Coluna Bernadete Alves - dia 27/07/2017

Festival Latinidades chega a 10ª Edição

Com o objetivo de fomentar o debate contra o racismo e pelo empoderamento da mulher negra, foi criado o Latinidades, o maior festival de mulheres negras da América Latina. De hoje a 30 deste mês, Brasília recebe a 10ª edição do evento, com programação especial para marcar a primeira década de vida do projeto que se dedica a valorizar a cultura e a memória de mulheres negras.

A 10ª edição do Latinidades que começa nesta quinta-feira, conta com a realização da Griô Produções, Instituto Afrolatinas, parceria da Oxfam Brasil, British Council e apoio da Organização das Nações Unidas, Fundação Cultural Palmares, Fundo Baobá, IFB Estrutural, Contag e Sinpro DF. O público vai participar de mesas-redondas, lançamentos de livros, desfile de moda, cinema e até comédia stand-up.

Com o tema “Horizontes de liberdade: afrofuturismo nas asas da Sankofa”, o festival vai promover encontros que dão visibilidade para a produção artística, cultural, política e intelectual de mulheres negras em todo o mundo. “A gente acredita que este é um projeto transformador. São 10 anos pela valorização da mulher negra. Pela garra e pelo amor, a gente resolveu manter o festival mesmo com esse cenário financeiro”, disse uma das organizadoras, Bruna Pereira.

“Sankofa”, que simboliza o resgate ao passado, vai debater a memória, as miragens do futuro no presente, o ativismo das mulheres negras, a participação delas na ciência e tecnologia, a moda e a estética. Bruna diz que a ideia é usar os conceitos de ‘afrofuturismo’ e ‘Sankofa’ para pensar em utopias, sonhos e horizontes de luta das mulheres negras.

Ao longo dos últimos anos, mais de 200 mil pessoas passaram pelo Latinidades e cerca de 100 artistas, entre nacionais e internacionais se apresentaram. Seu diferencial, além da quantidade de estados e países envolvidos, diz respeito tanto ao seu caráter cultural quanto ao formativo.

Amanhã dia 28 a programação começa às 10h com a Oficina Utopias Coletivas e Projetos Futuros, no auditório menor do Museu Nacional.Apresentação: Nátaly Neri (SP) e Mediação: Lúcia Xavier (RJ). Depois tem Cine Afrolatinas das 14h às 15h, no mesmo local. Rainha (2016, 30 min), de Sabrina Fidalgo e Beatitude (2015, 15 min), de Délio Freire. No auditório principal do Museu Nacional , das 15h às 17 horas, tem Ciência, Tecnologia e Projetos de Transformação Social com Buh D’Angelo (SP), Brenda Costa (BA) e Silvana Bahia (RJ). Debatedora: Katemari Rosa (RS).

O Festival Latinidades recebe às 17 horas no Espaço Literário, a segunda edição do palavra preta, festival de música e poesia voltado para autoras negras. Local: auditório principal do Museu Nacional. Às 19 horas em parceria com o projeto Vidas Refugiadas, no auditório do Museu Nacional, tem Diálogos Transatlânticos com María Ileana Faguaga Iglesias ( Cuba) e Nkechinyere Jonathan ( Nigéria). Mediação: Aline Maia (RJ).

No sábado, dia 29 haverá uma mesa-redonda para debater a moda preta com a idealizadora do África Plus Size Brasil, Luciane Barros, a sócia-fundadora e estilista da Xongani – ateliê de moda afro-brasileira –, Ana Paula Xongani, a youtuber Nátaly Neri e a influenciadora baiana Magá Moura. "Valorizamos os corpos das mulheres pretas e gordas", diz Luciane Barros, que usa a diversidade em suas produções.

Às 19h o Museu Nacional servirá de palco para a produção de designers e estilistas negras/os com três desfiles imperdíveis que apresentam coleções inéditas de Pinto Música (Moçambique), Rogue Wave (Angola) e África Plus Size Brasil (SP). Entre 21h e 22h30, a jornalista baiana Maíra Azevedo vai apresentar a comédia stand up "Tia Má Com a Língua Solta". No espetáculo, ela brinca com situações cotidianas e aborda racismo, machismo e relações amorosas por meio do humor.

O Latinidades encerra no domingo com uma grande festa com apresentação do duo nova-iorquino de hip-hop Oshun, formado pelas cantoras Niambi Sala e Thandiwe, pela primeira vez no Brasil na festa-show. A dupla categoriza o seu som como “Iya-Sol”, uma mistura de neo-soul, hip-hop e “espiritual”. Em suas músicas, as duas costumam reunir uma série de elementos yorubás e temas caros à religiões de matriz africana, como racismo, ancestralidade e política.

A segunda atração internacional será a cantora Madina Vaz (MZ), mais conhecida como ZAV, que traz de Moçambique uma deliciosa mistura de ritmos como marrabenta, pandza, ghetto zouk e kizomba. Para encerrar a brasiliense Debora Carvalho, conhecida como DJ Donna, famosa nas pistas da capital há 15 anos por seus sets de rap, miami bass, break beat, afro house e samba rock.

As atrações acontecem no Outro Calaf, no Setor Bancário Sul, próximo à Rodoviária do Plano Piloto, no domingo, às 18h. Neste evento o publico terá que pagar R$ 30 pelo ingresso. Para mais informações e entrevistas, (61) 98175-6772, Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .

Cientistas chineses clonam “supercão” e reacende debate sobre eugenia

Criado em laboratório, o filhote “mutante” foi considerado um sucesso e ficou conhecido no mundo todo, já que, de acordo com David King, diretor do Human Genetics Alert (HGA), explicou ao portal "Express", é muito difícil conseguir clonar um cachorro. O pequeno Long Long, da raça Beagle, é um exemplo recente do desenvolvimento da engenharia genética. David King declarou que tem um certo receio do desenvolvimento desta tecnologia chinesa. “Ela mostra que estamos a poucos passos de conseguir alterar a genética humana – e caminhar rumo à eugenia”.

Para que o filhote pudesse nascer, os cientistas modificaram o código genético de 65 embriões, dentre os quais 27 nasceram. Ele, no entanto, é o único "supercão", já que os cientistas retiraram do seu DNA o gene responsável pela síntese da proteína miostatina – responsável por controlar o crescimento muscular. Ou seja, Long Long terá o dobro da massa muscular de um beagle normal, e provavelmente, será muito mais rápido e forte do que os seus irmãos.

Por mais que os pesquisadores expliquem que os testes são realizados para auxiliar, futuramente, pesquisas médicas sobre doenças como o Mal de Parkinson, alguns cientistas estão preocupados com tais avanços da engenharia genética, especialmente porque o genoma canino é muito parecido com o DNA dos seres humanos.

Desde que os cientistas clonar o primeiro animal, a ovelha Dolly, em 1996 , foram desenvolvidas tecnologias cada vez mais avançadas em termos de engenharia genética em várias partes do mundo. A clonagem de animais é polêmica e levanta debates sobre bioética, responsabilidade científica, eugenia e muitas outras praticas para a seleção genética.

Enquanto um segmento da comunidade científica debate os aspectos morais de um “animal mutante”, outras avançam nas técnicas de clonagem e modificam o código genético de diversas espécies.O termo, que significa “bem nascido”, designa uma série de possíveis práticas para determinar as características de um ser humano por meio da seleção genética, e assim, “melhorar” a espécie.

Para os cientistas, Hitler pode ser considerado um eugenista, pois acreditava e agia em prol da “raça ariana”, limitada a pessoas com a pele, olhos e cabelos claros. O líder alemão usava campos de concentração para exterminar aqueles que não se encaixavam nas características arianas, e, hoje em dia, a engenharia genética pode ser uma forma mais sutil de colocar a eugenia em prática.

David King, diretor do Human Genetics Alert, explicou ao portal que a eugenia já é uma realidade nos Estados Unidos, onde mulheres “bonitas e inteligentes” recebem propostas para vender seus ovários, de forma que seu código genético seria escolhido em detrimento de outros para perpetuar determinadas características. Vale a pena pontuar que, dentro de sociedades racistas, a possibilidade de escolher como seu filho será, física e intelectualmente, pode significar uma exclusão social ainda maior daqueles que fogem dos padrões, além da diminuir, a longo prazo, a existência de tais atributos na população.

Para os cientistas, a criação do “cachorro mutante” pode significar, além do desenvolvimento de técnicas científicas para questões médicas, uma oportunidade para práticas de seleção de características humanas se estabelecerem na sociedade. Isso é muito preocupante.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 26/07/2017

Queda da fertilidade masculina preocupa pesquisadores

Estudo liderado pelo epidemiologista Hagai Levine, da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel, observou que entre os homens da América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia a concentração de espermatozoides caiu 52,4% e a contagem total de células reprodutivas no esperma diminuiu 59,3%. Para os cientistas, isso representa, em média, uma queda de concentração do esperma de 1,4% ao ano.

