Coluna Bernadete Alves - dia 08/08/2018

Claudio Lamachia e Estefânia Viveiros lançam livro em Brasília

O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, lançou em coautoria com Estefânia Viveiros, presidente da Comissão Especial de Análise da Regulamentação do Novo Código de Processo Civil, o livro “Honorários Advocatícios no Novo CPC”. O lançamento foi realizado na sede do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília.

Segundo os autores a ideia do livro é levar subsídios para a advocacia e criar uma conscientização para que todas as advogadas e os advogados brasileiros trabalhem na defesa do artigo 85 do novo Código de Processo Civil para que não tenhamos mais aviltamento de honorários.

Lamachia elogiou a parceria com a ex-presidente da OAB/DF Estefânia Viveiros, Conselheira Federal da OAB. “Estefânia é uma profissional extremamente preparada e a ideia de lançarmos o livro surgiu exatamente do trabalho capitaneado por ela na comissão. Este livro na verdade é uma obra coletiva da nossa instituição, feito pela Comissão de Análise da Regulamentação do Novo Código de Processo Civil, pela Comissão de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia e desenvolvido por todos os dirigentes de OAB”, declarou o presidente da OAB. A obra conta com a participação do atual presidente da OAB/DF, Juliano Costa Couto.

Na ocasião, o presidente licenciado da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, Jarbas Vasconcelos, participou da sessão de autógrafos de sua obra “A constitucionalidade da Colonização Interna”. Ao falar de seu livro, Jarbas criticou a falta de autonomia da região amazônica sobre seus próprios recursos. “É um desafio àqueles que estudam federalismo para que possamos refazer os termos do nosso federalismo e destravarmos barreiras do crescimento e desenvolvimento econômico do país como um todo”, disse Vasconcelos. “Este livro trata de um aspecto da Constituição de 1988 que, na minha opinião, apesar pródiga em liberdades, foi muito restritiva em direitos e igualdade. Especialmente no que diz respeito à relação entre as regiões. Sou do Norte, da região da Amazônia e as riquezas da Amazônia foram vistas nessa Constituição como riquezas que não pertencem a quem é da Amazônia e sim a quem é do Centro Sul.

A Constituição de 1988 retirou da Amazônia a governabilidade sobre o seu ativo ambiental, sobre seus recursos hídricos e sobre os seus minérios e passou a tratar essa riqueza com algo que não pode ser gerida pelos amazônidas. Ela é gerida por interesses econômicos e políticos mundiais, de fora para dentro. Isso gera um forte desequilíbrio regional e esta região que é a mais rica que temos no país seja também a região de um povo pobre”, declarou o autor.

“A constitucionalidade da Colonização Interna”, é resultado da tese de mestrado defendida em abril deste ano, na Universidade da Amazônia – Unama, em Belém. O livro apresenta, de forma inédita, o processo histórico que levou o Pará à condição de estado colonizado e subdesenvolvido. Com a obra, o advogado discute a possibilidade de a Constituição Federal cumprir a promessa de diminuir as desigualdades sociais e regionais brasileiras. Jarbas afirma que o Brasil segue como o décimo país mais desigual do mundo, enquanto o Pará oscila entre o 24º e 26º pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil.

Na OAB/PA Jarbas Vasconcelos em meados da década de 90 liderou um grupo de advogados dedicados às causas sociais na luta por mais presença junto à direção da Ordem. Em 1997, Jarbas foi convidado para compor uma chapa como secretário-geral da entidade. Dois anos depois, Jarbas e outros advogados criaram o movimento “OAB de Todos”, com o objetivo de transformar a Ordem numa instituição capaz de oferecer o mesmo tratamento a todos os advogados. Foi eleito presidente da Ordem em 2010 e reeleito em 2012. Atualmente, Jarbas é conselheiro federal da OAB e preside a comissão nacional de defesa das prerrogativas da advocacia. Aposta “Nada é mais importante do que a luta por direitos humanos”, declara o advogado Jarbas Vasconcelos.

O ex-presidente da OAB/PA,Jarbas Vasconcelos, 51 anos de idade, casado e pai de duas filhas, é candidato ao Senado pelo Partido Verde. O advogado e escritor aposta na renovação do cenário político para avançar em políticas socioambientais para o desenvolvimento do estado. “É preciso que façamos um gesto de união em defesa do Pará e da Amazônia. Todos trabalhando pela mesma causa. Por uma Pará rico, com um povo igualmente rico”.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 07/08/2018

Lei Maria da Penha completa 12 anos e os feminicídios aumentam

A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006, pelo então presidente Lula e reforçada em 2015 pela Lei do Feminicídio. Representa avanços no combate à violência doméstica e de gênero e proteção dos direitos femininos ao endurecer a punição por qualquer tipo de agressão cometida contra a mulher no ambiente doméstico e familiar. São doze anos de proteção ampliada, mais denúncias e mais conscientização.

Infelizmente as marcas negativas teimam em chamar mais a atenção para a data. Inclusive Brasília amanheceu com mais dois casos de feminicídio em menos de 24 horas. Por volta das 10h desta terça-feira, Adriana Castro Rosa Santos, de 40 anos, foi assassinada pelo marido, o policial militar Epaminondas Silva Santos, que se matou em seguida.

Na noite de ontem, Carla Graziele Rodrigues Zandoná, de 37 anos, morreu após despencar do terceiro andar do prédio onde morava na Asa Sul. A Polícia Civil prendeu em flagrante o marido da vítima, Jonas Zandoná, de 44 anos, que apresentava sinais de embriaguez. O agressor vai responder pelo crime de homicídio triplamente qualificado (quanto é cometido por motivo torpe, sem possibilidade de defesa da vítima e feminicídio). Segundo a investigação, neste caso há histórico de violência doméstica, com brigas frequentes, agressões, injúrias e ameaças recíprocas.

A Lei 11.340 motivou o aumento das denúncias de casos de violação de direitos. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos, que administra a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180, foram registradas no primeiro semestre deste ano quase 73 mil denúncias. As principais agressões denunciadas são cárcere privado, violência física, psicológica, obstétrica, sexual, moral, patrimonial, tráfico de pessoas, homicídio e assédio no esporte. As denúncias também podem ser registradas pessoalmente nas delegacias especializadas em crime contra a mulher.

Levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública aponta que em 79% dos casos as vítimas estavam em casa; em 50% dos casos as vítimas tem 30 a 50 anos; os autores são homens de 30 a 50 anos; que em 85% dos casos solucionados os autores eram namorados ou companheiros e que mais da metade tinham antecedentes criminais.

A delegada Sandra Melo, chefe da Delegacia de Atendimento à Mulher, diz que o aumento dos casos está relacionado à falta de políticas integradas. "A Lei Maria da Penha é muito boa. O problema está nos valores que temos na sociedade, nos nossos relacionamentos e nas políticas públicas que não estão sendo suficientes para alcançar toda essa situação, que é de décadas. São necessárias políticas integradas. Nós, do sistema da Justiça, atuamos na consequência. Tem que mexer na causa”, declara a chefe da DEAM.

O momento em que a mulher decide sair de uma relação abusiva e dizer "não" ao parceiro é a hora de maior risco para as mulheres. A afirmação foi feita hoje pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Violência Doméstica contra a Mulher e Núcleo de Gênero, do RJ. As mulheres precisam saber que a lei existe e que há também outros serviços de acolhimento e atenção às vítimas de violência doméstica, como abrigamento e medidas protetivas.

