação com os seis meses iniciais dos anos anteriores. Foram 1.662 doadores, aumento de 16% em relação a 2016. Quando considerado o intervalo entre 2010 e 2017, esse percentual chega a 75%. A expectativa do Ministério da Saúde é que, até o fim deste ano, sejam contabilizados 3.324 doadores, o que poderá fazer com que o Brasil ultrapasse a meta de 16 doadores para cada grupo de milhão prevista para 2017.

Para ampliar o número de doadores, o país tem o desafio de informar e sensibilizar as famílias para que elas autorizem a realização de transplantes. Hoje, 43% ainda recusam a doação. A média mundial é de 25%, segundo a coordenadora do Sistema Nacional de Transplantes, Rosana Reis. Para mudar esse quadro, o Ministério da Saúde lançou hoje a campanha Família, quem você ama pode salvar vidas.

“O Brasil é uma referência nessa área e nós temos procurado, com essa campanha, sensibilizar cada vez mais famílias para que autorizem o transplante de seus entes queridos que já não tenham mais possibilidades de continuar conosco, e que eles possam permitir que outras pessoas vivam com suas vidas”, declarou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Atualmente, 41.122 estão na fila de espera. A maior demanda é por transplante de rim: 26.507. Em segundo lugar, está o transplante de córnea, com 11.413. O grande número de pessoas à espera de um rim decorre do fato de muitas adotarem terapias substitutivas que permitem a elas continuar vivendo enquanto aguardam a doação.

Após cinco meses na fila, a atleta gaúcha Liège Gautério fez o transplante e passou a viver apenas com um pulmão. Educadora física, ela participou, depois da operação, de duas edições da Olimpíada dos Transplantados.Liège, presente a solenidade, falou da importância da doação. “Há seis anos, eu recebi essa segunda chance de viver, em função de uma família que disse sim para mim, para a minha equipe transplantadora e para outras”. O Brasil conta com 27 centrais de notificação, 506 centros de transplante, 825 serviços habilitados, 1.265 equipes especializadas e 72 organizações que atuam na procura por órgãos. Com toda a política de transplantes, o governo federal projeta gastar R$ 966,50 milhões em 2017. 

CLDF aprova novas regras de Previdência para servidores

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou na madrugada desta quarta-feira, em dois turnos, o projeto de lei que altera a previdência dos servidores públicos da capital. O texto foi aprovado por 14 votos favoráveis e 8 contrários, duas ausências e segue para a sanção do governador Rodrigo Rollemberg – que pode vetar trechos, ou até a íntegra do projeto.

A proposta, articulada pelo presidente da Casa, deputado Joe Valle, do PDT, na última segunda-feira, dia 25, prevê a unificação dos fundos de contribuição, a implementação do fundo complementar e a criação do Fundo Solidário Garantidor. A proposta reúne dispositivos do texto original, entregue por Rollemberg à Câmara em 23 de agosto, e dos dois substitutivos que já tinham sido elaborados. A novidade em relação aos textos anteriores é o fundo garantidor, que se baseia no "sistema de monetização e rentabilidade de ativos". Segundo os técnicos da Câmara, esse "caixa extra" garante a cobertura de possíveis rombos financeiros da Previdência.

Os deputados se revezaram no microfone durante as horas de sessão.Mesmo com os pedidos para o adiamento da votação, os pareceres das Comissões de Assuntos Sociais, Economia, Orçamento e Finanças e da Comissão de Constituição e Justiça foram aprovados no fim da noite, assim como o projeto de lei.

Votaram a favor do Projeto de Lei Complementar nº 122,que altera a previdência dos servidores públicos da capital, os parlamentares:Agaciel Maia (PR), Chico Leite (Rede), Cristiano Araújo (PSD), Bispo Renato Andrade (PR), Juarezão (PSB), Julio Cesar (PRB), Liliane Roriz (PTB), Lira (PHS), Luzia de Paula (PSB), Professor Israel Batista (PV), Rafael Prudente (PMDB), Robério Negreiros (PSDB), Rodrigo Delmasso (Podemos) e Telma Rufino (Pros).

Os votos contrários foram dados por Joe Valle (PDT), Celina Leão (PPS), Chico Vigilante (PT), Claudio Abrantes (sem partido), Reginaldo Veras (PDT), Ricardo Vale (PT), Wasny de Roure (PT) e Wellington Luiz (PMDB). Não participaram da sessão a deputada Sandra Faraj (SD) que está de licença-maternidade, e o deputado Raimundo Ribeiro (PPS).