Para chegar a esta conclusão os cientistas fizeram a análise de 185 pesquisas, realizadas desde 1973 até 2011 em diversos países. Os dados, do maior estudo já feito sobre o assunto, mostram a grande redução da fertilidade masculina ao redor do mundo, principalmente em homens asiáticos. O novo estudo foi publicado no periódico científico Human Reproduction Update.

Hagai Levine declarou à rede britânica BBC que se a tendência continuar, isso pode levar à extinção do ser humano. “Se não mudarmos a forma como estamos vivendo, a maneira como nos relacionamos com o ambiente e os produtos químicos aos quais estamos expostos, eventualmente podemos ter um problema grande relativo à nossa reprodução. E ele pode levar ao fim da espécie humana”, disse o cientista.

Levine disse que ainda não se sabe o que pode estar causando o declínio de espermatozoides. Que em pesquisas anteriores, a queda havia sido relacionada a condições ambientais, ao cigarro, ao estresse, ao sedentarismo e à obesidade. “Precisamos tomar uma atitude. Por exemplo, estabelecer regulações melhores de produtos químicos produzidos pelo homem. E precisamos continuar com nossos esforços para combater o cigarro e a obesidade”, declarou o cientista.

Estudo realizado pela Universidade de Úrmia, no Irã, mostra que a prática regular de exercícios físicos traz benefícios para o sistema reprodutivo masculino, pois aumenta a contagem e melhora a qualidade dos espermatozoides.

Praticar exercícios físicos regularmente faz bem para a saúde como um todo.

Teatro da Caesb Águas Claras recebe “Terapia de Casal”

Terapia de Casal

O espetáculo é de responsabilidade do Grupo Amarração coordenado pela dramaturga Cleuza Brandão. O grupo possui mais de vinte espetáculos e peças teatrais apresentados aqui em Brasília e em outros estados brasileiros e agora apresenta a peça “Terapia de Casal”, dia 28 às 21 horas no Teatro da Caesb Águas Claras. Ingressos a R$ 50 e R$ 25.

O Amarração foi formado há 11 anos por bancários e atores amadores, como parte de um projeto ligado ao desenvolvimento de recursos humanos da Caixa Econômica Federal. Com o apoio de diretores renomados foi consagrado nos circuitos de teatro corporativo, e agora inicia sua nova caminhada para os teatros de bilheteria. Os textos, sempre voltados para o humor, são frutos de muita pesquisa. “Cada personagem e cada frase é fruto de muito estudo. Os textos são enxutos e nada está ali por acaso”, afirma a dramaturga Cleuza.

A comédia “Terapia de Casal”, conta a história de Marina e Otávio, um casal que enfrenta uma crise, porque ele se recusa a ajudar nas tarefas domésticas. Na tentativa de salvar o casamento, Marina propõe uma terapia de casal. Ele também não aceita. Desesperada, ela pede ajuda à mãe. Mais que depressa, a mãe de Marina vê ali uma oportunidade de massacrar o genro, que tanto explora sua filha. Ela inventa que chegou na cidade uma famosa monja tibetana que promete uma terapia de casal alternativa. Ninguém mais que ela mesma, muito bem disfarçada. Nessa terapia quem fala, obviamente, é sempre Marina. Tem até chazinho da verdade, que induz Otávio a se complicar em um interrogatório nada convencional. Se a terapia vai dar certo ou não, só vendo. Principalmente se ele descobrir que a monja é a própria sogra.

Ligação Irregular elevou conta de água no Estádio Nacional

O chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, em entrevista coletiva no Palácio do Buriti, disse que o grupo de trabalho criado para investigar a milionária conta de água do Estádio Nacional Mané Garrincha concluiu que uma ligação indevida, ainda na época da construção da arena, resultou no consumo excessivo no mês de junho. O chefe da Casa Civil deu as informações ao lado do presidente da Caesb, Maurício Luduvice, do presidente da Terracap, Júlio César de Azevedo e do presidente da Novacap Júlio Menegotto.

O secretário Sérgio disse que determinou a abertura de uma sindicância para apurar de quem foi a responsabilidade pelo aumento da conta de água e esgoto do Estádio Nacional chegar a R$ 2,2 milhões em junho, valor 67 vezes superior à média dos meses de março, abril e maio de 2017: R$ 37 mil. A investigação será conduzida pela Controladoria-Geral do DF. “É um episódio grave e lamentável, sobretudo neste momento de escassez hídrica na nossa cidade. Não descartamos nenhuma hipótese e vamos apurar com todo rigor”, declarou Sampaio.

Acredita-se que, na fase de edificação do estádio, os responsáveis pela obra ficaram receosos de que as chuvas não fossem suficientes para encher os quatro reservatórios de água bruta, uma vez que cada um deles tem capacidade para armazenar 350 mil litros, destinados à irrigação do gramado e ao combate a incêndios. Por isso uma ligação e um registro não previstos na planta hidráulica do estádio foram instalados excepcionalmente para fazer o bombeamento do reservatório de água potável para os quatro de água bruta. A adaptação deveria ter sido removida logo após o enchimento dos quatro tanques, o que não ocorreu.

A comissão criada pelo governo de Brasília para apurar a conta milionária, concluiu que em fevereiro deste ano, o registro foi aberto por alguém indevidamente, o que levou ao transporte de água potável para os quatro reservatórios superiores não tratados, situados no segundo andar do Mané Garrincha. Os equipamentos transbordaram, e a água passou a escorrer por três meses pela rede pluvial.

Como nem toda água perdida recebeu tratamento da Caesb, a empresa retirou a taxa de esgoto, o que fez a conta a ser paga pela Terracap — administradora do estádio — cair pela metade: R$ 1,15 milhão. Fizeram parte da comissão: técnicos da Companhia de Saneamento Ambiental do DF, da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital.

Escolha de Diretor do Detran e Polícia Civil será por Lista Tríplice

Foi publicada na edição desta quarta-feira, do Diário Oficial do Distrito Federal, Emenda à Lei Orgânica que tira do governo de Brasília a exclusividade da escolha dos diretores da Polícia Civil e do Departamento de Trânsito do DF. De acordo com a nova norma, os servidores dos dois órgãos escolherão candidatos que irão compor lista.

No caso da Policia Civil, participam do processo de escolha delegados e agentes. No Detran, a lista será indicada por servidores efetivos (concursados) do órgão. O governador escolherá os diretores com base na indicação de cada órgão. A medida vale a partir deste 26 de julho.

O GDF informou, por meio de nota, que "recorrerá à Justiça questionando a legalidade da emenda à Lei Orgânica do Distrito Federal aprovada pela Câmara Legislativa do DF por se tratar de matéria de iniciativa exclusiva do poder executivo".

A emenda à lei orgânica é uma antiga reivindicação das entidades que representam os servidores, que reclamam de “escolhas políticas” na indicação dos dirigentes. A emenda foi aprovada pela Câmara Legislativa do DF em junho passado e promulgada pela mesa diretora da Casa nesta segunda-feira, dia 24 de julho.

O diretor do Sindicato dos Policiais Civis, Rodrigo Franco, disse que a mudança vai tornar mais democrática a escolha e fomenta o debate de ideias em torno da gestão do órgão.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 25/07/2017

Rollemberg solicita a governo federal repasse de direitos reconhecidos

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, se reuniu com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto para pleitear um cronograma de repasse de milhões de reais que a União deve ao Distrito Federal por conta da compensação previdenciária e, além desse importante direito reconhecido, Rollemberg também pediu ao presidente o inicio dos repasses do Fundo Constitucional pertencentes ao DF. Após o encontro o governador disse aos jornalistas que o presidente foi atencioso em relação aos assuntos, anotou as três reivindicações do Distrito Federal e falou que iria conversar com a área econômica.

Rollemberg disse que a compensação previdenciária foi tema importante da conversa porque a União reconhece dever R$ 740 milhões ao Distrito Federal. O montante acumulado de 1988 a 1999 refere-se a pessoas que trabalhavam na iniciativa privada e passaram em concursos públicos da administração distrital. Nessa transferência, pararam de contribuir pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), e o governo de Brasília arcava com todos os custos. A Lei Federal nº 9.796, de 5 de maio de 1999, estabeleceu que o governo federal deveria pagar os valores de compensação previdenciária, o que ainda não ocorreu até o momento.

“Nós pleiteamos um cronograma de repasse para que possamos fazer frente aos nossos compromissos de pagamento em dia dos servidores, dos fornecedores e dos prestadores de serviço. Não estamos pedindo nenhum tipo de benefício ou privilégio, apenas aquilo que é direito reconhecido”, afirmou o governador.

Outro assunto tratado entre o governador e Temer é a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que manda o Ministério da Fazenda repassar ao Distrito Federal R$ 245 milhões oriundos de aposentadorias de profissionais da segurança pública. Havia entendimento por parte do governo federal de que esses recursos, referentes aos sete primeiros meses de 2017, deveriam ficar retidos na pasta, mas o TCU decidiu que, como integram a rubrica do Fundo Constitucional, pertencem ao DFe devem ser repassados ao Executivo local.