A Lei cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.

Violência contra a Mulher não tem desculpa. Tem Lei!

Congresso Nacional discute violência de gênero na política

A Procuradoria Especial da Mulher do Senado, em parceria com a Secretaria da Mulher da Câmara, debateu a violência política dirigida às mulheres na tarde de hoje, na Câmara dos Deputados. A Audiência Pública foi mediada pela ex-senadora Emília Fernandes, presidente do Fórum de Mulheres do Mercosul, e pela deputada federal Érika Kokay (PT-DF).

O “Quintas Femininas” visa despertar o interesse da sociedade para os principais problemas que permeiam a vida das mulheres brasileiras nas áreas da saúde, direito trabalhista, mulher, mídia, empoderamento e violência. Nesta semana, o tema foi violência contra a mulher na política.

A deputada federal Érika Koka disse que a violência contra a mulher no exercício da política se dá em outros espaços também e não só no Parlamento. Para ela, também é preciso que a mulher saiba lidar com as "ditaduras da perfeição", as quais geram uma culpa que corrói a autoestima. “A culpa que vai atingindo as mulheres adquire uma dimensão de uma ditadura da perfeição, porque elas não podem errar quando ocupam uma posição masculina”.

A audiência pública teve a participação da conselheira da OAB/DF, Cristiane Britto, vice-presidente da Comissão de Direito Eleitoral; da professora e pesquisadora da Universidade de Brasília Flávia Biroli; da professora da Universidade Federal de Goiás Lúcia Rincón; da mestre em Ciência Política da Unb Noëlle Silva; da presidente da União Brasileira de Mulheres, Vanja Andrea Reis dos Santos e contou com dezenas de ativistas de entidades femininas e líderes políticas.

Para as participantes da audiência pública, a falta de espaço para a representação feminina configura uma situação de violência. E a violência contra a mulher no meio jurídico está cada vez mais presente na medida em que a população feminina ganha espaço e se mostra presente no cenário político brasileiro.

A advogada eleitorista, Cristiane Britto, vice-presidente da Comissão de Direito Eleitoral, destacou a importância do PL 349/2015, de autoria da deputada Rosângela Gomes. Segundo a conselheira da OAB/DF, as mulheres enfrentam preconceitos desde quando se candidatam, oportunidade em que são desqualificadas por serem associadas ao cônjuge ou a algum familiar. “São muitos desafios que as mulheres enfrentam ainda como candidatas, antes mesmo de serem eleitas. Não é fácil, há muita discriminação e preconceito envolvido desde o curso da campanha”.

Sobre as Fake News que ganharam outras proporções com a internet, a advogada Cristiane disse que o compartilhamento dessas informações falsas é também um tipo de violência contra a mulher. “Durante a campanha eleitoral, temos divulgação de notícias caluniosas contra uma determinada candidata. Isso não deixa de ser uma violência contra a mulher na política brasileira. Não é fácil e há vários obstáculos que as candidatas femininas se submetem por simplesmente serem mulheres”, defendeu.

Como solução para obstaculizar esse tipo de prática contra as mulheres, é necessário debater mais sobre o tema junto a todos os poderes constituídos e a sociedade.“Precisamos criar mecanismos para impedir esse tipo de atitude. “Toda prática que inibe, de alguma forma, a participação da mulher na política é violência política contra a mulher. É necessário discutir sobre o tema porque a sociedade parece não enxergar essa vulnerabilidade. Precisamos de uma segurança jurídica urgente porque é uma prática criminosa que deve ser combatida”, declarou a conselheira da OAB/DF.

 Vanja Andrea Santos, presidente da União Brasileira de Mulheres (UBM), destacou a necessidade de as mulheres se organizarem e lutarem contra os retrocessos em relação a direitos, avanços e conquistas que tiveram entre 2002 e 2016, como a Lei Maria da Penha, a Secretaria de Políticas para as Mulheres, as quatro Conferências Nacionais de Políticas Públicas para Mulheres, a reestruturação do Conselho Nacional de Direitos das Mulheres, a Casa da Mulher Brasileira e as cotas. “As mulheres precisam estar no Parlamento, não só para criar leis, mas para promover debates, inclusive com a presença importante dos homens”.

Flávia Biroli, professora da Universidade de Brasília, disse que “a violência política não é um subtipo, mas um tipo de violência que se volta contra as mulheres quando elas se colocam como sujeitas políticas na cena pública e se fazem presentes em espaços institucionais antes ocupados exclusivamente por homens”. A professora disse que o Brasil está hoje na terceira pior posição entre os países do continente, mas “constatar a sub-representação não é o mesmo que dizer que as mulheres não têm participação política”. Segundo ela, desde a Conferência de Pequim, em 1995, as brasileiras estão em sintonia com o debate sobre igualdade política.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 06/08/2018

Brasil ganha dois ouros em olimpíada internacional

Os estudantes Vinícius Figueira Armelin, de São Paulo, e a cearense Ivna Ferreira Lima receberam medalhas de ouro no International Chemistry Olympiad, a Olimpíada Internacional de Química, destinada aos estudantes do ensino médio. Vinícius Armelin, de Valinhos, foi o brasileiro melhor colocado na competição. O Brasil não ganhava o prêmio máximo há 20 anos. Vinícius e Ivna colecionam medalhas em olimpíadas nacionais e internacionais.

Em julho, Armelin recebeu o Prêmio Talentos por ter vencido a Olimpíada de Química do Estado de São Paulo e foi homenageado pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) durante o Encontro Anual da Indústria Química. Com 20 medalhas em olimpíadas nacionais e internacionais, sendo 16 de ouro, Vinícius Figueira Armelin, de 17 anos, comemora ainda sem acreditar a melhor colocação de um brasileiro na Olimpíada Internacional de Química (IChO).

 

O cearense João Victor Moreira Pimentel ganhou medalha de Prata e o também estudante do Ceará, Orisvaldo Salviano Neto, conquistou o bronze. Com esses resultados, somando a pontuação geral dos quatro estudantes brasileiros, o Brasil ficou na 12ª posição entre os 76 países (em 2017 esteve na 18ª). A 50ª edição do International Chemistry Olympiad reniu equipes de 76 países, de 18 a 29 de julho em Bratislava na Eslováquia e Praga na República Tcheca.

“A Olimpíada de Química tem sido uma ferramenta altamente eficiente para cativar o interesse científico de jovens brasileiros, que, medalhistas, tornam-se uma referência positiva para todos os demais estudantes. Estamos muito orgulhos de nossa equipe e dessa conquista grandiosa para o país – declarou o Reitor da Universidade Federal do Piauí, José de Arimatéia Lopes, líder da equipe brasileira.

 

Segundo as regras da competição, os participantes são classificados com base em suas pontuações individuais. As medalhas de ouro são concedidas a 12% dos melhores alunos, as medalhas de prata são destinadas a 22% dos estudantes e as de bronze, a 32%.

As menções honrosas são concedidas aos participantes que não ganham uma medalha, mas obtêm um problema perfeito no exame teórico ou prático. Um prêmio especial é dado ao aluno que atingir a pontuação mais alta no geral. Dois prêmios especiais separados são concedidos aos alunos que obtêm a melhor pontuação nos exames teóricos e práticos.

