Coluna da Bernadete Alves - dia 31/08/2011

Voo de ouro

Valeu, Fabiana Murer! Brasília e todo o Brasil agradecem. Você mostrou a força e a determinação da mulher brasileira ao conquistar com um salto de 4.85m o primeiro ouro da história nos campeonatos mundiais no salto com vara. Ela venceu na Coreia do Sul atletas de peso.

 

Unindo forças

Os advogados são fundamentais na garantia dos direitos da sociedade. É por isso que a coordenadora da Comissão de Direitos Humanos da OAB/DF, Regiana Presot, argumenta que a sociedade é vítima de uma forma direta ou indireta de violação dos direitos humanos. Um exemplo de desrespeito é a pobreza extrema a que vivem pelo menos 16 milhões de pessoas. Elas não têm acesso a água potável, luz elétrica e bens de consumo duráveis. “É preciso unificar e consolidar ações desenvolvidas na área de direitos humanos, envolvendo aspectos penais, educacionais, de saúde e igualdade racial”, conclui Regiane. Ela tem razão. Os direitos humanos só serão plenos com o compromisso do Estado, com a mobilização da sociedade, dos líderes e de formadores de opinião. Só a união de forças vai garantir essa proteção.

 

A bela em Brasília

A fotógrafa Bianca Cutait recebe convidados com um coquetel de abertura de sua exposição hoje às 19h30 no espaço cultural do restaurante A Bela Sintra, na 105 Sul. Ela mostra, nas 20 obras de Brasília e São Paulo, as semelhanças entre as duas cidades fazendo, inclusive, transposições de fotos. O restauranteur Carlos Bettencourt vem de São Paulo para recepcionar os convidados ao lado de Celina Kaufmann, da Art & Art Galeria. As obras serão vendidas no local. Bianca lançou em fevereiro esta exposição no Bela Sintra de São Paulo, que fica na bairro Jardins. Recentemente a fotógrafa lançou um livro, documentando um ano de viagens pelo estado do Maranhão. Bianca é paulista, formada em relações públicas e pós-graduada em fotografia de cinema. Em 2008, fundou a Oficina de Arte contemporânea com sua mãe, Márcia Cutait.  

 

Força de ser mulher

Toda telenovela retrata a realidade. É a ficção misturada com o cotidiano. Às vezes essa comparação é até exagerada para ganhar a empatia do telespectador. Como o caso da personagem Griselda, da novela Fina Estampa, da Rede Globo, que é chamada de Pereirão. Uma maneira exagerada de masculinizar a personagem. Na vida real, muitas mulheres fazem serviços tidos como masculinos e nem por isso perdem a feminilidade. Não é a roupa que faz a pessoa usa, nem o carro e muito menos o luxo que ostenta. Por trás de um look está uma mulher forte ou frágil. Muitas vezes o tipo de trabalho não é uma escolha, mas a única saída para a sua sobrevivência. E isso não derruba, fortalece. Tem pessoa que prefere viver uma fantasia que encarar a dura realidade. Essa atitude tem reflexo com o mundo exterior. A autoimagem que projetamos muitas vezes causa insegurança e dificuldade de autoaceitação e de buscar valores perdidos. Não importa o trabalho a que somos submetidos e nem a roupa que temos de usar, o que importa é nos cuidarmos e deixar transparecer a força de ser mulher.

 

Reclamar do clima

Brasília é encantadora, com muita qualidade de vida e mantida firme e forte nos seus 51 anos de existência por valorosos cidadãos. Os brasilienses são fortes e determinados e tem identidade. Uma coisa que me chama a atenção é a unanimidade de reclamar do clima. Não  importa se é o período de seca, de chuva ou de estiagem. É o assunto preferido nos elevadores, nos pilotis, bares, restaurantes, no trabalho, no trânsito e até nos supermercados. Por outro lado, a população não deixa de ter razão. A umidade do ar chegou a 10%, o menos índice dos últimos 7 anos. Brasília parecia clima de deserto. E com isso o calor e a seca castigam animais, plantas e pessoas. Os olhos ficam secos, a pele coça, a cabeça dói, a respiração fica difícil e por aí vai. Mesmo sabendo que isso ocorre pelo menos durante três meses, é difícil se acostumar. Mas com boa vontade e criatividade a gente consegue aliviar estes efeitos e curtir esta cidade maravilhosa. Precisamos valorizar os ipês que dão cor e alegria a nossa vida, assim como também os flamboyants. Mesmo castigadas pelo calor e pela seca surgem esplendorosas. Vamos deixar as broncas de lado e curtir Brasília, que é única.

 


Mérito Industrial

O presidente da Fibra, Antônio Rocha, entrega hoje, no auditório da Confederação Nacional da Indústria, às 19h30, a medalha Destaque Setorial para empresas que contribuem com a com a geração de emprego e com a sustentabilidade. Dentre elas a Construtora Ypê, de Júlio César Peres, que é também presidente do Sinduscon. Já a medalha do Mérito Industrial vai para Antônio Varela Neto, Dionízio Klavdianos, Fernando Colcerciani, Jairo Fonseca, José Maria de Jesus, Paulo José Amorim e Paulo Roberto de Souza. A festa na CNI já é tradicional e sempre prestigiada pela categoria com que a Federação das Indústrias sempre recebe.

 

 
 
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