“Nós viemos pedir ao presidente o cumprimento imediato de duas decisões unânimes do Tribunal de Contas da União referentes ao Fundo Constitucional”, declarou o chefe do Executivo local.

Rollemberg também conversou com o presidente sobre o Projeto de Lei nº 130/ 2017, que trata dos incentivos fiscais. O projeto foi aprovado pelo Senado no dia 12 de julho e aguarda sanção presidencial. Na prática, as unidades da Federação poderão conceder a empresas e indústrias iguais incentivos fiscais dados a estados situados dentro da mesma região. Ou seja, o DF poderá aplicar as mesmas vantagens tributárias a qualquer organização sediada no Centro-Oeste.”Ao longo dos últimos anos, nós perdemos empresas, perdemos empregos, perdemos arrecadação, e a sanção desse texto é fundamental e faz justiça para que o Distrito Federal possa ter as mesmas condições de competitividade de outros estados da região como, por exemplo, o estado de Goiás. É uma medida que vai nos garantir competitividade e fazer com que não percamos indústrias para estados vizinhos. Além disso, vamos proporcionar mais segurança para elas ampliarem seus investimentos no DF”, disse Rollemberg.

Fast Açaí retira conservantes artificiais do açaí e cupuaçu

Fast AçaíFast Açaí

A rede de franquia especializada em alimentação saudável muda a formulação do Açaí Expresso e do Cupuaçu Expresso, itens que são o carro-chefe no cardápio da marca, e retira os conservantes artificiais. Entre as empresas brasileiras que trabalham com distribuição e comercialização de açaí, a Fast Açaí de Goiás, é a pioneira no Brasil a abrir mão do uso de conservantes.

 A mudança visa reforçar ainda mais o conceito de healthy fast food, da franquia goiana Fast Açaí. De acordo com a engenheira de alimentos da Fast Açaí Helen Caroline, as novas fórmulas do açaí e do cupuaçu expresso são compostas por ingredientes 100% naturais, como polpa de açaí ou cupuaçu, banana in natura e o xarope de guaraná, que agora também não possui corantes artificiais. A engenheira de alimentos da Fast Açaí, assegura que as mudanças não interferem no sabor dos dois produtos.

“Nosso cupuaçu e açaí não possuem conservantes, o que conserva a polpa são as técnicas de resfriamento e congelamento empregados em toda a cadeia produtiva. Substituímos o corante artificial caramelo pelo corante natural, que apresenta maiores propriedades funcionais para saúde dos consumidores como ação antioxidante e anti-inflamatória”, declara Helen Caroline.

Fast Açaí produz diariamente 3.500 litros de açaí expresso e 900 litros de cupuaçu expresso, que são distribuídos nas mais de 150 unidades da franquia nos 12 Estados brasileiros e o Distrito Federal, e na unidade nos Estados Unidos.

Vera Verônika grava hoje DVD com convidados

Vera Verônika DVDVera Verônika DVD

A rapper brasiliense Vera Verônika, celebra vinte e cinco anos de carreira, gravando neste 25 de julho, DVD com repertório de canções inéditas e músicas gravadas no disco Mojubá, no Teatro Plinio Marcos, na Funarte às 20 horas. A entrada é franca e os ingressos podem ser retirados a partir das 19h.

Capoeiristas, dançarinos de break, video mapping do VJ Aníbal, grafite de Satão, do grupo DF Zulu, e referências de teatro e circo compõem o colorido rítmico e visual da gravação do DVD de Vera Verônica.

A primeira rapper do DF convidou artistas de diferentes gerações como o X, do Câmbio Negro, a cantora Indiana Nomma, o DJ Chokolaty, a percussionista Nãnan Matos e Nelson Triunfo, um dos precursores da cultura hip-hop no país e quem trouxe o rap para Brasília.

“Nesse DVD vai sair a música ‘Destino’, com 21 mulheres que cantam rap no DF. Queremos igualdade de gênero, mais respeito à mulher e à diversidade. Não que tenhamos que ser iguais, mas que sejamos equiparados nas questões políticas e ideológicas. E também nos salários”, declara a artista Vera Verônika.

Vera lembra que no disco “Mojubá”, a canção-título celebra a religiosidade africana e a sua intensa ligação com a identidade negra. “Caladas Não Mais” e “Assediadas” denunciam a violência contra a mulher. “Quem foi que decidiu que pra morrer basta a minha cor”, desabafa em um dos versos de “Genocídios”, contra o racismo.

A cantora espera o público para a celebração das suas Bodas de Prata com o rap.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 24/07/2017

Suplementos e esteroides podem causar reações na pele

Os suplementos alimentares são preparações destinadas a complementar a dieta e fornecer nutrientes, como vitaminas, minerais, fibras, ácidos graxos ou aminoácidos, que podem estar faltando ou não no organismo. Os mais populares habitualmente são compostos por aminoácidos do soro do leite, contendo também vitaminas, peptídeos bioativos e carboidratos. A ingestão desse complemento nutricional pode causar reações adversas na pele, queda de cabelo, foliculite e acne. O alerta é da Especialista em Dermatologia, Ana Regina Trávolo, membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia.

A médica explica que os suplementos podem causar acne por diversos fatores: primeiramente pelo estímulo direto das proteínas do soro do leite; a presença de carboidratos resulta em um alto índice glicêmico, ocasionando a formação de acne devido ao aumento de IGF-1 causado pela hiperinsulinemia; além disso, as vitaminas do complexo B também aumentam a oleosidade da pele, contribuindo para o maior aparecimento da acne. “É comum o aumento da acne, tanto como aparecimento de novas lesões, quanto na piora de quadros pré-existentes, principalmente no rosto e no tronco’, alerta a médica Ana Regina Trávolo,da Clínica Monte Parnaso.

A Dra. Ana Regina diz que em virtude das manifestações cutâneas frequentes, o dermatologista muitas vezes é o primeiro médico a ser procurado pelos pacientes. “Devemos estar preparados não só para tratar as lesões cutâneas, mas verificar outras manifestações clínicas e sintomas que possam sugerir outras complicações sistêmicas e riscos para a saúde destes pacientes. Caso necessário, exames laboratoriais podem ser solicitados Os esteroides podem também resultar em agressividade, insuficiência hepática e infertilidade”, alerta a especialista.

Pessoas que buscam melhorar a performance esportiva ou ter ganho de massa muscular rápido e intenso, a dermatologista alerta para tomar cuidado com o esteroide androgênico, principalmente o Stanozolol, Oxandrolona e Nandrolona. “Estes compostos possuem ação androgênica podendo resultar em vários efeitos colaterais na pele, como: Aumento do tamanho e da função glândulas sebáceas, resultando em oleosidade da pele e do cabelo; Acne resistente aos tratamentos e com caráter mais grave (acne fulminas). Estima-se que a acne ocorra em até 40% dos usuários; Alopecia (queda de cabelo); Hirsutismo (aumento de pelos pelo corpo); Rosácea; Piora da dermatite seborreica (seborreia); Estrias devido ao aumento do tecido muscular e diminuição da elasticidade da pele; Foliculite e furunculose; Predisposição a formação de cistos; e Predisposição a queloides (pelo aumento da síntese de colágeno tipo 1).

Nos pacientes que tenham caso clínico de acne e apresentem piora do quadro com o uso do suplemento Whey Protein, Dra. Ana Regina aconselha parar o uso e recomenda substituir por produtos que apresentem baixo índice glicêmico, que não tenha adição de vitaminas do complexo B e que não contenha proteína do leite. “O paciente tem a possibilidade de adquirir suplementos proteicos derivados de outras fontes, como carne, soja e ervilha”, orienta a dermatologista. Mais informações sobre os suplementos que podem causar problemas na pele, pelo telefone 3263-0833.

Casa Valduga ganha prêmio máximo em festival no Chile

Casa Valduga

A Casa Valduga, uma das primeiras vinícolas brasileiras a dominar e desenvolver o método tradicional (champenoise), conquistou duas medalhas de ouro na Catad’Or Wine Awards, uma das mais importantes premiações do Chile e da América Latina, com dois rótulos: Casa Valduga 130 Brut e Casa Valduga Gran Extra Brut. Com a conquista do prêmio máximo em Santiago, no Chile, a Casa Valduga, localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, no RS, ganha mais um reconhecimento e se consagra como uma das vinícolas brasileiras mais premiadas ao redor do mundo.

A competição que elege os melhores espumantes das Américas, acontece há 22 aos e neste ano, a premiação ocorreu entre os dias 3 a 10 de julho, e avaliou rótulos do Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Peru, Bolívia, México, Canadá e Estados Unidos. Coube ao time de 45 jurados, formado por especialistas vindos de 14 países, eleger os melhores vinhos e espumantes de 2017.