Nas Olimpíadas de Química, todos os competidores, aproximadamente 300, fazem dois exames: teórico (com 54 páginas) e prático (realizado individualmente em laboratório de química). A soma dos pontos nos dois exames determina a colocação de cada competidor na classificação geral.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 05/08/2018

Dia Nacional da Saúde alerta para a importância do “eu”

Saúde é uma questão de atitude. É mais que ausência de doenças é a presença da autêntica qualidade de vida. Para que isso aconteça necessita de cuidados diários como alimentação equilibrada, hábitos de vida mais saudáveis e uma boa noite de sono.

A saúde depende mais das precauções com a alimentação e hábitos saudáveis de vida do que dos médicos. Portanto está na hora de pararmos de inventar desculpas para nós mesmos e fazer algo para melhorar nossos hábitos de vida para viver mais e melhor. A prevenção é sempre o melhor remédio em qualquer fase da vida. Cuidar da saúde desde cedo fará com que a gente atinja a longevidade com mais serenidade.

Manter um bom consumo diário de frutas, verduras, carboidratos integrais, proteínas e gorduras boas ajudam a evitar doenças como infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico (AVE), câncer, hipertensão, diabetes e alterações do colesterol. Tomar bastante água e praticar exercícios físicos regularmente.

Os benefícios do exercício físico regular são inúmeros, os mesmos auxiliam na perda de peso, ganho de massa muscular, ajuda na prevenção da osteoporose, liberam endorfinas, que são responsáveis por diminuir a ansiedade, estresse e melhoria do humor, ajuda a manter uma melhor noite de sono e previnem doenças. Além de cuidar do físico é bom exercitar a memória com leitura e jogos de raciocínio.

Nós sabemos que o acúmulo de pequenos problemas, repetidos diariamente, podem provocar consequências negativas à saúde. Por isso a importância de dormir bem e pelo menos de 6 a 8 horas por dia.O sono vai além do papel revigorante, ele tem diversas outras funções essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Uma boa noite de sono garante melhor desempenho e equilíbrio do organismo.

Terapeutas garantem que tirar um tempo para nós mesmos é um grande investimento para a saúde como um todo. Manter o foco na saúde e no bem estar apesar da árdua rotina de vida é um grande desafio. Mas o que é um desafio diante de tantos benefícios que este tempo vai proporcionar para o nosso “eu”?

O Dia Nacional da Saúde foi oficializado e inserido no calendário oficial brasileiro através do Decreto de Lei nº 5.352, de 8 de novembro 1967, do Ministério da Saúde e da Educação e Cultura. O dia 5 de agosto foi escolhido para celebrar o Dia Nacional da Saúde por ser a data de nascimento do sanitarista Oswaldo da Cruz, um importante personagem na história do combate e erradicação das epidemias da peste, febre amarela e varíola no Brasil, no final do século XIX e começo do século XX. Oswaldo da Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872 e foi responsável pela criação do Instituto Soroterápico Federal (atualmente conhecido como Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ) e da fundação da Academia Brasileira de Ciências.

A data tem o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da educação sanitária, despertando na população o valor da saúde e dos cuidados para com ela.

Barrichello vence a Corrida do Milhão em Goiânia

A capital de Goiás foi palco neste domingo da décima edição da Corrida do Milhão. O ex-piloto de Fórmula 1, Rubens Barrichello, com tática perfeita “voa” no final, toma o lugar de Max Wilson e ganha a Corrida do Milhão. Este foi um pódio espetacular, apoteótico uma vez que a disputa pelos 2.696 metros do anel externo do circuito da capital de Goiás,foi em altíssima velocidade.Os carros corriam em média 204 km/h.

O maior prêmio do automobilismo brasileiro foi disputado por 32 pilotos dentro do campeonato da Stock Car que além de R$ 1 milhão, dá um anel de ouro 18 quilates com 117 pedras preciosas cravejadas para o piloto vencedor. Rubinho conquista a sua segunda vitória na Corrida do Milhão. A primeira foi em 2014 quando o piloto da Full Time comemorou com o filho Dudu. Hoje foi a vez do filho caçula Fefo subir no teto do carro para comemorar junto com o pai.

Barrichello aproveitou-se de toda sua experiência, de um carro muito bem acertado e de uma estratégia diferente em relação aos ponteiros do grid para subir no degrau mais alto do pódio – além, claro, do Fan Push votado pelo público. Em sua última parada de box, a três voltas do final, conseguiu sair à frente do então líder Max Wilson, da Eurofarma-RC. O português Antonio Félix da Costa, que correu como convidado da Hero Motorsport, fechou o pódio em terceiro lugar. O ex-piloto de Fórmula 1, Felipe Massa, uma das atrações da prova, voltou a sofrer, teve um pneu furado ao escapar da pista já na reta final da prova e terminou em 22º lugar.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 04/08/2018

Barack Obama e Meghan Markle festejam a vida

O dia 4 de agosto é especial para os dois ilustres americanos. Barack Obama nasceu em 4 de agosto de 1961 e a atriz norte-americana Meghan Markle no dia 4 de agosto de 1981. Vinte anos é a diferença entre o ex-presidente dos EUA e a Duquesa de Sussex, casada com o príncipe Harry. Vida longa aos dois aniversariantes que conquistaram os americanos pela competência profissional e carisma.

O nome Barack significa "benção" ou "abençoado" em Swahili. E nesta data em que ex-presidente dos EUA completa 57 anos é importante lembrar um pouco da trajetória deste grande homem que foi considerado como o oitavo maior presidente dos EUA, após uma pesquisa de historiadores conduzida em 2018, pela Associação de Ciência Política Americana.

Obama estudou na Universidade de Columbia entre 1981 e 1983 e trabalhou como administrador comunitário depois de graduar-se. Ele matriculou-se na Escola de Advocacia de Harvard em 1988 e foi o primeiro afro-americano a ser presidente da revista Harvard Law Review. Durante seu tempo na faculdade, ele tentou aparecer em um calendário pin-up, mas foi rejeitado pelo comitê. Em 1996 chega ao Senado pelo estado de Illinois. Durante seu mandato, ele aprovou uma lei que tornou obrigatória a gravação de interrogatórios em vídeo em caso de crimes capitais - algo inédito para os EUA.

Sua atuação foi tão marcante que em 2004 foi eleito novamente para o senado dos EUA em Illinois. Na mesa de seu escritório no Senado, que pertenceu a Robert Kennedy, ele tinha uma escultura de madeira de uma mão segurando um ovo, uma representação queniana da fragilidade da vida.

O destino, no entanto, mostrou o quanto Obama era um lider forte e determinado. Em 4 de novembro de 2008 foi eleito presidente dos EUA com mais de 66 milhões de votos em 365 distritos eleitorais.

Ele foi nomeado "Personalidade do Ano" da revista Time em 17 de dezembro de 2008 e recebeu essa honra pela segunda vez em 2012. E para coroar sua trajetória como líder americano, ele recebeu o prêmio Nobel da Paz em 2009 por seus "esforços extraordinários para fortalecer a diplomacia internacional e coordenação entre povos".

Obama é pai de Malia, 17 anos e Sasha, que segundo Michelle, sua esposa, “As duas são confiantes, divertidas, trabalham duro e, o mais importante, são respeitosas e amáveis”. Obama conheceu Michelle Robinson enquanto trabalhava para um escritório de advocacia em Chicago. Em seu primeiro encontro, ele a levou para ver o filme “Faça a Coisa Certa" (1989). Depois de dois anos de namoro, eles casaram-se em 3 de outubro de 1992. Sua comida preferida é espaguete com camarão, feito por Michelle Obama.