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg,disse que o projeto moderniza a previdência dos servidores do Distrito Federal e garante, entre outras coisas, o pagamento integral do funcionalismo público local. Para ele, não foi uma vitória do governo, mas da cidade. “Com a unificação dos fundos previdenciários, conforme aprovado pelos deputados distritais, Brasília terá condições de retomar o desenvolvimento econômico”. “Com ele, vamos reestruturar a previdência e garantir o pagamento em dia dos aposentados, dos servidores e das empresas terceirizadas. Com isso, todos ganham. Ganham os servidores públicos em função dessa segurança e ganha a cidade, pois vamos garantir a retomada do desenvolvimento econômico”.

Rollemberg disse que a reestruturação da previdência é uma questão justa e que não tinha sentido ter dois fundos separando servidores. “Claro que tanto o DF quanto as demais unidades da Federação, em algum momento, terão de fazer outras reformas estruturantes, mas isso será só daqui a alguns anos”, declarou Rollemberg.

“Esse projeto foi construído pelo governo em comum acordo com os deputados distritais, e as alterações feitas pelos parlamentares na tramitação foram construídas com a nossa participação. Elas mantêm aquilo que é fundamental: a criação da previdência complementar e a fusão dos dois fundos de forma igualitária tratando de forma igual os servidores que ingressaram antes de 2006 e depois de 2007. O texto resgata o princípio fundamental da previdência, em que os mais novos contribuem para a aposentadoria dos mais velhos”.

Cadarços estão com os dias contados

A Sforza Holding, do empresário Carlos Wizard Martins, comprou 16% da empresa norte-americana Hickies, que vende tiras elásticas que substituem o cadarço dos tênis. As tiras criadas por Gaston Frydlewski são comercializadas em 47 países. A empresa vende por ano cerca de 2 milhões de pacotes do produto, metade deles nos Estados Unidos.

As tiras elásticas são colocadas nos orifícios dos tênis, ligando os dois lados. Dessa forma, é possível usar o calçado sem necessidade de amarrar cadarços, já que as tiras puxam as bordas para dentro, para manter o pé firme.

A empresa Hickies começará a vender seu produto no Brasil em outubro. As vendas das tiras elásticas acontecerão nas lojas que já distribuem produtos das marcas Topper e Rainha, pertencentes ao grupo Sforza, e pela internet, como sites da Netshoes e Bayard. Os produtos serão comercializados em pacotes de doze unidades por 39,90 reais, em treze cores.

A expectativa é de o produto tenha aceitação rápida por causa das Havaianas. “O consumidor brasileiro já está habituado a usar coisas coloridas nos pés, e o material delas é parecido com o do Hickies”, diz Frydlewski. O empresário acredita que as vendas no Brasil alcancem cerca de 1 milhão de pacotes nos próximos anos. “O Brasil deve ser, ao lado de Estados Unidos e China – onde pretendemos começar as vendas em breve – , um dos nossos principais mercados”, diz Gaston Frydlewski.

Esta é uma boa notícia porque vai facilitar a vida de quem, como eu, não gosta de amarrar cadarço de tênis. Amarrar o cadarço do sapato ou do tênis, é um momento chato e até mesmo de tensão porque muitos acabam por cair e se machucar. E quando está desamarrado se torna um vilão para todos. Quem ainda não tropeçou no próprio cadarço? Além do mais vive sujo e a gente tem de ser eficiente ao dar o laço para que ele não solte facilmente e proteja o nosso pé. Conforto e segurança ficam em evidência quando é feito um bom ajuste do calçado ao pé e o cadarço é devidamente posto a exercer a sua função.

O sapato ou tênis inadequado ou amarrado incorretamente pode ser causador de problemas, como unha preta, fascite plantar, calosidades ou bolhas,segundo os ortopedistas. Para os especialistas, o calçado adequadamente preso faz a diferença na proteção do pé. Os tênis modernos são idealizados para o conforto do pé e para a segurança da pessoa no que se refere ao risco de torção ou fratura. Cadarço bom é resistente o bastante para não romper quando se vira o pé. Apertado, pode inclusive prejudicar a circulação sanguínea, e frouxo, o calçado deixa o pé instável, situação que pode levar a queda, torção ou traumatismo.É importante encontrar o ponto para não ficar solto nem preso demais. Quem tem inchaço precisa refazer o laço sempre no final do dia, para que o pé continue cabendo no calçado.

Para melhorar o ajuste, pessoas com pés gordos devem deixar os ilhoses de um lado mais separados do outro, de maneira que a língua do sapato apareça mais no peito do pé, o que permite ampliar a área para comportar o pé. O ajuste do cadarço é justamente para que o calçado se adeque ao formato de cada pé.

 
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