A Casa Valduga possui a maior adega de espumantes da América Latina e investe em produtos com padrão de excelência reconhecidos mundialmente e busca sempre inovar nos conceitos de elaboração e apresentação de seus vinhos.

Casa ValdugaCasa Valduga

O Casa Valduga Brut 130 foi criado para homenagear os 130 anos da chegada da família Valduga ao Brasil, o espumante é elaborado pelo método tradicional, com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, e passa 36 meses em maturação na penumbra das caves subterrâneas. Possui perlage fascinante, coloração dourada e aromas que lembram frutas brancas, frutas secas como amêndoas e um leve tostado que proporciona elegância e complexidade à bebida. Seu paladar apresenta acidez equilibrada e notável cremosidade, característica encontrada nos melhores champagnes do mundo. O Casa Valduga Brut 130 é um dos rótulos mais renomados da vinícola gaúcha.

O Casa Valduga Gran Extra Brut é um espumante rico, marcante e expressivo. São 60 meses de maturação que dão origem a uma bebida com excelente acidez, fantástica cremosidade, sabor amplo e intenso. Possui bouquet complexo e incomparável, onde o caráter da evolução se expressa de forma única, remetendo a especiarias finas e notas de amêndoas e flores secas. É um espumante raro, de perfil único.

DF vence Concurso Nacional de Quadrilhas

Arroxa o NóArroxa o nó

A quadrilha ‘Arroxa o Nó’, do Distrito Federal, é a campeã da 13ª edição do Concurso Nacional de Quadrilhas realizada no Espaço Cultural. Esta foi a terceira vez que a capital de Tocantins sediou o evento. A representante da capital federal disputou o título com 17 grupos de todo o país no sábado.

A quadrilha 'Arriba Saia', de Goiás, ficou em segundo e a 'Capelinha do Forró', da Bahia conquistou o terceiro lugar. A ‘Lume da Fogueira’, do Rio Grande do Norte conquistou a quarta colocação e a quadrilha ‘Zé Testinha’, do Ceará ficou em quinto lugar no concurso nacional.

A 'Explosão amor capiria', campeã do Arraiá da Capital 2017, de Tocantins, ficou em sexto lugar. E a junina 'Caipiras do Borocoxó' , do Tocantins, que venceu o concurso em 2013, neste ano ficou na 11ª posição. O presidente da Federação das Quadrilhas Juninas do Tocantins, Advan Rodrigues, em entrevista a TV Anhanguera, disse que “mesmo sem título em 2017, o evento foi importante para impulsionar a economia”.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 23/07/2017

Região Metropolitana de BH é destaque em cerveja artesanal

As cervejas artesanais têm conquistado o mercado e estimulado apreciadores e investidores a produzir a bebida. Exemplo disso é o Estado de Minas Gerais. Lá existem 61 microcervejarias registradas no Ministério da Agricultura. Destas 31 ficam na região metropolitana de Belo Horizonte. Para alavancar este mercado o governo de Minas Gerais resolveu classificar a as cervejarias artesanais como “Arranjo Produtivo Local – APL, para que as empresas possam atuar de forma cooperada e com mais condições para buscar benefícios e incentivos do poder público como, por exemplo, para a compra de matérias-primas, maquinário e na transação comercial.

O título foi entregue ontem pela Secretaria Extraordinária de Estado de Desenvolvimento Integrado e Fóruns Regionais - Seedif, durante solenidade no Museu Abílio Barreto, Cidade Jardim, Belo Horizonte. O secretário Wadson Ribeiro, disse que Minas Gerais é o segundo maior estado em volume de produção e em número de microcervejarias do Brasil e que o APL potencializa a produção, favorece o comércio e a capacitação, além de gerar emprego.

“Quando se tem um ramo importante como esse se desenvolvendo, gerando emprego, auxiliando no crescimento do turismo local, há, também, geração de renda para cidade, que significa mais emprego e uma vida melhor”, ressaltou o secretário Wadson Ribeiro.

O titular da Seedif explica que Minas Gerais possui cerca de 40 arranjos produtivos locais de outros setores como gemas e jóias, calçados, móveis e fruticultura reconhecidos em todo o estado. “No final de maio deste ano, a microrregião de Juiz de Fora foi a primeira a integrar a política pública do governo do estado em incentivo às atividades relacionadas à cadeia produtiva de cerveja”, declara Wadson Ribeiro.

De acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas de Minas Gerais, o estado produz mensalmente cerca de 1,5 milhão de litros de cervejas artesanais. A entidade estima para este ano um crescimento de 14%.

Brasil domina os EUA e está na fase final do Grand Prix

A renovada seleção brasileira feminina de vôlei venceu de forma espetacular os Estados Unidos por 3 sets a 1 e se classifica para a fase final do Grand Prix. As meninas do Brasil mostraram maturidade diante das americanas e receberam o carinho do público que lotou o ginásio em Cuiabá.

A seleção do técnico José Roberto Guimarães conquistaram a terceira vitória seguida da etapa com destaque para as veteranas Adenízia, Natália e Tandara. Com o resultado, as brasileiras garantiram vaga na Fase Final e seguem em busca do 12º título da competição.

“Eu aprendi desde pequena a ter essa vibração. Saio morta do jogo, porque passo muito essa energia para as meninas. Às vezes, não estou nem no meu melhor dentro de quadra, mas foco nisso, passar essa energia positiva e fico feliz que está dando certo. Sabemos do nosso potencial, das dificuldades que vamos encontrar na Fase Final, mas vamos para cima. Cada jogo será uma guerra”, afirmou Adenízia.

Esta é a 25ª edição do torneio anual de voleibol feminino promovido pela Federação Internacional de Voleibol. No Grand Prix as 12 principais seleções do mundo disputam a primeira fase em três semanas. A cada etapa, são formados três grupos, com quatro equipes cada. Os times fazem nove jogos ao total na fase de classificação. Ao fim, as cinco melhores seleções seguem para a Fase Final, que contará ainda com a China, o país sede, e vai ocorrer entre os dias 2 e 6 de agosto, em Nanjing.

O Brasil agora segue para mais uma longa viagem, rumo à China. Além das brasileiras e das anfitriãs chinesas, também estão classificadas as seleções de Sérvia, Estados Unidos, Itália e Holanda.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 22/07/2017

Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, é tema da 69ª reunião da SBPC

O projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, trazido para o Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz, com o apoio do Ministério da Saúde, é um dos trabalhos científicos apresentados na 69ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, que acontece em Belo Horizonte, Minas Gerais. O projeto inovador Eliminar a Dengue: Nosso Desafio (Eliminate Dengue: Our Challenge), surgiu na Austrália em 2011 e usa a bactéria Wolbachia para reduzir a transmissão da dengue, da zika e da febre chikungunya.

A bactéria Wolbachia é retirada da mosca da fruta e inoculada no ovo do Aedes aegypti para que o mosquito se desenvolva com a Wolbachia em seu organismo de forma intracelular. Os mosquitos modificados são liberados no ambiente e, com o tempo, a população de insetos é naturalmente substituída, de forma gradual, pelos que não têm condição de transmitir os vírus. A fêmea que possui a Wolbachia em seu organismo irá transmiti-la a todos os seus descendentes, mesmo que se acasale com machos sem a bactéria. Além disso, quando apenas o macho possui a Wolbachia, os óvulos fertilizados morrem. Dessa forma, a bactéria é transmitida naturalmente para as novas gerações de mosquitos. Este procedimento é capaz de evitar que os vírus sejam transmitidos para os seres humanos durante a picada.

O protocolo da fase de expansão do projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) após rigorosa avaliação sobre a segurança para a saúde e para o meio ambiente. O projeto teve o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, com contrapartida da Fiocruz.

A liberação de mosquitos com a bactéria Wolbachia começou em agosto de 2015 em Jurujuba, bairro de Niterói e em Tubiacanga, bairro do Rio de Janeiro e se encerrou em janeiro de 2016. Desde então, vem ocorrendo um monitoramento semanal, com mosquitos sendo coletados em armadilhas e levados ao laboratório para verificar se possuem a Wolbachia.

O pesquisador da Fiocruz Luciano Moreira, coordenador do projeto no Brasil, informa que a Fiocruz conseguiu chegar a 90% de sucesso na substituição de mosquitos Aedes aegypti comuns por outros que não conseguem transmitir dengue, zika e chikungunya. "Mais de um ano e meio após nós pararmos de liberar mosquitos nestas duas localidades, uma vez que mais de 90% deles contêm a bactéria. Isso comprova a autosustentabilidade do projeto. Não precisamos ficar voltando à mesma área para fazer novas liberações", explicou o pesquisador.

Moreira destaca que o projeto não envolve nenhuma modificação genética, nem no mosquito e nem na bactéria. O que o projeto faz é uma introdução artificial da bactéria no mosquito. Além disso, a iniciativa não elimina o mosquito do meio-ambiente, apenas substitui uma população capaz de transmitir doenças por outra incapaz. "É uma iniciativa totalmente segura. Estudos já mostraram que a Wolbachia , que está presente em 60% dos insetos, mas não no aedes, não oferece riscos à saúde humana, ainda que o mosquito pique uma pessoa".