Obama adora ouvir música e alguns de seus artistas favoritos incluem Miles Davis, Bob Dylan, Johann Sebastian Bach e Fugees. Os objetos da sorte de Obama são uma estátua de Madonna, uma moeda da sorte, uma pequena estatueta de Hanuman e um bracelete que pertencia a um soldado americano em missão no Iraque. O ex-presidente dos EUA disse uma vez que três homens que ele mais admira são Abraham Lincoln, Martin Luther King Jr. e Mahatma Gandhi.

Meghan Markle festeja seus 37 anos, neste sábado, seu primeiro aniversário como duquesa de Sussex . Além das comemorações organizas pelo príncipe Harry e por outros integrantes da família real britânica, a atriz deve ser surpreendida por muitos presentes enviados por fãs e admiradores.

Nos últimos meses a mulher de Harry tem se preocupado com sua apresentação visual. Desde seu casamento com o herdeiro do trono britânico, quando apostou em looks exclusivos e minimalistas, a ex-atriz e feminista desde os 11 anos, conta com a ajuda de conselheiros da realeza, da concunhada, Kate Middleton, e até mesmo do marido, a quem pede opiniões sobre as roupas, para não fazer feio nos eventos oficiais.Meghan Markle tem mesclado os estilos clássicos e formais opções mais descontraídas e pouco usadas por mulheres da monarquia.

O closet de Meghan Markle também tem espaço para itens não tão informais, mas menos clássicos do que as produções que as mulheres da realeza costumam usar. Para o jogo de tênis Wimbledon, em Londres, na Inglaterra, que foi acompanhada de Kate Middleton usando pantalona e camisa listrada nas cores azul e branca. Já no jogo de Polo que o marido participou recentemente, a duquesa apostou em um vestido rodado feito de jeans. Terninho também já foi uma aposta da ex-atriz norte americana.

O primeiro presente recebido por Meghan Markle como duquesa foi da ONG PETA. A organização escolheu presentear a mulher do príncipe Harry com uma bolsa da designer Alexandra K. no valor de 290 libras (cerca de 1 500 reais). O acessório combina com os valores defendidos por Meghan, que apoia causas ligadas aos direitos dos animais. A bolsa conta ainda com uma insígnia dourada, onde está escrito “esta bolsa é vegana e livre de crueldade animal”.

Os membros da família real estão sujeitos a inúmeras regras quando o assunto são lembranças: presentes enviados por pessoas que eles não conhecem não podem ser aceitos, por exemplo. Empresas também não podem presentear os membros da monarquia britânica. “Presentes oferecidos por empresas britânicas são prontamente recusados, com a exceção de souvenirs para marcar a presença da realeza em uma visita à sede da empresa, marcar um casamento ou real ou numa ocasião pessoal e especial“, diz o site da monarquia. Meghan Markle poderá receber de bom grado o presente da ONG PETA.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 03/08/2018

Claudia Raia assume teatro do Instituto Tomie Ohtake

O espaço teatral do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo passa a ser comandado pela atriz, dançarina e produtora Claudia Raia. "Estou muito feliz com essa oportunidade de começar o segundo ato da minha carreira. Foi um presente que caiu no meu colo dirigir este teatro. Ao longo da minha vida e da minha carreira, fiz grandes parceiros. Apoiadores da cultura me deram a oportunidade de dirigir este teatro", afirmou a atriz, conhecida por não abrir mão de intercalar trabalhos na TV com produções teatrais.

“Escolhi sete atividades, que terão como curadores profissionais criativos e especializados em suas áreas”, conta Claudia, cujo convite foi recebido com entusiasmo pelos 14 artistas. O time é formado por Ana Botafogo e Rodrigo Pederneiras (dança), Rubens Ewald Filho e Ingrid Guimarães (audiovisual), Adriana Calcanhotto e Rogério Flausino (música), Débora Falabella e José Possi Neto (teatro), Felipe Andreoli e Fernanda Gentil (esporte), Thalita Rebouças e Fernanda Souza (cultura jovem), e Carlos Bertolazzi e Mariella Lazaretti (gastronomia).

“Todos me dão sugestões, buscam dados inéditos, promovem a junção do novo com o legado”, conta a nova diretora-geral Claudia Raia. O teatro receberá, a partir do dia 9, a continuação da temporada de Chaplin, o Musical. “Assim, por conta desse trabalho, vamos exibir curtas de Chaplin para melhor conhecimento de seu trabalho. Também a quinta-feira será dedicada para palestras sobre criação, desde coreografia até diversos tipos de canto. Orquestras, como a de Paraisópolis, serão convidadas a se apresentar.

O teatro que já se chamou GEO e, mais recentemente, Cetip abre as portas para a diversidade, com uma programação que vai ocupar também as salas de ensaio e o saguão para que os espectadores, enquanto aguardam a entrada na grande sala de espetáculo, acompanhem a performance de artistas ainda desconhecidos. “Não se trata apenas de um teatro, mas de um espaço cultural”, diz Raia.

Haverá ainda de curso de música para bebês até formas de capacitação de eventos corporativos usando técnicas teatrais. “Vamos arrebatar as pessoas pelo lúdico”, diz Claudia, que já elabora a programação até o fim do ano.

Fernanda Souza vai dividir a curadoria de cultura jovem com Thalita Rebouças. "A internet é um campo muito grande. Eu e a Thalita vamos fazer o trabalho de garimpar e trazer isso para a Claudia. Uso o palco da internet para me comunicar. Queremos usar nossa comunicação como isca. Quero que eles [púbico jovem] se aproximem da cultura do teatro e para que isso vire um hábito."

Fernanda Gentil enalteceu o novo campo de atuação e disse que dá para unir esporte com cultura. "Encaro este desafio como algo bem diferente que já fiz na minha carreira. Minha ideia é lugar o esporte -- acredito muito nos valores do esporte, entre eles, a honenstidade, a lealdade, o espírito de grupo, igualdade, inclusão, o fairplay e vários outros -- com a cultura.

A atriz Ingrid Guimarães está animada com a curadoria e falou sobre a importância de incentivar os brasileiros a ver filmes nacionais. "O cinema blockbuster traz o brasileiro de volta ao cinema, para se apaixonar pelo cinema. Muitos cineastas autorais maravilhosos não são vistos neste país. Queremos uni-los. Quero que as pessoas tenham acesso aos dois tipos de cinema", disse.

Templo Budista de Brasília realiza 45ª Quermesse

A tradicional quermesse do Templo Shin Budista Terra Pura, da 315/316 Sul, chega a 45ª edição com muitas novidades neste mês de agosto. O Templo que é Patrimônio Histórico do Distrito Federal, promove a cultura oriental, com comidas típicas, música, dança e artes, todos os sábados e domingos, das 17h às 22h, com meia-entrada a R$ 5.

O evento que começa amanhã, dia 04, tem como tema "comunidade presente", o festival busca aproximar mais os moradores de Brasília e frequentadores do templo porque a Quermesse não faz distinção de crença, cultura ou idade. Durante a Quermesse, o templo estará aberto ao público com visita guiada. O monge e a Monja Cris E-gen conduzem meditações contemplativas de 30 minutos, sempre às 18h, após as 10 badaladas do sino.

