Coluna Bernadete Alves - dia 19/09/2017

Imprensa conhece a CASACOR Brasília 2017

A CASACOR Brasília abriu suas portas para a imprensa e formadores de opinião nesta terça-feira. A edição de 2017, que acontece de 22 de setembro a 8 de novembro, ocupa pela terceira vez consecutiva um antigo centro médico, localizado na QI 9 do Lago Sul. A CASACOR Brasília promete surpreender o público, garantes as organizadoras Eliane Martins, Moema Leão e Sheila Podestá.

A mostra de arquitetura, paisagismo e design, oferece um roteiro cultural completo, com atrações para toda a família e opções de entretenimento como palestras, desfiles, shows, aulas de gastronomia, entre outros eventos. Pizza Parque, Ernesto Cafés Especiais e Restaurante Chef Paulo Tarso são as atrações gastronômicas da mostra 2017 que contará, ainda, com catering do buffet Rio 40 graus durante toda a sua realização.

Amanhã, dia 20, acontece o coquetel beneficente de abertura da CASACOR Brasília 2017. A noite conta com catering da Banqueteria Rio 40º, além de DJ e apresentação da banda Midnight Performance. Os ingressos custam R$ 200,00 e podem ser adquiridos através do telefone: (61) 3248-4638. Para o público em geral as visitas começam no dia 22 das 15h às 22h de terça a sexta e sábados, domingos e feriados das 12h às 22 horas, com ingressos a R$ 48 a inteira e R$ 24 a meia-entrada.

Com o tema “Foco no essencial”, a mostra traz 44 ambientes decorados em um espaço de 4 mil m², divididos em três pavimentos assinados por grandes nomes do design de interiores de Brasília e da região. A mostra 2017 propõe o design mais perto das pessoas com soluções práticas para ambientes confortáveis, sustentáveis e com custo acessível no cenário econômico atual.

A CASACOR Brasília 2017 chama à atenção para a importância da arte em todos os ambientes e a criatividade do mobiliário, muitos desenhados pelos próprios arquitetos. Destaque para as paredes texturizadas, o alumínio, madeira, cobre, cimento queimado e a integração com a natureza. A começar pela Fachada em homenagem aos Ipês Amarelos que tanto embelezam Brasília nesta época de seca.Daniela Rosa é a responsável pelos Painéis Reverso da Fachada Microclimática. Com 400m², a Fachada Ipê Amarelo é composta por estruturas que dão a sensação de movimento. Os Painéis podem gerar vários fatores de luz e sombra, proporcionando uma redução do consumo energético, tanto com ar condicionado quanto com iluminação artificial.

O Atelier Domingo com teto em alumínio dourado, assim como a estante são criações dos profissionais Dimitri Lociks, Gustavo Goes e Simone Turíbio. Além do cobre, MDF, lonas, alúnio e pedra compõe o espaço. Um projeto repleto de novas tecnologias, com comunicação visuaal e decoração interativa. Outro ambiente que chama atenção é o GPS/Point de George e Júlia Zardo. Pai e filha apostaram em um estilo contemporâneo com móveis de design arrojado. A grande instalação em madeira e uma escultura com desenho orgânico que cobre o teto e descem em uma divisória vazada, são espetaculares.

O escritório Alf Arquitetura assina o projeto Mosaico que vai abrigar o Restaurante da CASACOR Brasília 2017, comandado pelo renomado chef Paulo Tarso que vai apresentar o que há de melhor na gastronomia de várias regiões do mundo, do oriental Sashimi de kobe ao italiano Polpetine com ragu de tomate e pancetta, e do peruano Chicharron, sem abrir mão do sabor incomparável da culinária brasileira.

Em 2017, a CASACOR Brasília completa 26 anos com as arquitetas Eliane Martins e Sheila Podestá à frente do evento. As duas têm uma longa história com CASACOR, tendo participado, pela primeira vez, em 1994 com o Quarto de Casal. Mais tarde, no ano 2000, uniram-se à administração com a dupla que inaugurou a mostra tanto em Brasília quanto em Goiás, Abadia Teixeira e Catarina Bastos. Posteriormente, assumiram totalmente as duas franquias da região.


Os profissionais que assinam os ambientes em 2017 são:

Fábio Camargo - Jardim de Entrada; Daniela Rosa - Fachada Ipê Amarelo; Debaixo do Bloco Arquitetura - Bilheteria/Galeria; Studio AZ por Flavia Amorim e Renata Melendez - Studio 1; Gui Rodrigues - Recanto na Chapada; Studio Arch+ por Juliana Veloso, Laísa Figueiredo, Mariana Aguiar e Renata Vieira - Studio Gourmet – “Oração ao Tempo”; Ângela Castilho e Alex Rodrigues - Espaço de Convivência – Só Reparos; Ney Lima - Loft Funcional; MAAI Arquitetura por Arnaldo Pinho, Isabel Veiga e Monica Pinto – Spazio Natuzzi; Walléria Teixeira - Espaço Brasal; STUDIOPIPPA - Sala de Banho; Miguel Gustavo - Loft RENAULT; Dora Lettieri e Giovanini Lettieri - Espaço do Chef - São Geraldo; CP Paisagismo por Marina Pimentel - Jardim do Chef; Albuquerque e Peres por Hélio Albuquerque e Sonia Peres - Vinho e Prosa Lounge; Studio AJT por Aline Barros, Julyanne Alves e Thais Rodrigues - Biblioteca/Galeria; Mariana dos Santos - Lavabo Público; Simmetria Arquitetura por Gustavo Assunção, Laura Oliveira e Sergio Peres Junior - Consultório do Cabelo; Patricia Flores e Wanessa Rosa - Galeria de Arte; Leo Romano - Sala de Estar; Priscilla Mantelli Machado – Lavabo; Paloma Ávila - Sala Íntima; Carol Montiel e Raphaell Cruz - O Mundo de Sofia - Quarto do Bebê; Ângela Cambraia - Escritório Integrado – Trabalho, leitura, reflexão e encontro; Maria Batista - Studio da Digital Influencer; Alessandra Moussa, Cristiane Moussa e Daniela Bakker - Suíte do Casal; Renata Ciccarini e Vilmara Januzzi - Refúgio da Família; Domingo Arquitetura - Dimitri Lociks, Gustavo Goes e Simone Turíbio - FAB LAB Gabriela Matos, Marcele de Castro e Vanessa Von Glehn – Loft dos Noivos; Marcos Dourado e Patricia Tavares - Lounge da Anfitriã; Traama Arquitetura e Design - Amanda Saback e Ana Luiza Veloso - Poesia em Rótulos; Cybele Barbosa - Loft do Casal Moderno; George e Julia Zardo - Loft 8; Bora na Obra - Rafaella Vieira e Alex Brasileir e Interiores na Prática -Luciana Lopes e Alexandre Rocha - Coworking dos Arquitetos.

Embrapa Cerrados apresenta novo clone bovino

A Embrapa, responsável pelo primeiro bovino clonado na América Latina, Vitória, da raça Simental em março de 2001, apresenta mais um. Desta vez é a bezerra Acácia da raça gir-leiteiro que nasceu na Fazenda Experimental da Embrapa Cerrados, em Ponte Alta no Gama. Este feito da Emprepa representa uma grande contribuição para a ciência.

A bezerra nasceu em agosto, saudável e com 35 kg, depois de 6 anos de estudos e testes e em parceria com a UnB. O trabalho foi coordenado pelo médico veterinário Carlos Frederico Martins, pesquisador e supervisor do Centro de Tecnologia em raças zebuínas leiteiras. “O nascimento da bezerrinha deixou todos da equipe entusiasmados pela busca de melhorar ainda mais a eficiência da técnica de clonagem. Esse trabalho vem para contribuir com o aumento da eficiência de produção de embriões”, declarou Martins.

O médico veterinário diz que a bezerra ganhou o nome de Acácia da Cerrados TN(TN significa transferência nuclear e é obrigatório na identificação do animal para registro genealógico junto à Associação Brasileira de Criadores de Zebu).

O pesquisador Carlos Frederico Martins explica que a clonagem é uma ferramenta de melhoramento genético utilizada para a multiplicação de animais de elevada qualidade, de animais falecidos ou ainda daqueles que já estão fora da idade reprodutiva. Ele diz que a Acácia é geneticamente idêntica à mãe doadora de células em 95%. Os outros 5% ficam por conta das manchas brancas no corpo. “Ela está pesando 60 kg e se desenvolvendo muito bem”.

A primeira bezerra clonada pela Embrapa, a “Vitória da Embrapa”, nascida em 2001, foi resultado da técnica de transferência nuclear a partir de células embrionárias. Vitória da raça Simental sempre mostrou bom desempenho em relação a crescimento e desenvolvimento de acordo com os padrões da sua raça. Em 2004 Vitória teve o seu primeiro filhote e provou ser um clone perfeito do ponto de vista científico e de produção, considerando o potencial reprodutivo e a habilidade materna. Em 2006 teve mais uma cria. Vitória faleceu em 2011 e deixou dois netos, todos nascidos de forma natura.

O domínio da tecnologia alcançado com o nascimento de Vitória levou ao surgimento de outros clones bem sucedidos. Em 2003 nasceu “Lenda da Embrapa”, da raça holandesa. Em 2005 veio “Porã, da raça Junqueira, que está em extinção no Brasil, com menos de 100 animais em todo o país. Estes dois clones também deram cria.

O novo clone da Embrapa foi a bezerra “Brasília da Cerrados”, da raça Guazerá, em 2011, nas dependências do Centro de Transferência de Tecnologias de Raças Zebuínas com Aptidão Leiteira da Embrapa Cerrados. Segundo Martins Brasília é uma bezerra que se originou sem a partícula de espermatozóide. Ele ressalta que a bezerra tem uma vida normal e até mesmo na hora do parto o procedimento foi natural.

“Durante a gestação houve monitoramento e na hora do parto nem foi preciso uma indução. Uma tração foi realizada de forma apenas a contribuir para a saída do feto”, esclarece. A bezerra da raça Guazerá foi originada de células de tecido adiposo (gorduras) de um animal nascido, a vaca Acácia, um processo inédito – não um clone convencional, a partir de células embrionárias ou de pele.

A pesquisa foi feita pelo médico veterinário e pesquisador do órgão Carlos Frederico Martins, com participação da professora do Departamento de Biologia da Universidade de Brasília (UnB) Sônia Nair Báo, do professor da Faculdade de Medicina Veterinária da UnB Ivo Pivato, e das mestranda e doutoranda da universidade Elisa Ribeiro da Cunha e Carolina Gonzales da Silva.

Com o nascimento da bezerra Acácia em 2017, a Embrapa vai aprimorar cada vez mais o procedimento para aumentar a eficiência da tecnologia, diminuir os custos e torná-lo acessível aos produtores. Mais informações na Embrapa Cerrados pelo telefone (61) 3388-9945.

 
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