A Fiocruz ainda não realizou estudos epidemiológicos para avaliar se de fato ouve redução do número de casos de dengue, zika e febre chikungunya com o projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil. Ainda assim, evidências apontam para a diminuição dos casos. "Em todos os países envolvidos, há mais de 40 localidades onde já houve liberação de mosquitos. Em nenhuma delas foi observada ocorrência de surtos, isto é, muitos casos em determinada área. É um indício de que o projeto está funcionando", disse o pesquisador Moreira.

O próximo passo do projeto no Brasil é a sua expansão no Rio e em Niterói, já que as áreas atingidas até então nestas duas cidades envolviam populações pequenas, entre três e quatro mil pessoas. Em Niterói, já estão sendo liberados mosquitos em uma área com 270 mil habitantes. No Rio de Janeiro, o trabalho começa em agosto, em dez bairros. Nos meses seguintes, outras regiões da cidade serão incluídas e a previsão é que, até o final de 2018, o projeto já tenha alcançado uma área onde vivem 2,5 milhões de pessoas. A inclusão de Belo Horizonte no projeto em 2018 começará pela região da Pampulha e pela região norte, áreas que têm cerca de 840 mil habitantes no total.

Organização Mundial da Saúde apoia testes com Aedes aegypti geneticamente modificado e uso da bactéria "Wolbachia", que pode impedir transmissão do vírus. Segundo a agência da ONU, o método também já foi usado em insetos para controlar pestes agrícolas.

Rota do Artesanato privilegia produção local e movimenta turismo

Com o objetivo de valorizar a produção de trabalhos artesanais e oferecer espaço de exposição e venda para trabalhadores manuais da cidade, foi criado a Rota do Artesanato. Produtores de Brasília com carteira de artesão expedida pela Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer podem se inscrever até quinta-feira, dia 27 para edição que acontece no Setor Comercial Sul, de 1º a 3 de agosto.

Esta Rota do Artesanato oferece 25 vagas para os artesãos da cidade comercializarem seus produtos sem que tenham de pagar imposto pela venda ou pelo uso da área pública. Os interessados devem fazer o cadastro pelo site da Secretaria Adjunta de Turismo e a relação dos selecionados será divulgada na sexta-feira dia 28, também no endereço eletrônico da pasta.

Para obter a carteira de artesão e poder participar das edições da Rota do Artesanato, os interessados devem entrar em contato para agendar uma visita na Secretaria Adjunta de Turismo, que fica no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, para mostrar o material produzido.

Além do Setor Comercial Sul, são feitas edições de dois ou três dias na Galeria dos Estados, no Palácio do Buriti, no Setor Bancário Norte e no Setor Comercial Sul. Até o final deste ano estão previstas mais 23 rotas.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 21/07/2017

Seguradora não cobre danos de motorista embriagado

Ministros da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, concluíram que as seguradoras não têm obrigação de cobrir danos causados por segurado que dirige alcoolizado. Os magistrados chegaram à conclusão que a ingestão de álcool conjugada à direção viola a moralidade do contrato de seguro por ser clara ofensa à boa-fé contratual.

A ministra Nancy Andrighi, afirmou que contratos de seguro têm impactos amplos em face da sociedade e acabam influenciando o comportamento humano. E que, por isso mesmo, o objeto de um seguro não pode ser incompatível com a lei.

“Não é possível que um seguro proteja uma prática socialmente nociva, porque esse fato pode servir de estímulo para a assunção de riscos imoderados, o que contraria o princípio do absenteísmo, também basilar ao direito securitário”, declarou Nancy Andrighi. Os ministros Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro acompanharam o voto da ministra.

Segundo informações divulgadas pelo site jurídico Jota, o caso chegou ao STJ, depois que os pais da vítima de atropelamento causado pelo motorista embriagado alegavam que a Seguradora Real S/A Previdência de Seguros – que fazia o seguro do veículo do réu – deveria ser condenada ao pagamento de indenização. Diziam que o fato de o motorista estar ou não embriagado não eximia a seguradora da responsabilidade de pagamento do seguro.

Segundo os pais, a jurisprudência do STJ entendia que o fato de o segurado estar dirigindo sob a influência de álcool não ocasiona a perda da cobertura do seguro, nem mesmo caracterizaria o agravamento de risco previsto no artigo 768 do Código Civil de 2002, hipótese que levaria à perda da cobertura. Eles sustentavam também que a cláusula de exclusão da cobertura no caso de o acidente de trânsito ser causado pelo segurado em estado de embriaguez seria abusiva segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

O site Jota é alimentado por uma equipe de jornalistas de alto gabarito, todos especializados na área jurídica: Bárbara Pombo (ex-Valor Econômico); Felipe Recondo (ex-Estadão); Felipe Seligman(Ex-Folha);Laura Diniz(Ex-Veja);Rafael Baliardo(Ex-ConJur); e Rodrigo Haidar (Ex-ConJur).

Brasileira é tricampeã mundial em maratona aquática

A nadadora baiana Ana Marcela Cunha, de 25 anos, conquistou na manhã desta sexta-feira, o tricampeonato mundial dos 25 km de maratona aquática no Lago Balton, em Budapeste, capital da Hungria. O primeiro lugar no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, coroa Ana Marcela Cunha como a única mulher a conseguir o feito de vencer por três vezes a prova.

Para vencer a mais longa prova de natação do campeonato, Ana Marcela, se preparou durante as últimas oito semanas, ao lado do técnico Fernando Possenti. Para conquistar o tri, a atleta adotou durante a prova uma estratégia perfeita de poupar energia em todo o percurso. Com a economia de energia, Ana Marcela teve gás suficiente para nadar com categoria, por mais de cinco horas os 25 quilômetros (km) da prova, no Lago Balton e alcançar o primeiro lugar, após ultrapassar todas as adversárias a poucos metros da chegada. Em segundo lugar chegou a holandesa Sharon van Rouwendaal e em terceiro, a italiana Arianna Bridi.

Ainda no mundial de Budapeste, a campeã Ana Marcela, subiu ao pódio duas vezes ao receber a medalha de bronze nas provas de 5 km e 10 km. A delegação brasileira levou 60 atletas. Disputam o Mundial de Budapeste 2017 mais de 2 mil atletas de 400 países, nas modalidades natação, polo aquático, maratonas aquáticas (águas abertas), saltos ornamentais, nado sincronizado e high diving (salto de plataforma alta).

Ana Marcela Cunha é filha de atletas, pai nadador e mãe ginasta. O primeiro ouro na modalidade foi conquistado em 2011, em Xangai, na China, aos 20 anos. Em 2015, conquistou o bicampeonato na maratona aquática de 25 km, em Kazan, na Rússia. Somadas todas as conquistas da atleta baiana, são 10 medalhas em campeonatos, incluindo as conquistadas em Budapeste e o Mundial específico de Maratonas Aquáticas, em 2010. Nos Jogos Olímpicos Rio 2016 a atleta terminou a maratona em 10ª colocação.

Procurador Deltan Dallagnol rebate Temer sobre impostos

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato no Paraná, usou o Facebook para ironizar o presidente da República, Michel Temer, sobre a explicação que deu aos jornalistas do porque aumentar os tributos dos combustíveis.

Temer declarou hoje após reunião do Mercosul, em Mendoza, na Argentina que o aumento do imposto é "fundamental" para estimular o crescimento no país e logo vai ser uma "matéria superada".

"É uma natural reação, digamos, econômica, é natural. Ninguém quer tributo, mas, na verdade, quando todos compreenderem, eu vou repetir, que é fundamental para incentivar o crescimento, para manter a meta fiscal, para dar estabilidade ao país e para não enganar, não produzir nenhum ato governativo que seja enganoso ou fantasioso para o povo, esta matéria logo será superada. Não tenho dúvida disso", afirmou o presidente.

Dallagnol rebate Temer elencando as razões pelas quais, segundo ele, o governo necessita aumentar impostos. “Desviam 200 bilhões por ano praticando corrupção; deixam de aprovar no Congresso medidas anticorrupção; gastam mais do que devem inclusive via emendas milionárias para parlamentares a fim de comprar o apoio parlamentar para livrar Temer da acusação legítima por corrupção; e agora querem colocar a conta disso tudo no nosso bolso, aumentando impostos”.

Por fim, o procurador sugere aos brasileiros que se lembrem desse episódio nas eleições de 2018. “Toda vez que eu for abastecer o carro, que eu pensar na saúde e educação pobres, que eu topar com buracos em estradas e infraestrutura precária que prejudica investimentos, vou lembrar disso tudo. E em 2018 vou mostrar toda a minha compreensão do que está acontecendo e dar minha resposta contra os corruptos, como cidadão, nas urnas.”