A organização da Quermesse conta com cerca de 150 voluntários, sendo que 30 deles confeccionaram flores e lanternas de papel, além de um lustre com mais de 600 tsurus, exposto no restaurante da festa. A gastronomia é o ponto alto da festa. Além do tradicional yakissoba, o público vai conferir co mais de 10 variedades de pratos orientais, além de cinco opções exclusivas no espaço gourmet, incluindo pratos veganos e vegetarianos.Também vão participar da Quermesse diversos food trucks da cidade como: Geleia Burger, Crepe Voyage e Churros do Tio.

Outra novidade é a presença de embaixadas convidadas com stands próprios, uma a cada fim de semana: Filipinas, Sri Lanka, Malásia, Myanmar e a Índia. As representações diplomáticas vão se revezar para expor artesanato, comidas típicas e informações sobre os países aos visitantes. Durante a Quermesse não serão distribuídos copos e nem canudos de plástico. Quem não quiser tomar as bebidas nas próprias embalagens poderá comprar um copo estilizado por R$ 6.

Também haverá apresentações de artes marciais, tai chi chuan, taikô e de danças folclóricas, além de oficinas gratuitas de origami, ikebanas e outros enfeites de festa. Nos estandes, como é tradicional na festa, serão vendidas joias em prata, ecojoias, tatuagem de hena, artigos geek e guloseimas importadas.

O monge Kyotoshi Sato vai aproveitar a Quermesse para lançar a campanha pela inclusão do título de patrimônio cultural ao já existente de patrimônio histórico do Distrito Federal ao Templo.“Festa é cultura? Religião é cultura? Política é cultura? Embora Dom Bosco fosse católico, gostaria que o Templo cumprisse a profecia dele”, afirmou o religioso, referindo-se à predição de 1883, que dizia: “Aparecerá aqui a Grande Civilização, a Terra Prometida, onde correrá leite e mel. Será uma riqueza inconcebível. E essas coisas acontecerão na terceira geração”, disse o monge Sato.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 02/08/2018

Governo de Brasília e ONU promovem Semana de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

Acontece em Brasília a 5ª Semana de Enfrentamento ao Tráfego Humano, ação de conscientização da população e a capacitação de agentes públicos para identificarem os sinais desse crime. A ação é uma parceria com o Executivo local, Secretaria Nacional de Justiça e o Escritório da ONU sobre Drogas e Crimes. Até sábado dia 04 as instituições realizam atividades de conscientização para alertar as pessoas sobre este tipo de crime, formas de abordagem dos aliciadores e meios de denunciar atividades ilícitas.

O tráfico humano, também chamado de tráfico de pessoas, é uma das atividades ilegais que mais se expandiu no século XXI. Segundo relatório da Organização Internacional de Migrações (OIM), os pontos aeroportuários, marítimos ou terrestres são os mais utilizados pelos traficantes. Nos últimos dez anos quase 80% das viagens realizadas por vítimas de tráfico internacional foram pelos pontos fronteiriços oficiais. Segundo a OIM, as mulheres são o maior alvo do tráfico representando 84% dos casos, frente aos 73% dos homens.

Há tráfico de pessoas quando a vítima é retirada de seu ambiente, de sua cidade e até de seu país e fica com a mobilidade reduzida, sem liberdade de sair da situação de exploração sexual ou laboral ou do confinamento para remoção de órgãos ou tecidos. A mobilidade reduzida caracteriza-se por ameaças à pessoa ou aos familiares ou pela retenção de seus documentos, entre outras formas de violência que mantenham a vítima junto ao traficante ou à rede criminosa. Os aliciadores são, na maioria das vezes, pessoas que fazem parte do círculo de amizades da vítima ou de membros da família. São pessoas com que as vítimas têm laços afetivos.

“Muitas vezes as vítimas não se enxergam como vítimas desse crime ou têm medo de denunciar por sofrer represália porque os aliciadores conhecem as famílias. A principal dificuldade hoje é ter dados mais concretos deste crime”, afirmou Marina Bernardes de Almeida, coordenadora de Política de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Ministério da Justiça.

A analista do Programa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Fernanda Fuentes diz que as maiores vítimas desse tipo de crime são as populações vulneráveis que geralmente têm menos informações e buscam melhoria da qualidade de vida. Fernanda ainda destacou que mulheres e crianças são as principais vítimas dessa prática. Relatório das Nações Unidas confirma o dado ao apontar que 71% das pessoas traficadas são meninas e mulheres. “O tráfico de pessoas é enfrentado em rede, tanto pelo governo quanto pela sociedade civil. Dependendo de onde ocorre, há objetivos diferentes prevalecendo. Em algumas regiões, é o trabalho escravo. Em outras, a exploração sexual. Por isso é importante a participação de organizações da sociedade civil que podem ajudar a enfrentar o crime dentro do contexto local”, afirmou Fernanda Fuentes, analista de programa do UNODC, durante a cerimônia de abertura da semana, na rodoviária interestadual do Distrito Federal.

O Distrito Federal é um dos destinos preferidos de aliciadores do tráfico humano doméstico.Annie Carvalho, especialista em assistência social do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (NETP) da Secretaria de Justiça do DF, falou que Brasília ainda é vista como promessa de grande oferta de trabalho. “Tem muitas pessoas que vêm com a promessa de emprego aparentemente promissora, mas chega aqui e sofre exploração da mão de obra ou exploração sexual. Essas são as principais modalidades que a gente vem atendendo”, disse a especialista.

Pessoas não são mercadoria. Tráfico humano é escravidão, é violência, é crime. É dever de todo cidadão denunciar. Disque: 100 ou Ligue: 180

 
Coluna Bernadete Alves - dia 01/08/2018

Felipe Massa participa da cerimônia de 20 Anos do CTB

O governo federal realizou cerimônia da Década de Ações para Segurança no Trânsito e os 20 anos do Código de Trânsito Brasileiro, junto com o piloto Felipe Massa, embaixador da FIA e da ONU para a redução de acidentes e mortes no trânsito e Jean Todt, presidente da Federação Internacional de Automobilismo. Participaram também do evento o ministro das Cidades, Alexandre Baldy e o ministro da Casa Civil Elizeu Padilha.

O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking da Organização Mundial de Saúde de mortes no trânsito. A Organização Pan-Americana de Saúde da OMS, concentra as ações globais em torno do combate aos acidentes e melhoria da segurança no trânsito. Essas iniciativas configuram a Década de Ações para Segurança no Trânsito, que vai começou em 2011 e vai até 2020. No Brasil o projeto Vida no Trânsito compõe esse rol de ações, e se volta sobretudo para o combate à ingestão de bebidas alcoólicas e alta velocidade nas estradas. Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer, assinou Termo de Consulta para adesão a acordos internacionais com a ONU, na tentativa de reduzir a mortalidade no trânsito. O documento será enviado ao Congresso Nacional.

O governo federal, por meio do Ministério das Cidades, pretende agrupar, em uma única base de dados, informações de diferentes órgãos municipais, estaduais e federais sobre a segurança nas estradas brasileiras. Dessa forma, poderá ser elaborado um diagnóstico mais preciso sobre a situação atual e, posteriormente, haver condições para definir políticas públicas mais eficientes a fim de reduzir, pela metade, em um prazo de 10 anos, as cerca de 40 mil mortes que a cada ano ocorrem no país.

O presidente Michel Temer disse que com os dados o governo vai definir o orçamento para criar políticas públicas direcionadas a atacar as causas. “Nosso objetivo é reduzir, pelo menos pela metade, nos próximos oito a dez anos, os acidentes com vítimas fatais em nossas ruas e cidades. Estamos tendo metas claras, estado a estado, para o planejamento de ações e programas com esse objetivo”, declarou Temer, recomendando que a população deve “obedecer a lei e, em especial, o Código de Trânsito”.

“As viagens que fiz, por ser piloto de Fórmula 1, me possibilitaram conhecer muitas realidades também no que se refere a trânsito. Pequenas ideias podem melhorar muito essa situação [acidentes e mortes no trânsito]”, disse Massa. “Até mesmo informar sobre as regras importantes a serem seguidas, como a do uso do cinto de segurança tanto nos bancos da frente como nos de trás; ou sobre os riscos de se dirigir usando celular ou após beber”, declarou Felipe Massa.

As políticas públicas direcionadas aos estados e ao Distrito Federal deverão reproduzir as adotadas pelo programa Road Safety, criado pela Federação Internacional de Automobilismo em parceria com a ONU. O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, disse que a cada ano, os acidentes de trânsito causam prejuízos de R$ 50 bilhões à sociedade. “Não dá para definir ainda qual será nosso orçamento porque isso depende da participação de cada estado. Mas queremos incitar empresas a participar [dessa iniciativa]. Todas as parcerias serão bem-vindas”, disse o ministro.

Baldy informou que nove estados e o Distrito Federal já se encontram em “estágio avançado” com relação à coleta de informações que facilitam a identificação das principais causas dos acidentes, por meio de seus departamentos de Trânsito. Posteriormente, já com os dados dos demais estados em mãos, pretende-se definir e implantar uma metodologia de coleta, tratamento e divulgação dos dados, bem como das metodologias de desdobramento e comunicação das metas, que preveem uma redução de 50% das mortes no trânsito no prazo de 10 anos.

A solenidade de assinatura de acordo com Instituto Tellus para implementar o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans),ocorreu no Ministério das Cidades. Estiveram presentes ao evento o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, o diretor presidente do Instituto Tellus, Germano Guimarães, o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt, o embaixador da FIA para Segurança Viária e ex-piloto da Fórmula 1, Felipe Massa e o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

No evento de lançamento do projeto o presidente da FIA, Jean Todt, enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para Segurança Viária, classificou de “pandemia terrível” as mortes no trânsito. “São 1,8 milhão de mortes a cada ano. Esta é uma ótima oportunidade para fazermos programas mais fortes, de forma a evitar essas tragédias”. Para Todt, investimentos em infraestrutura e educação são fundamentais: “Capacetes, cintos de segurança, direção sóbria, deixar o celular de lado enquanto dirigimos, são atitudes e dispositivos que nos ajudam a sobreviver. Respeitando essas pequenas coisas, podemos reduzir drasticamente o número de vítimas", reiterou o presidente da FIA.

"É com muita alegria que assinamos esse acordo de cooperação. Queremos entender e produzir um diagnóstico detalhado, para poder conseguir tomar ações multidisciplinares, envolvendo outros órgãos, inclusive, para tornar essa agenda uma efetiva política pública", declarou o diretor presidente do Instituto Tellus Germano Guimarães. O piloto Felipe Massa enfatizou que o início do projeto pode ser primordial para salvar mais vidas no trânsito. " Sabemos que há muito a ser feito para diminuir as mortes que acontecem no Brasil. Agradeço por esse momento, que pode ser um marco para tornarmos as vias brasileiras mais seguras.” O diretor de Relações Institucionais da Ambev, Disraelli Galvão, disse que o projeto deixará um legado que será o pontapé inicial para transformarmos essa realidade no Brasil”.

O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, apresentou dados que mostram que, a cada hora, morrem 137 pessoas no trânsito mundial. “É como se, a cada dia, caísse um avião. Até 2020, 1,9 milhões de pessoas devem ir a óbito por conta de acidentes. São números que podem ser comparados a uma guerra. Precisamos lutar contra esses dados. Essa parceria nos dará uma direção decisiva.” O ministro também chamou a atenção para o aumento do número de mortes de motociclistas que, segundo ele, quadruplicou nos últimos 17 anos.

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, destacou a parceria como um reforço a um trabalho mais efetivo no combate aos acidentes no trânsito. "São tragédias que, às vezes não percebemos, pelo fato de serem muito pulverizadas, mas mostram a grandiosidade do perigo de uma direção insegura”. Nesse primeiro estágio, o Instituto Tellus, em parceria com a Consultoria Falconi e apoio da Cervejaria Ambev, irá coletar informações e estatísticas de segurança viária junto aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) nos nove estados e no Distrito Federal, criando, assim, um diagnóstico inicial da segurança viária no Brasil, identificando as principais causas dos acidentes para, então, definir as frentes da atuação. A próxima etapa do plano de trabalho do Pnatrans irá contemplar os demais 16 estados.

O piloto brasileiro Felipe Massa, embaixador da FIA para assuntos de segurança viária, visitou a Escola Vivencial de Trânsito, conhecida como Transitolândia e conversou com as crianças. “É importante que sigamos as regras de trânsito. Cada um fazendo um pouco podemos ajudar a salvar muitas vidas”, disse Massa. “Todas as regras vêm de quando você é criança. Se a gente conseguir ensinar as crianças da maneira certa, sem dúvida as crianças ajudarão os pais a seguirem as regras também”, completou Felipe Massa.

Para o presidente da Federação Internacional de Automobilismo, Jean Todt. iniciativas como esta, visando a educação das famílias para o trânsito, são ideais para reverter o quadro negativo que atinge não só o trânsito brasileiro. “Infelizmente a situação em todo o mundo é ruim, motivo pelo qual há muitos mortos e feridos no trânsito”, disse Jean Todt. “A segurança nas ruas não é responsabilidade apenas do governo. É de todos. Por isso precisamos também da ajuda da mídia”, completou Todt.

O ministro Baldy também elogiou a iniciativa do governo de Brasília.“Uma bela iniciativa para conscientizar e educar todas as crianças, deixando-as conscientes sobre como devemos nos comportar enquanto usuários do trânsito brasileiro”. Alexandre Baldy gostou tanto do que viu que quer a implementação de transitolândias em outras unidades federativas, por meio dos departamentos estaduais de trânsito.