A Fiesp também contestou a elevação de tributos sobre combustíveis e começou o protesto no dia de hoje colocando o pato amarelo na Avenida Paulista, em frente ao prédio da entidade, com o slogan: “não vou pagar o pato”.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, diz que governo nenhum deve aumentar impostos. “A sociedade não aceita mais. Aumentar imposto é forma cômoda e errada de tentar ajustar as contas”, afirmou. Ele anunciou que “Um outro “patão” está a caminho de Brasília. Passeará pela Esplanada dos Ministérios”.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 20/07/2017

Número de mortes por Aids cai pela metade desde epidemia

Relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, revela queda de quase 50% no número de mortes pela doença desde 2005, ano da epidemia em todo o mundo e que vitimou 1,9 milhão de pessoas. A informação é da ONU News.

Luiz Loures, vice-diretor executivo do Unaids, em Nova York, disse que a boa notícia hoje é em relação ao avanço espetacular no tratamento da doença. “O número de pessoas tratadas hoje no mundo é quase de 20 milhões, o que nos dá sem dúvida a esperança. Nós estamos no ritmo para se alcançar a meta de ter 30 milhões de pessoas em tratamento em 2020, para a partir daí chegarmos a 2030 com essa epidemia sob controle."

O diretor disse que mesmo assim não se pode baixar a guarda no combate ao vírus. "Com decisão política, com o envolvimento de comunidades e com os recursos necessários, cada vez mais nós estamos convencidos que podemos chegar ao fim da epidemia”, declarou Loures.

O documento da Unaids indica que a África lidera o caminho na redução de novas infecções por HIV, ao baixar esse índice em cerca de 30% desde 2010. Desde esse período, Malauí, Moçambique, Uganda e Zimbábue reduziram as novas infecções em quase 40%. Contudo, de acordo com o relatório Fim da Aids: Avanços em direção às metas 90-90-90 o tratamento inadequado causou um aumento acentuado de mortes no norte da África, no Oriente Médio, na Ásia e na Europa Oriental.

Segundo o documento a expectativa de vida dos soropositivos aumentou em 10 anos na última década. Luiz Loures destacou o exemplo do Brasil, que foi pioneiro nos sucessos de combate à epidemia."Em quase todos os países existe o desafio das novas infeções entre jovens. Mas essa é uma tendência mundial que tanto na África, no Brasil, na Europa ou nos Estados Unidos merece atenção especial. Se eu vejo hoje a epidemia da Aids entre jovens, eu diria que é mais global do que nunca. Nós estamos observando um risco acentuado em relação à epidemia entre jovens em todos os países, independente se eles estão no norte ou no sul."

O número de mortes vinculadas à AIDS na América Latina diminuiu, em 12% entre os anos 2000 e 2016, apesar dos dados preocupantes em países como a Bolívia, Guatemala, Paraguai e Uruguai. Das 36,7 milhões de pessoas que convivem com o HIV em todo o mundo, 19,5 milhões têm acesso a algum tipo de terapia antirretroviral.

Aqui no Brasil, o SUS oferecerá melhor tratamento do mundo para pacientes com HIV/Aids. O Ministério da Saúde fornece o medicamento antirretroviral Dolutegravir. O remédio é o mais indicado para o tratamento de HIV/Aids pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Cerca de 100 mil pacientes portadores do vírus recebem o tratamento.

Relatório da Unaids chama a atenção para as mutações do vírus. O texto destaca que em seis dos 11 países pesquisados na África, Ásia e América Latina mais de 10% das pessoas que começaram o tratamento antirretroviral tinham uma cepa do vírus resistente a medicamentos do mercado.

O Brasil está na lista dos países com registro de resistência do vírus em novos pacientes, mas com índice menor que 10% -- por enquanto, foram reportados 1.391 casos. A organização diz que o crescimento dessas taxas, mesmo que ainda lento, poderia minar o progresso internacional no tratamento e prevenção da doença.

Segundo a OMS a resistência ao HIV se desenvolve quando as pessoas não seguem o tratamento prescrito, esquecem de tomar no dia e horário certo e/ou pulam etapas, como também acontece com o combate às bactérias. A organização diz que esses pacientes podem transmitir os vírus resistentes para outras pessoas. Tomar os remédios de forma errada é a maneira mais comum de criar uma versão resistente às drogas, alerta a OMS.

Desde o começo da epidemia, o Brasil registrou 798.366 casos de Aids, acumulados no período de 1980 a junho de 2015. No período de 2010 a 2014, o Brasil registrou 40,6 mil casos novos por ano, em média. Em relação à mortalidade, houve uma queda da taxa de mortalidade por Aids de 10,9% nos últimos anos, passando de 6,4 por 100 mil habitantes em 2003 para 5,7 em 2014.

Justiça brasileira manda devolver cavalo ao medalhista Doda Miranda

O desembargador Rômolo Russo, da 7ª Câmara de Direito Privado doTribunal de Justiça de São Paulo, concedeu uma liminar em favor do atleta Doda Miranda para voltar a montar Cornetto K e para que ele tenha acesso novamente aos equipamentos esportivos que ficaram no centro de treinamentos de cavalos que ele e Athina Onassis, com quem foi casado há 10 anos, fundaram na cidade de Valkenswaard, na Holanda.

A liminar proíbe a venda de quaisquer cavalos que ele e Athina possuam juntos, até que a partilha dos bens seja concluída nos tribunais da Bélgica e da Holanda. Em março de 2016, Athina deu entrada no processo de divórcio na Bélgica, onde vivia o ex-casal, e desde agosto de 2016, a ex-mulher havia proibido o cavaleiro de entrar no local e montar os cavalos que ele havia treinado, incluindo Cornetto K, com que Doda disputou a Olimpíada do Rio.

Em março deste ano o cavaleiro Álvaro Afonso Miranda Neto, o Doda, entrou na Justiça brasileira com a ação contra a ex-mulher. O medalhista olímpico alega no processo, que ao longo de seis anos ele empregou seu tempo na gestão da empresa e investiu nela cerca de € 10 milhões, frutos de suas premiações e patrocínios conquistados ao longo da carreira.

Esta é a primeira vitória do cavaleiro brasileiro medalhista olímpico em Atlanta (1996) e Sydney (2000), Doda Miranda, na espinhosa batalha judicial em que se transformou seu processo de divórcio da bilionária franco-grega Athina Onassis. Uma carta rogatória já foi expedida à Europa para que Athina seja citada da decisão.

Em entrevista a revista Época, Doda se diz que a decisão do tribunal brasileiro devolve o direito de voltar a montar o cavalo que ele treinou. Ele conta que o passaporte de Cornetto K, que estava em seu nome e no da empresa que ele e Athina montaram, a Victory Equestrian Sport BV, foi alterado sem seu consentimento. “Mudaram o documento só para a propriedade da Victory, sem qualquer assinatura minha.”

Estradas rurais são recuperadas para contenção de água

Como parte das ações de enfrentamento da crise hídrica no DF, o governo de Brasília está executando melhorias de infraestrutura das estradas rurais da região do Alto Descoberto. As obras são feitas por servidores da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, com maquinário e material da pasta e não geram custo extra ao governo de Brasília.

As intervenções da pasta da Agricultura incluem serviços de terraplanagem das vias e criação de ondulações — chamadas de peito-de-pombo. A compactação do solo já foi feita em 3,5 quilômetros na bacia, como forma de evitar o desprendimento de pedras e outros resíduos da estrada. Nesse trecho, foram implementadas 13 elevações na pista. Isso permite a redução da velocidade da água da chuva que escoa para o reservatório.

Popularmente chamadas de barraginhas, as bacias servem de barreiras para conter o transporte de sedimentos, como pedras, gravetos e resíduos de solo soltos, para as nascentes. As barraginhas favorecem a infiltração hídrica lenta e contínua. “A água retida é ofertada aos poucos ao solo e abastece o lençol freático da bacia”, explica o subsecretário de Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Hercílio Matos.

As obras iniciaram há três semanas e já foram feitas 48 bacias de contenção na região da Chapadinha, em Brazlândia, para armazenar água da chuva e evitar o assoreamento. Dessas, 40 já foram georreferenciadas, o que permitirá que a pasta da Agricultura acompanhe a manutenção das estruturas.

Além das adaptações nas vias, o governo de Brasília trabalha na recuperação de canais de irrigação da Bacia do Alto Descoberto, como os dos Córregos Cristal e Guariroba. O Canal do Rodeador também passou por melhorias em caráter emergencial.

Outra frente de ação do governo de Brasília, no enfrentamento da crise hídrica, é a substituição de sistema de irrigação de aspersão por microaspersão ou gotejamento. Pelo menos 800 irrigantes da região serão conscientizados para a troca de tecnologia e, com isso, ajudar na economia de água.