A Transitolândia é uma iniciativa do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) com o intuito de conscientizar as crianças sobre a importância de seguir fielmente as regras do trânsito. Por meio da Escola Vivencial de Trânsito, o DER tem instruído as crianças a fiscalizar os pais, cobrando deles obediência total a essas regras que, quando não seguidas, contribuem para aumentar o número de mortos e feridos no trânsito brasileiro. A Transitolândia está formando cidadãos conscientes das relações de trânsito. A Escola Vivencial de Trânsito está localizada no Parque Rodoviário do DER/DF, e funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 12h e das 15h às 17h. Escolas interessadas devem entrar em contato com a Transitolândia, presencialmente ou pelo telefone, (61) 3111-5792 ou 3111-5795, para agendar a visita, que tem duração média de 03 horas. No dia da visita: o DER disponibiliza à escola visitante transporte gratuito (com capacidade para até 80 passageiros). Além da educação para o trânsito, são abordados temas como meio ambiente, coleta seletiva de lixo e as boas atitudes de um cidadão. Um trabalho primordial do DER do Distrito Federal.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 31/07/2018

Brasília de luto: morre Ari Cunha, o pioneiro da notícia

É com pesar que registro o falecimento do jornalista Ari Cunha, colunista e vice-presidente institucional do Correio Braziliense, ocorrido nesta madrugada de terça-feira, aos 91 anos. Segundo a jornalista Circe, seu pai faleceu em casa após sofrer falência múltipla de órgãos devido à idade e às condições de saúde dele. O velório está previsto para a manhã desta quarta-feira (1°/8) e o sepultamento, para às 17h, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Do casamento com a professora de enfermagem Maria de Lourdes Lopes Cunha, o jornalista teve quatro filhos: Ari, Eliana, Raimundo e Circe.

Pioneiro da notícia, Ari Cunha, passou a fazer parte dos Diários Associados em 1959 e se mudou para Brasília para estabelecer na nova capital o Correio Braziliense e a TV Brasília. Acompanhou a rotina e lutou por uma capital melhor por 58 anos na coluna Visto, Lido e Ouvido, primeiramente no jornal impresso e depois em um blog na internet. É provavelmente, a coluna mais longeva da imprensa brasileira. Ao longo dos anos, o instrumento serviu para defender, provocar e inspirar moradores e governantes da capital brasileira.

O presidente da República, Michel Temer, lamentou em nota o falecimento do fundador do Correio Braziliense.“Com tristeza recebi a notícia do falecimento do jornalista Ari Cunha, diretor do Correio Braziliense, um dos pioneiros de Brasília e cuja vida se confunde com a história de nossa capital. Brasília encontrou um veículo de imprensa impregnado da ousadia de JK no Correio Brazilienze que contou, em sua brilhante existência, com o espírito desbravador e criativo do repórter Ari Cunha”, registra o texto assinado por Temer.

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, decretou luto oficial de três dias pela morte do jornalista. Em nota, disse que Brasília perdeu uma de suas maiores expressões. “Jornalista, pioneiro, Ari Cunha confunde-se com a história de Brasília. Chegou aqui cedo e construiu-se como profissional e ser humano com a própria construção da cidade. Ainda menino, aprendi, com a leitura diária de sua coluna por meu pai, que a política é o caminho para ajudarmos as pessoas”, comentou Rollemberg.

O senador Eunício Oliveira, presidente do Congresso Nacional, também divulgou nota sobre a morte do pioneiro Ari Cunha. “Com pesar, recebemos a confirmação do falecimento do jornalista, colunista e vice-presidente institucional do Correio Braziliense, Ari Cunha, aos 91 anos. Cearense, Ari Cunha começou a carreira aos 16 anos na Gazeta de Notícias de Fortaleza. Peço que Deus conforte os corações de todos os familiares e amigos neste momento de grande dor. Deixo minhas sinceras condolências”.

Paulo César Marques, diretor do Correio Braziliense diz que Ari Cunha foi um profissional de garra, determinado, com muito talento. "Vai fazer falta para nós. Como pessoa, ele foi extraordinário, um contador de 'causos', bem-humorado, de bem com a vida. Certamente a família vai sentir muito, e nós sentiremos a ausência do bom companheiro, apaixonado por Brasília, pelo Correio, que tanto nos inspirou."

A jornalista Ana Dubeux, diretora de Redação do Correio, em julho do ano passado quando Ari completou 90,fez uma homenagem ao amigo colunista em um artigo que recebeu o título "Ao mestre Ari, com carinho". A jornalista relembrou características marcantes de Ari, como a risada, o conhecimento sobre Brasília, o amor pelo Nordeste e o jeito como ele tocou um jornal que nasceu com a cidade. "Tudo isso eu tive a sorte de absorver nas longas, produtivas e divertidas conversas. Discutimos também, até sobre machismo, às vezes de forma acalorada, o que só melhorou nossa convivência. Nosso repertório particular soa como trilha sonora de uma amizade leal e cheia de ensinamentos. Levarei sempre comigo", declarou hoje.

José de Arimathéa Gomes Cunha nasceu em 22 de julho de 1927 em Mondubim, no Ceará. Aos 16 anos, ele começou a carreira na Gazeta de Notícias, de Fortaleza, como revisor. Ainda no Nordeste, passou pelo jornal "Estado" e depois a bordo de um navio, deixou a Região Nordeste em 1948 em direção ao Rio de Janeiro, onde começou carreira no Bureau Interestadual de Imprensa e no International News Service.

Por muito tempo, escreveu a crônica política para vários jornais representados pelo escritório. Trabalhou com Carlos Lacerda, Joel Silveira, Heráclito Sales, Paula Job, Prudente de Moraes Neto, Etiene Arregui Filho, Irineu Sousa e outros destacados jornalistas da época. Em julho de 1959, passou a fazer parte dos Diários Associados, ajudado pelo amigo Paulo Cabral e contratado por Edilson Cid Varela, gerente do periódico O Jornal. A Ari Cunha foi confiada a reforma da Folha de Goiaz, em Goiânia, onde permaneceu até setembro. Em Brasília veio com a missão de estabelecer na nova capital o primeiro jornal, o Correio Braziliense, e a primeira televisão, a TV Brasília. Missão cumprida com muita determinação, competência e ousadia.

Em 1961, presidiu a Comissão de Incentivo à Iniciativa Privada, ligada diretamente ao gabinete do então prefeito de Brasília, Paulo de Tarso Santos, ao tempo de Jânio Quadros na Presidência da República. Em 1981, Ari Cunha foi eleito condômino dos Diários Associados. Além da vida intensa na imprensa, ele investiu na vida pública. Entre 1986 e 1987, atuou como vice e presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), durante o governo de José Aparecido de Oliveira. Em 1990, assumiu o cargo de vice-presidente dos Diários Associados, cargo que ocupava até hoje.

Conheci Ari Cunha em 1986. Ele era um superprofissional que inspirava muitos da imprensa. Era um homem de visão respeitado e admirado na cidade. Como jornalista, teve papel ímpar na defesa da liberdade de expressão. O amor pelo trabalho, o respeito aos colegas, a ética, a dedicação à família, aos amigos e Brasília, eram suas marcas. A imprensa perde o pioneiro da notícia e a família um dedicado pai e amoroso avô.

Minha solidariedade aos familiares neste momento de dor e aos profissionais dos Diários Associados meu respeito.

Filho acelera envelhecimento das células da mãe, diz estudo

Estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostra que a cada filho gerado as células das mães sofrem uma aceleração do envelhecimento equivalente a até dois anos de vida. De acordo com os especialistas isso acontece devido a horas sem dormir, rotina pesada, cansaço físico e mental.

“A vida das mulheres muda bastante após elas ganharem um bebê, e algumas chegam até a dizer que passaram a "envelhecer mais rápido" quando se tornarem mães”, diz Calen Ryan. Isso tem explica científica.

Durante o trabalho, os especialistas analisaram especificamente trechos de DNA nas extremidades dos cromossomos, chamados telômeros. À medida que as células se copiam, cada geração de cromossomos diminui e perde uma parte desse código. "O comprimento dos telômeros e a idade epigenética são marcadores celulares que predizem a mortalidade de forma independente", diz Calen Ryan, principal autor do estudo. "Ambos pareciam 'mais velhos' em mulheres que tiveram mais gestações em suas histórias reprodutivas."