O Núcleo Rural Capão da Onça, também em Brazlândia, será a próxima área a ter adequação das estradas.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 19/07/2017

Festival Panelas da Casa chega à 5ª edição

Panelas da Casa

A 5ª edição do evento que privilegia a culinária local foi lançado no restaurante Empório Árabe, da 215 Sul, com noite de degustação para a imprensa da capital, com recepção das assessoras de imprensa Cintia Rogner, Jaqueline Dias, Jalili Elias e Flávia Macedo. O Panelas da Casa, criado pelos empresários Andrei Prates, Mateus Takano e o chef Alexandre Albanese, valoriza o crescimento econômico em cadeia desde o produtor até a elaboração de pratos saudáveis e criativos.

Panelas da Casa

A edição de 2017 começa no dia 25 deste mês e vai até o dia 13 de agosto oferecendo aos brasilienses muitos sabores da produção local para agradar todos os paladares. No Panelas da Casa o consumidor vai poder degustar menus completos criados por renomados chefs em 22 endereços, com entrada, prato principal e sobremesa a R$ 49 por pessoa tanto no almoço quanto no jantar.

Panelas da CasaPanelas da Casa

Neste ano se juntam ao festival a Casa de Madeira Restaurante e Empório, C’est La Vie Bistrô & Creperia e Leo Cozinha Contemporânea e as tradicionais casas: Belini Café – The Coffee Experience, Belini Pães & Gastronomia, Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável, Café Savana, Cantucci Bistrô, Carpe Diem, El Paso, Empório Árabe, Genghis Khan, Jamón Jamón, Nossa Cozinha Bistrô e Veloce.

Para Alexandre Albanese, o festival não quer apenas movimentar a saúde financeira das casas participantes, o que é muito importante, mas quer também fortalecer a economia local. “Priorizando a compra de insumos de fornecedores do Centro-Oeste, continuamos a promover o que foi determinado desde o início do festival, um crescimento econômico em cadeia, desde o produtor até o restaurante”, declara o chef.

A ideia do evento, segundo o fundador Mateus Takano, é fazer com que chefs, cozinheiros e restaurateurs exercitem toda sua criatividade, elaborando pratos saborosos com qualidade gourmet e que consigam expressar o conceito de cada casa, propiciando aos clientes uma experiência prazerosa, dentro de uma faixa de preço acessível. O empresário diz que a expectativa de crescimento é em torno de 25%, em relação a 4ª edição do festival. “Superamos a meta, foram mais de 10.000 pratos vendidos, nas 15 marcas participantes”. E esta edição será ainda melhor assegura Takano.

O empresário Andrei Prates diz que dentro do mesmo espírito de união que move a confraria, o Panelas da Casa, em parceria com o projeto Bandoneón e Terraço Shopping, vai realizar oficinas gastronômicas gratuitas durante o período do festival. O projeto Bandoneón, do gastrônomo argentino Sebastián Parasole, envolve educação, comida, solidariedade e empreendedorismo. A ideia do veículo itinerante e sustentável, que funciona como uma cozinha móvel,é a de poder levar a gastronomia àqueles que buscam informação.

“O intercâmbio gastronômico continua sendo o ponto alto: muita ideia boa e conhecimento compartilhado entre os confrades e comensais. O desafio foi abraçado por um monte de gente bacana e hoje se concretiza com mais uma edição”, diz Andrei Prates.

A variedade de entradas e pratos principais serão harmonizados pelos rótulos da cervejaria Colombina, garantindo uma experiência única e completa para quem passar por um dos restaurantes do Panelas da Casa. Mais informações no Facebook: \Panelas-da-Casa

Belini Pães & Gastronomia – 113 Sul Cestinhas com salpicão de vegetais (massa filo em formato de cestinhas recheadas por salpicão de vegetais ao toque de pimenta do reino) Prato principal Beef de Chorizo Angus ladeado por risoto de parmesão e vinho branco (corte Angus especial com risoto de parmesão, vinho branco e tomate cereja) e Cartola de banana (fatias grossas de queijo coalho com lascas de bananas fritas ao toque de canela)

Belini Café – The Coffee Experience – 114 Sul Couvert Belini Café (pães artesanais, acompanhado por pastas de azeitona preta e alho)Picadinho de Abóbora (Cubos de filé mignon suíno, acompanhados por purê de abóbora e farofa caseira) Castanha Dulce Espresso (sorvete em cama de castanhas carameladas ao doce de leite banhado com café espresso da casa)

Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável – 113 Sul Tartar de abacate com manga (cubinhos de abacate com manga aromatizados com azeite e ervas frescas, acompanhado de chips de batata doce e finalização de pimenta) Salmão ao ratatouille de legumes (filé de salmão em crosta de sementes, acompanhado por ratatouille de legumes temperados e farofa de castanhas) Mousse de cacau vegana (mousse de cacau com leite de coco, adoçado com açúcar mascavo orgânico)

Café Savana – 116 Norte Consomé de batata baroa com alho poro. Escalopinho de filé com molho de tamarindo, acompanhado de arroz cremoso de castanhas brasileiras e legumes na manteiga. Torta de maçã aquecida com perfume de canela e sorvete de creme.

Cantucci – 403 Norte Brioche da Casa recheado com fondue de queijos. Ragout de Carne ao Vinho do Porto, com nhoque de Grana Padano e manjericão. Rabanada à Francesa (Brioche embebido em leite, frito, coroado com calda de frutas vermelhas e creme inglês)

Carpe Diem - 104 Sul, Brasília Shopping, Iate Clube, Terraço Shopping e CasaPark Cogumelo Paris à la Creme (cogumelos Paris e iscas de frango refogados em ervas, requeijão, creme de leite e parmesão gratinado). Medalhão Paris-Roma (medalhão de filé mignon com molho de gorgonzola ao poivre vert, acompanhado de penne). Galette de tapioca com coco (galette de tapioca com coco grelhado na chapa, sorvete de creme e calda de caramelo)

Casa de Madeira – Condomínio Quintas do Sol, Qd. 2 lote 50 - Caldo de abóbora na panhoca (caldo de abóbora com gorgonzola e alecrim, servido dentro da panhoca). Bombom de alcatra com risoto de ratattouille (picadinho de bombom de alcatra acebolado, acompanhado de risoto de ratattouille e redução de vinho tinto com demi-glace). Taça de sobremesa da casa de madeira em camadas (iniciando com morangos, iogurte grego abaunilhado, coulis de frutas vermelhas quentes, sorvete de creme, chantilly, calda de brigadeiro e castanhas)

C’est La Vie – 408 sul Quiche Lorraine (quiche recheada com bacon bem crocante, cebola, alho poró e queijo emmental, acompanhado de mix de folhas com pesto de rúcula e molho três queijos). Ossobuco ao funghi (ossobuco cozido em molho de legumes, vinho tinto e ervas, acompanhado de purê de batata doce com abacaxi, coberto com molho funghi). Gateau rouge (releitura da sobremesa Red Velvet - Bolinho de 2 chocolates, recheado com com creamcheese, picolé blondinho *Vai Bem, coberto com creme de limão e farofa de biscoito)

El Paso - 110 Norte, 404 Sul e Terraço Shopping - Coctel Nayarit (guacamole com pico de galo e camarões) Fajita Oaxaca (panelinha com tiras de filé em molho de champignons e pimenta, gratinado com queijos, acompanhado de arroz mexicano e papas bravas) Pastel Cuatro Leches (tradicional bolo com leite condensado, leite evaporado, creme de leite e sorvete de doce de leite)

Empório Árabe – 215 sul e Villa Mall - Av. das Castanheiras, 1060 - Águas Claras - Fassuliah (caldo árabe com feijão branco, carne de cordeiro, linguiça de cordeiro e calabresa) Filé ao molho de romã com cuscuz marroquino. Sorvete de canela com crocante de banana e raspas de chocolate

Genghis Khan – 214 Norte - Shimeji Udon (sopa de macarrão udon com shimeji, cebolinha e naruto). Genghiskhan de camarão com bacon (acompanhado de vegetais variados). Gingerkhan (blondie de gengibre com calda de limão Siciliano e sorvete de creme)

Jamón Jamón – 109 Norte - Creme de cebola caramelizada com cogumelos de Vargem Bonita, gratinados ao emmental com torradinha de sobrassada. Arroz de rabo de toro (arroz de rabada com tempurá de agrião). Mousse de chocolate com raspas de laranja e touille de amêndoas.

Leo – Vila Planalto - Creme de couve-flor com shimeji salteado. Costelinha suína ao molho agridoce com repolho, cenoura, broto de feijão e cebolinha salteados . Marquise de chocolate com compota de morango

Nossa Cozinha – 402 Norte - Chávena de gumbo (gumbo servido em xícara com biscuit de parmesão); Jerk chicken (frango de leite com tempero jamaicano, salsa de manga e cagaita, servido com arroz jamaicano de coco, tomilho e feijão); e Torta julina (Torta de pé de moleque com sorvete de baunilha)

Veloce - Deck Brasil - Arancini (bolinhos de risoto recheados com muçarela); Filé de peixe fresco com manteiga de cogumelos, acompanhado de arroz cremoso de alho poro; e Panna cotta com coulis de frutas vermelhas

Mais informações:Tato Comunicação (61) 3263.8916 e Destak Comunicação (61) 3344.0333.

Aumento da produção da Banana favorece queda de preço e recupera exportações

Uma das principais frutas na mesa dos brasileiros, a banana começa a se recuperar após altas de preço no segundo semestre de 2016. A quantidade ofertada na maior parte das centrais de abastecimento (Ceasas) do país subiu em junho e os preços caíram. Os destaques foram para a Ceasa no Espírito Santo, com aumento de 54,9% na oferta, e para a Ceasa Minas, com queda de 14,31% no preço. Os números são do 7º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Em novembro do ano passado, a banana chegou a custar quase R$ 4 por quilo nas Ceasas. Um ano antes, no segundo semestre de 2015, o preço máximo foi de R$ 2,50. Os preços agora se recuperam e o máximo está abaixo de R$ 3. "Tivemos uma queda generalizada em todos os mercados, de 1,5% de Pernambuco até 14% em Minas Gerais. Essa queda é proveniente da grande oferta de banana prata nos mercados", diz o gerente de Modernização do Mercado Hortigranjeiro da Companhia, Erick de Brito Farias.

A banana foi o destaque entre as frutas, justamente pela série histórica de recuperação neste primeiro semestre. A produção refletiu também em melhoras no mercado externo do produto, que vinha apresentando queda nas exportações desde o segundo semestre do ano passado. Como ficou muito cara, até mesmo no Brasil, não era vantajoso para os produtores exportarem.

Em junho deste ano, as exportações somaram 4 mil toneladas, valor 11,48% maior em relação a maio deste ano e 193% maior em relação a janeiro. Em relação a 2016, os valores ainda estão menores – em comparação com junho do ano passado, esse volume é 44,21% menor. "O mercado de banana vem se recuperando, a banana vem conseguindo atender o mercado interno e externo, com queda de preço em todos os mercados e recuperação das exportações de banana", diz Farias.

O relatório mostrou que, de maneira geral, os preços das principais hortaliças e frutas comercializadas nas Ceasas do país caíram em junho, quando comparados com o mês de maio. A boa oferta de banana prata, maçã fuji e laranja influenciou o recuo nos preços dessas frutas. Também ficaram mais baratos o morango, com queda de 29% no preço, o maracujá, de 21% e o caju e a tangerina, ambos com queda de 12%.

Já a melancia teve a oferta reduzida nos entrepostos atacadistas devido à tradicional queda de consumo no inverno, aliada ao intervalo das safras dos estados de Rio Grande do Sul, Bahia, São Paulo e Tocantins. O cenário provocou aumento de preço de até 33,58%, verificado na Grande São Paulo.

A quantidade ofertada de mamão também foi mais restrita, resultando em alta em praticamente todo o país. No Ceasa em Goiás, maior alta, o preço subiu 59,89%. Segundo Farias, isso ocorreu devido à colheita antecipada, que gerou uma grande oferta nos meses anteriores e deixou as prateleiras de mamão mais escassas no mês passado.

Para o segundo semestre, a expectativa da Conab é seja um período estável. "A produção do segundo semestre localizada no Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste não é tão impactada pelo frio que acomete o Sul do país e por isso as condições de clima não prejudicam essa produção. Daí os produtos conseguem ter oferta boa no mercado e os preços continuam de certa forma mais estáveis. Altas ou baixas são normais para o período por conta da série histórica, mas não é nada que vá comprometer os níveis inflacionários e a oferta no mercado", diz o gerente.

O levantamento é feito mensalmente pela Conab, por meio do Programa de Modernização do Programa Hortigrangeiro (Prohort), com base em informações enviadas pelos principais mercados atacadistas do país. Em junho, a análise considerou entrepostos localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Esprírito Santo, Paraná, Goiás, Distrito Federal, Pernambuco e Ceará.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 18/07/2017

Exames de mamografia na rede pública do DF estão em dia

Mulheres do Distrito Federal que precisarem fazer mamografia na rede pública de saúde poderão marcar o exame em até 10 dias após o pedido do médico. A afirmação foi feita hoje pelo secretário de Saúde do Distrito Federal, Humberto Fonseca, durante coletiva de imprensa. De acordo com dados da Secretaria de Saúde, 213 mil mulheres dependem do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal. Este número corresponde a 75% da população feminina no DF.

Segundo o secretário isto é possível porque o DF agora tem 11 mamógrafos em funcionamento e cinco estão em processo de compra. Com a manutenção dos aparelhos e a contratação de técnicos de radiologia, a rede pública chegou a fazer 5.475 exames somente no último mês, segundo Fonseca.

“O Distrito Federal está capacitado para não deixar mais ninguém na fila de espera. Mulheres acima de 50 anos e abaixo de 70 devem procurar uma unidade básica de saúde para fazer o exame a cada dois anos”. Segundo dados da Secretária de Saúde, em outubro do ano passado, havia 11 mil mulheres na fila de espera do exame e apenas um mamógrafo em funcionamento. A rede pública de saúde agora conta com 14 mamógrafos. Destes, 11 estão em pleno funcionamento.

Para que o atendimento fosse feito de forma eficiente e rápida e a fila de espera, zerada, a secretaria ressaltou que, além da aquisição do mamógrafos, foi necessário nomear 16 técnicos em radiologia nos últimos meses, todos direcionados para os exames de mamografia. O secretário diz que a oferta do serviço agora é maior que a demanda. “ Cinco mil e quatrocentos exames na regulação estão disponíveis por mês para uma entrada de 2 mil pedidos”.

O objetivo da Secretaria de Saúde é estimular as mulheres a fazer o exame preventivo de câncer de mama. “Precisamos fazer uma ampla campanha de divulgação do serviço, além do Outubro Rosa [movimento destinado a incentivar a participação popular no controle do câncer de mama], nas unidades básicas de saúde e na comunicação do governo para estimular as mulheres a procurar o serviço”, ressaltou o secretário.

“Mesmo com a identificação precoce do câncer de mama, é preciso que as condições de tratamento sejam compatíveis em oferta e qualidade para a consolidação de uma rede de prevenção eficaz”, disse o secretário de Saúde. Humberto Fonseca falou que para isso seria preciso que o DF tivesse sete aparelhos para o tratamento do câncer. Infelizmente tem apenas 2 aparelhos disponíveis, um no Hospital de Base e no Hospital Universitário de Brasília.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Esse tipo representa cerca de 20% dos tumores detectados no país. A estimativa é de que 57.960 casos de câncer de mama surjam no Brasil neste ano. Em 2010, a incidência da doença no DF foi de 670 casos, o equivalente a 50 ocorrências para cada grupo de 100 mil habitantes.

O auto exame das mamas faz parte das ações de educação para a saúde que contemplam o conhecimento do próprio corpo. É fundamental para que a mulher conheça detalhadamente as suas mamas pois o conhecimento facilita a percepção de qualquer alteração. Mesmo assim é importante saber que o autoexame feito pela mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde qualificado para esta atividade.


Casal desaparecido há 75 anos é achado em geleira nos Alpes suíços

A polícia suíça informou que foram encontrados na geleira Tsanfleuron, a 2.600 metros de altura, por um operador de teleféricos de estações de esqui na região da companhia Glacier 3000, os corpos de um casal desaparecido há 75 anos nos Alpes suíços. A descoberta foi possível porque o volume da geleira vem diminuindo com os anos.

Os cadáveres estavam congelados e preservados intactos em seu interior. No local foram encontrados objetos como mochilas, tigelas, uma garrafa de vidro, um livro e sapatos que pertenceram ao casal Marcelin e Francine Dumoulin, desaparecidos nos Alpes no dia 15 de agosto de 1942, quando saíram para ordenhar suas vacas em uma pradaria nos arredores de Chandolin, no cantão suíço de Valais (sudeste), conforme registros da época.

O diretor da Glacier 3000, Bernhard Tschannen, diz que as roupas dos corpos indica que o casal viveu à época da Segunda Guerra Mundial e que o destino fatal do casal seguramente foi provocado por uma queda em uma fenda.

Marcelin e Francine Dumoulin eram pais de sete filhos, cinco homens e duas mulheres. Após o desaparecimento dos dois as autoridades colocaram os irmãos em lares diferentes. Separados, os irmãos perderam contato e a filha mais nova do casal, Mancelin Dumoulin, de 79 anos, foi quem recebeu a notícia.

“Não era comum Francin Dumoulin, educadora de profissão, realizar tais caminhadas pela geleira junto a seu marido, um sapateiro, já que ela passou a maior parte da sua vida adulta grávida e passar pelo terreno em que foram encontrados exigia muito esforço”, refletiu a filha do casal. “Passamos a vida toda procurando sem parar. Sempre pensamos que algum dia realizaríamos o funeral que mereciam”, disse Mancelin ao jornal Le Matin.

 
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