Os telômeros protegem os cromossomos, que contêm o DNA. A função do telômero é proteger os cromossomos de possíveis danos e, à medida que as células se dividem, eles vão ficando cada vez mais curtos. Medir o tamanho destes telômeros é uma forma de avaliar o envelhecimento celular.

Não é só a gestação que acelera o envelhecimento. O estresse vivido na infância, as dificuldades familiares e a depressão também foram relacionados ao encurtamento dos telômeros, marcador biológico do envelhecimento.

Pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica, em Vancouver, no Canadá, constataram que a redução dos telômeros depois dos 50 anos aumentava 11% por cada experiência traumática vivida na infância. Para chegar a este resultado a equipe da pesquisa, liderada por Eli Puterman, comparou o comprimento dos telômeros das glândulas salivares de 4.598 homens e mulheres de mais de 50 anos nos Estados Unidos, que responderam entre 1992 e 2008 a perguntas sobre as experiências traumáticas vividas ao longo de suas vidas.

Um estudo de cientistas holandeses e americanos, publicado na revista especializada Molecular Psychiatry, sugere que a depressão pode acelerar o processo de envelhecimento das células. Josine Verhoeven, do Centro Médico da Universidade VU, na Holanda, junto com colegas americanos, recrutou 2.407 pessoas para participarem do estudo. Mais de um terço tinha depressão, outro terço tinha tido a doença no passado e os demais eram saudáveis.

Com base em amostras de sangue, os pesquisadores analisaram o comprimento telômeros. Pessoas deprimidas tinham estas estruturas muito menores. Esta diferença era notada mesmo depois que diferenças de estilo de vida, tais como o consumo excessivo de álcool e o tabagismo, foram levados em conta.

Verhoeven e os outros cientistas especulam que os telômeros mais curtos podem ser uma consequência da reação do corpo à angústia causada pela depressão. "Esse estudo em larga escala fornece provas convincentes de que a depressão está associada a muitos anos de envelhecimento biológico, especialmente entre aqueles que sofrem com os sintomas mais graves e crônicos", afirmaram os cientistas. Ainda não está claro se esse processo de envelhecimento pode ou não ser revertido.

Vários estudos científicos comprovam que não só a depressão como também sentimentos e emoções negativas aceleram o envelhecimento e facilitam a instalação de doenças, inclusive um simples resfriado. Outros estudos garantem que a tristeza profunda da depressão pode até mesmo afetar o nosso DNA.

Depressão não é tristeza passageira. É uma doença que precisa de tratamento. Considerada o ‘mal do século’ pela Organização Mundial de Saúde, a depressão ainda é um desafio para médicos e pacientes. Aumentar a autoestima é mais do que uma questão de bem-estar. A baixa autoestima pode impactar negativamente todos os aspectos da vida, desde relacionamentos até capacidade de produzir.

A alegria é o antídoto contra estes problemas. Sorrir é um remédio sem efeitos colaterais.

 
Coluna Bernadete Alves - dia 30/07/2018

Adriana Samartini festeja a vida cantando com amigos

A música é a linguagem da emoção. Faz bem a saúde do coração, para o corpo como um todo e para a alma. Estudos comprovam e médicos e terapeutas asseguram que a música tem o poder de mudar o estado de humor e pode ajudar até na concentração e na memória. A música se insere em nossas vidas desde o útero e nos acompanha em todos os momentos, seja para acalmar, seja para celebrar. E foi em clima de alegria e bem-estar que a maravilhosa cantora brasiliense, Adriana Samartini, festejou sua vida com vários cantores de Brasília e do Brasil.

A boate Shed Western Bar, no Setor de Clubes Sul, foi palco de um lindo show para comemorar o aniversário da cantora Adriana Samartini. Ela celebrou a vida ao lado dos pais Paulo Coelho e Rita Samartinie e das irmãs Mariana e Eliza e de muitos amigos e fãs. O aniversário era de Adriana mas quem ganhou o presente foram os convidados que curtiram e se divertiram com os mais variados ritmos.

Wilian & Marlon, Banda do Primeiro Beijo, Dhi Ribeiro, o vocalista Xéu, do Bloco Santo Pecado, Gabriel Correa, o vocalista Marcelo Sena do Coisa Nossa, Fábio Cavanha da Banda Salve, Thiago Nascimento, Thales Junior, Juninho Show,Surf Sessions, MC Bockaum, dentre outros cantores famosos.

A Shed Western Bar ficou completamente lotada de fãs e amigos da querida cantora Adriana Samartini. Estiveram lá o apresentador da TV Globo, Fred Ferreira, o advogado Igor Tokarski, ex-secretário do Meio Ambiente, com a namorada Bruna Gomes, a blogueira top Ju Rodrigues, o arquiteto Arnaldo Pinho, os jornalistas Hendy Miranda e Walter do site Estiloso, a jornalista Jalili Elias, Ana Carolina Alarcão, Francisco Jacinto, Michelli Lacerda, Bruno Oliveira e Patricia Nunes.

A empresária Karina Curi, Kenia Cais, Denise Aliceral, Rômulo Abreu, Eduardo Castro, Neusinha Pereira, Gabriela Borges, Fernanda Ikawa, Bruno Fioravanti, Juliana Cunha, Marcelo Palazzo, dentre tantos convidados que curtiram muito o show de Gabriel Correa e Dhi Ribeiro, do The Voice Brasil.

Com doze anos de carreira e totalmente ligada à música, Adriana Samartini, é uma das principais cantoras de Brasília e seu reconhecimento ultrapassa as barreiras da Capital. “Amo aniversário e na minha família valorizamos muito as datas comemorativas, pelo simples fato de estarmos juntos. Para mim nada é mais prazeroso do que reunir pessoas queridas e celebrar a vida”, declarou a rainha brasiliense do axé.

A versatilidade e a comunicação de Adriana com o público são marca registrada e o número de fãs não para de crescer. Não só pela bela voz como pela simpatia e simplicidade.Seu repertório é muito diversificado desde os sucessos atuais do sertanejo e forró estilizado, passando pela energia infinita dos tambores e da percussão do axé da Bahia, que sempre a acompanhou.

O Auê da Samartini, no Empório Santo Antônio, no Shopping Pier 21, toda quinta-feira, faz parte da agenda dos apaixonados pela boa música. Lembro da entrevista que fiz para o Brasília na TV, em agosto de 2013, quando ela iniciou este belo projeto. Adriana toca as pessoas com sua musicalidade e com seu carisma.

A música tem encantos para serenar os corações mais aflitos. Substitui palavras e com ela o próprio silêncio tem ritmo.Obrigada Adriana por alegrar o nosso coração e por valorizar a amizade. Neste Dia Internacional da Amizade, data para se propagar a cultura da Paz e a não violência minha homenagem à você que celebra todos os dias a amizade entre as pessoas.

“A amizade, assim como o amor, é dada de graça e semeada ao vento”, como bem dizia o poeta Carlos Drummont de Andrade. E também na poética ‘Canção da América’, de Milton Nascimento e Fernando Brant. Portanto, vamos estar sempre entre amigos e propagar a amizade e o respeito.

Vida longa e abençoada para você talentosa Adriana Samartini. Sucesso e prosperidade sempre!

 
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